O melhor conselho que se pode dar a um jovem investigador: Fuja como o diabo da cruz dos catedráticos de obra irrelevante

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/09/junior-researchers-who-coauthor-work.html

Em 2020 divulguei no meu primeiro blogue, resultados de uma importante investigação na Nature Communications, que mostrou que publicar em conjunto com um cientista reputado constituía uma vantagem crucial, que perdurará até ao fim das carreiras de jovens investigadores. Vide post acessível no link acima. Mais tarde em 2022, voltei a insistir nesse assunto apontando o dedo a alguns catedráticos nacionais (que nunca deveriam ter chegado à cátedra) que face a essas investigações deveriam por uma questão de prudência ser evitados por jovens investigadores para assim não prejudicarem a sua carreira  https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/01/os-catedraticos-que-andam-prejudicar.html

E agora novamente em 2024, tenho de voltar a fazê-lo, por conta de um artigo muito recente que acaba de ser publicado na conhecida revista Nature https://www.science.org/content/article/budding-scientists-inherit-career-success-or-lack-it-their-mentors o qual divulga resultados de uma investigação recente baseada na análise de 245.000 colaborações em 22 áreas científicas, que mostra que os orientadores que possuem uma obra irrelevante prejudicam a carreira dos jovens investigadores  https://royalsocietypublishing.org/doi/full/10.1098/rsif.2024.0173

O supracitado artigo publicado na revista Nature, termina sugerindo que os alunos, futuros investigadores, devem ser avisados, sobre a importância de não aceitarem ser Orientados por investigadores de obra irrelevante, o que suscita a seguinte questão, se um aluno, futuro investigador, não for previamente avisado desse facto, poderá demandar legalmente os responsáveis por essa danosa omissão, que prejudicou a sua carreira de forma irreversível ?

Não sendo possível, pelo menos em Portugal (o país onde nem sequer constituem crime as mentiras nos currículos académicos), responsabilizar juridicamente os responsáveis de universidades públicas (que por acção ou omissão permitiram a chegada a catedráticos de professores de obra científica irrelevante e não me refiro somente aqueles dignos de pena titulares de um h-index=0)  será que não é possível exigir-lhes, que no mínimo, peçam desculpas pelo facto de terem prejudicado seriamente a carreira de centenas de jovens investigadores e por arrasto a competitividade científica de Portugal ? 

PS – No contexto supra revisite-se o post onde se questionou a ética daqueles que chegaram a catedráticos sem o merecerem.

A universidade Lisboeta que uma vez mais (vergonhosamente) se afunda no prestigiado ranking Shanghai

No dia 15 de Agosto de 2023, altura em que foram conhecidos os resultados do prestigiado ranking Shanghai, o único que contabiliza prémios Nobel, critiquei a universidade Nova de Lisboa, por ter caído para o grupo 601-700, ficando abaixo de universidades de países do 3º mundo. 

Hoje foram divulgados os resultados deste ano do referido ranking e constata-se que o que já era mau pode sempre piorar. A universidade Nova de Lisboa, acaba de cair para o grupo 701-800. Isto significa que a referida universidade aparece abaixo de um número muito maior de universidades de países do terceiro mundo. O que é incompreensível já que se trata de uma das universidades que recebe mais dinheiro dos contribuintes Portugueses. 

É evidente que o péssimo resultado da universidade Nova de Lisboa não responsabiliza de forma igual todos os docentes e investigadores daquela, porque as diferentes áreas científicas da Universidade Nova de Lisboa apresentam diferentes desempenhos, como já se tinha visto no ranking Shanghai por áreas de 2023, vide documento síntese, que mostra bem quais são as áreas científicas que são mais, menos ou mesmo absolutamente nada competitivas https://www.docdroid.net/KfZvpEt/2023-shanghai-ranking-tabela-top-500-pdf informação que também daqui a pouco tempo se confirmará no ranking por áreas de 2024. 

Portugal tem agora apenas três universidades no Top 500 do ranking Shanghai, mas isso só pode admirar a quem anda muito distraído e desconhece o facto dos sucessivos Governos deste país terem andado a cortar verbas ao ensino superior. Revisite-se a este propósito o meu post anterior de 9 de Agosto do ano passado onde aparece escrito que:  “o orçamento universitário de 2023, foi inferior ao de 2010, e se os valores forem analisados em percentagem do PIB, então o resultado é ainda mais vergonhoso, pois constata-se que o valor do orçamento das universidades públicas em 2023 é metade do valor de 2010, vide fig 4.2 na página 63 na publicação de Aguiar-Conraria et al.”  

PS – Quem hoje está muito contente com os resultados do ranking Shanghai de 2024 são os Franceses da universidade Paris-Saclay, que subiram três lugares e lideram entre as universidades da Europa Continental. Vide artigo hoje publicado no Le Monde https://www.lemonde.fr/en/france/article/2024/08/15/2024-shanghai-ranking-paris-saclay-university-climbs-in-anglophone-dominated-list_6715722_7.html Sobre este meritório resultado vale a pena revisitar um post de 2020 de título “The Economist__Como a França criou uma universidade para competir com o Massachusetts Institute of Technology” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/09/the-economistcomo-franca-criou-uma.html

A liderança das métricas e o inocente catedrático da UPorto

Reproduzo abaixo o balanço dos 10 posts mais visualizados entre quase 700 publicados ao longo de pouco mais de 2 anos neste blogue. Há 4 posts sobre métricas, três sobre indignas canalhices catedráticas, incluindo o primeiro lugar, dois posts sobre o GPT e um sobre a guerra da Ucrânia.

1 º – Professor Associado com Agregação condenado em processo disciplinar

2º – The first Scopus-indexed publication co-authored by ChatGPT-3

3º – Mais um concurso para um lugar de professor catedrático que exige um h-index mínimo igual ou superior a 15

4º – Um par de canalhas catedráticos

5º – O terror com os processos disciplinares na Academia e a professora universitária que não sabe o que é o assédio sexual

6º – 2023 update of Stanford-Elsevier scientist ranking. Which countries have the highest number of Top Scientists?

7º – France wants the European Union to wage war against bibliometrics

8º – Top 10 countries that are helping the Orc Putin rape, torture, and kill Ukrainian civilians

9º – O mui ilustre Catedrático de Economia titular de um portentoso h-index=0 (zero)

10º – ChatGPT, four questions about science disruption and naive researchers

Um inocente catedrático da UPorto (possuidor de um Scopus h-index=40) foi há poucos dias autor de um artigo no jornal Público onde escreveu sobre métricas. Nele critica os currículos dos investigadores que abusam das auto-citações, mas parece assim esquecer que num tempo em que é muito fácil detectar e remover aquelas, só alguém muito desesperado (e muito pouco inteligente) é que poderá achar que a salvação da irrelevância das suas publicações científicas pode passar pelo abuso de auto-citações.

PS – Também sobre auto-citações vale a pena revisitar o post de 2021 sobre o cientista (nada inteligente) que ficou famoso por se auto-citar numa percentagem de quase 100%. Post esse onde divulguei que entre várias universidades Portuguesas, os investigadores da UMinho eram os que menos recorriam a essa “estratégia” idiota. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/03/o-cientista-que-se-auto-citou-numa.html

Investigadora perseguidora de juízes ensina a importância das “vinculações da ordem jurídica aos interesses em presença”

A tal investigadora implacável que tem o hábito de atacar os juízes do Tribunal Constitucional (leia-se mérito, pois não foi ela, mas antes um magistrado aposentado que afirmou que o TC não cumpre os mínimos exigíveis para a dignidade de um tribunal“) entendeu dar, através do caderno principal do Expresso, uma breve lição de Direito Constitucional, onde ensina algo que parece que muitos não conseguem compreender, sejam eles, leitores daquele semanário sem qualquer formação jurídica, sejam eles advogados, magistrados ou lentes de Direito. Do resumo da lição extrai-se que é absolutamente inútil a protecção da lei se dessa protecção advém a morte.

PS – Trata-se da mesma investigadora que no passado mês de Fevereiro escreveu sobre a criminalização do enriquecimento ilícito. Vide post “A adiada criminalização do enriquecimento ilícito e os juízes preguiçosos”

A pergunta mais importante que pode existir e a inevitável tragédia europeia

No passado mês de Maio, comparei o desempenho de três modelos de IA generativa, quando questionados sobre qual era a pergunta mais importante que pode existir. 

Na resposta a esse pedido, um dos referidos modelos (Scopus AI) listou várias publicações, nomeadamente uma de título Attention is All You Need“, que não só tornou os seus autores super-ricos, mas que em apenas 7 (sete) anos recebeu mais de 50.000 citações na referida plataforma, o que é um feito extraordinário, pois quando se analisam as mais de meio milhão de publicações, produzidas em Portugal e indexadas nessa plataforma, constata-se que nunca houve alguma que tivesse chegado perto de 50.000 citações. O artigo mais citado de sempre, com co-autoria de um cientista Português é um artigo de titulo “The electronic properties of graphene“, onde participou um catedrático da Universidade do Minho e dois vencedores do prémio Nobel da Fisica, artigo esse que até hoje recebeu 21.000 citações. 

Curiosamente há poucos dias atrás, um artigo publicado na prestigiada revista Nature, fazia referência à tal altamente citada publicação, de título “Attention is All You Neeed“. Nesse artigo fica-se a saber que são de nacionalidade Norte-Americana e Chinesa as empresas que andam a publicar os artigos mais citados na área da inteligência artificial. As empresas europeias, essas parece que andam a ver passar os comboios, ao invés de prestarem a devida atenção aquilo que é não só muito importante como até crucial para o futuro da economia europeia, sobre o qual pairam várias ameaças.

PS – No contexto supra vale a pena revisitar o post do passado dia 14 de Junho “Os políticos Portugueses são distraídos ou padecem de tacanhez mental profunda?

A prova de um recorde (mundial) inquebrável

No inicio de Novembro passado, produzi um post que na altura pode ter sido difícil de compreender, se não mesmo impossível, porque não continha dados suficientes para provar uma afirmação, que foi feita na parte final do mesmo. Afirmei então que na minha área científica, não havia ninguém, no Planeta Terra, com mais livros indexados na conhecida plataforma Scopus do que eu e que esse recorde era muito difícil de quebrar https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/11/amazon-livros-mais-vendidos.html

Essa prova faço-a agora, passados 9 meses. Quando se faz uma pesquisa nessa plataforma descobre-se que o terceiro lugar mundial, dos autores com mais livros indexados na minha área, é ocupado por diversos autores que possuem um total de 12 livros indexados, mas é irrelevante saber quem são eles, e qual a sua dinâmica de produção, porque mesmo que de repente (o que é muito pouco provável) começassem a produzir três livros por ano, já não conseguiriam quebrar o referido recorde, até 2029, o ano da minha aposentação.

O único e verdadeiro perigo, está no catedrático (de uma universidade da Austrália) que ocupa o 2º lugar mundial, titular de um impressionante Scopus h-index=94, e que possui 20 livros indexados. Sucede porém que ele necessitou de 20 anos para os produzir, pelo que não será agora, com os seus quase 70 anos de idade, que irá passar a produzir a um ritmo 300% superior ao que produziu nas últimas duas décadas. Mas mesmo que por algum milagre, esse improvável viesse a ter lugar, nem assim ele conseguiria quebrar o meu recorde, pela simples razão, que eu ainda não parei, nem irei tão cedo parar de produzir. 

Um escândalo académico: A produção conjunta de várias universidades públicas é inferior à de um certo Politécnico

No inicio de 2023 divulguei uma análise levada a cabo na conhecida base de dados Scopus sobre a produção de livros indexados, durante o biénio 2021 e 2022, desagregada por várias dezenas de instituições de ensino superior públicas, uma área onde recorde-se Portugal apresenta um desempenho deprimente, pois como revelei na altura, a Universidade de Oxford, produziu nesse biénio, mais livros indexados, do que todas as instituições de ensino superior Portuguesas juntas.

Nessa sequência apresenta-se agora a produção de livros indexados na Scopus durante o ano de 2023. Desta vez porém os resultados, que abaixo se reproduzem, são apresentados em bruto, sem normalização relativamente ao número de ETIs. Ainda assim é escandaloso constatar que a universidade do Porto tenha produzido menos do que o Politécnico do Porto e que espantosamente, esta instituição tenha conseguido produzir mais do que várias universidades públicas juntas. 

Não menos escandaloso é o facto de haver instituições, que no biénio 2021-2022, produziram zero e agora também, o que representa três anos consecutivos com uma produção de livros nula. Um evidente atestado público de incapacidade. Enquanto isso a pequena universidade de Oxford, foi capaz de em 2023 produzir mais livros indexados do que todas as universidade e Politécnicos Portugueses juntos (públicos e privados).

U.Aveiro…………30  livros

U.Lisboa…………30

U.Nova…………..23

U.Coimbra………18

U.Minho…………17

Pol. Porto…….…16

U.Porto…….……13

ISCTE…………….8

IPCA…………..….6

UALG……………..4

U.Madeira………..3

UBI………….….…2

Pol. Setubal………2

Pol. V.Cast………..2

Pol. Santarém…….2

Pol. Viseu…..….…2

Pol.Guarda.……….2

Pol. Leiria…..……..2

U.Évora…….….…2

Pol. Bragança…….2

Pol. Portalegre…..1

U.Aberta………….1

UTAD………..……0

Pol. Lisboa…..…..0

Pol. Coimbra……..0

UAçores………..…0

Pol. Beja….………0

Pol. Tomar………. 0

Pol. C.Branco….…0

PS – Em tempos troquei bastantes mensagens com um conhecido professor do Politécnico do Porto, que muito lamentávelmente faleceu em 2021 https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/faleceu-o-co-autor-do-livro-mais-citado.html

A highly controversial perspective on the future decline of human intelligence

Recently, a professor affiliated with Ghent University and the University of Zurich authored a paper in the Elsevier journal Futures, titled “The dysgenics objection to longtermism“. The paper posits that genetic factors could lead to a decline in future intelligence, resulting in a reduced moral status for future generations. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0016328724001009#sec0040

The correlation between cognitive capacity and moral status is highly controversial, to say the least. For instance, those responsible for the 2008 world economic collapse were not lacking in intelligence; they were, in fact, highly intelligent individuals who made decisions that had catastrophic consequences.

Additionally, there is evidence suggesting that having a population with a high concentration of highly intelligent individuals may not always be beneficial. In 2020, The Economist published an intriguing article (that I cited in a previous post) about the potential dangers of a country having too many intelligent people https://www.economist.com/finance-and-economics/2020/10/22/can-too-many-brainy-people-be-a-dangerous-thing

New Study Challenges the Accuracy of Clarivate’s Highly Cited Researchers List

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/05/the-sad-story-of-super-scientist-who.html

Following up on the poignant story of a distinguished scientist’s aspiration to become a European champion, I recommend reading a recent and insightful paper published in the journal Scientometrics. Authored by a renowned Stanford professor, the paper is titled “Evolving Patterns of Extreme Publishing Behavior Across Science.” 

This study analyzed extreme publishing behavior, defined as having over 60 articles indexed in Scopus in a single year. It identified 3,191 authors with such behavior in various sciences (excluding Physics) and 12,624 in Physics.  China has consistently held the highest number of hyperprolific, nearly hyperprolific, and extremely prolific publishing authors for many years. Additionally, there have been significant increases in such authors in Thailand, Saudi Arabia, Spain, India, and other countries. https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-024-05117-w#Sec10

The study concludes that “counting citations without adjusting for co-authorship patterns may be highly problematic.” This finding corroborates previous studies by Koltun and others, providing compelling evidence that Clarivate’s Highly Cited Researchers list is flawedhttps://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/evaluating-researchers-in-fast-and.html

In this context, several crucial questions must be asked: Why do those responsible at Clarivate refuse to correct their flawed Highly Cited Researchers List? Is it because doing so would most significantly impact Chinese researchers, leading to a substantial drop of Chinese universities in the Shanghai Ranking, which relies on that list? But why would China require such condescending favor from Clarivate Analytics when they have already demonstrated the capability to ascend to the top of the innovation race through their own merit?

Declaration of Competing Interests: I declare that my scientific field, civil engineering, is being discriminated against by Clarivate’s Highly Cited Researchers List. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/11/why-is-clarivate-analytics-favouring.html

PS -There is only one global scientist ranking that fulfills three key criteria: precise name disambiguation, exclusion of self-citations, and the use of fractional counting. Furthermore, it remains unbiased across all scientific disciplines.

Ciência confirma a elevada perigosidade de uma decisão do Governo Português

No passado dia 25 de Janeiro, elogiei um artigo publicado na revista da Ordem dos Engenheiros, de um nada modesto (e corajoso) catedrático de engenharia da universidade do Porto (que simultaneamente consegue honrar a Academia e a Engenharia), o qual entre outras coisas, classificou como medíocre a decisão do primeiro Governo de António Costa, de querer esburacar o Interior de Portugal na extração mineira do lítio, pois é mais que evidente que se houvesse elevadas reservas de lítio na Comporta ou na Quinta da Marinha, jamais algum Governo deste país se atreveria a tentar explorá-las.

Pois bem, muito recentemente a prestigiada revista Science publicou um artigo onde se pode ler, que os habitantes das zonas próximas de resíduos das minas, respiram ar carregado de poeiras tóxicas e também que a verdadeira extensão dos nefastos efeitos para saúde daqueles só agora se começa a perceber. https://www.science.org/doi/10.1126/science.adr9387

Nele se pode ler que as partículas tóxicas podem ser transportadas pelo vento até a uma distância de quase 70 quilómetros. Trata-se de um valor que é mais do dobro daquele mencionado num outro estudo de investigadores Norte-Americanos, que eu divulguei há quatro anos atrás https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/07/mina-provoca-contaminacao-com-metais.html

E antes disso, já tinha divulgado um outro estudo, realizado por investigadores Portugueses, que concluiu que uma certa localidade do concelho da Covilhã, apresenta níveis de contaminação que excedem em 2000% os limites legais https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/contaminacao-de-mina-excede-em-2000.html

Declaração de interesses – Declaro que entre 2019 e 2021 publiquei 18 posts no meu primeiro blogue, onde critiquei as medíocres decisões sobre a exploração mineira do lítio do Governo hipócrita do Alfacinha António Costa. Reproduzo abaixo os links dos três posts que obtiveram mais visualizações. 

1º – https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/10/os-cientistas-simploriosjose-gomes.html

2º – https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/secretario-de-estado-galambaignorante.html

3º – https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/06/as-razoes-secretas-porque-o-primeiro.html

PS – Espero para ver se o actual Governo, consegue ter a coragem suficiente para fazer aquilo que o anterior manifestamente não teve, de obrigar uma certa e arrogante casta (cujas mordomias os Portugueses são obrigados a sustentar) a ter de sair de Lisboa, ou se pelo contrário e à semelhança do cobarde anterior, também vai agir como se o Interior do país só servisse para ser esburacado e para suportar a toxicidade de resíduos de minas.