Magistrado acusa a justiça de garantir a impunidade dos corruptos

Ainda na sequência de um post anterior de título “Um dia sagrado para os campeões da ladroagem na Corruptocracia Portuguesa” é sem surpresa que é agora possível ler no blogue, de um corajoso magistrado aposentado, que aquele acusa a justiça Portuguesa de garantir a impunidade dos corruptos deste país, a propósito de um processo, em que o Ministério Público deduziu 54 crimes, mas relativamente aos quais o juiz Ivo Rosa, (o mesmo que dizem “provocou uma queda abrupta na confiança nos tribunais“) fez agora desaparecer nada menos do que 46 crimes, alegando que esses crimes já prescreveram https://portadaloja.blogspot.com/2023/03/garantias-de-impunidade-para-corruptos.html

PS – Recorde-se que em Portugal, mesmo relativamente aqueles que são condenados pela justiça pelo crime de corrupção, a esmagadora maioria é condenada a uma pena suspensa, e o produto dos crimes, muito raramente é declarado perdido a favor do Estado (como acontece nos países do Norte da Europa) em boa verdade mais de 99% desse dinheiro continua nos bolsos dos corruptos

An exiled Chinese activist and a Portuguese philosopher’s insights about the burden of primacy

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/02/study-by-researchers-of-several.html

Continuing from my earlier post on February 5, 2022, discussing a study conducted by researchers from various countries highlighting the impact of genetic inheritance on one’s connection to nature (refer to the provided link above), I would like to share below some insights from philosopher Soromenho-Marques.

He is a professor at the University of Lisbon, and his thoughts were recently featured in the special 33-year anniversary issue of the newspaper Publico, centered around the theme of Life and Death. This particular edition was curated by the renowned Chinese artist and activist Ai Weiwei, currently residing in Portugal along with his feline companions:

“…We are newcomers. Our species is taking its first steps on this planet. This thesis that we have to protect nature is a reversal of the burden of primacy. We are part of nature and we depend on it…..Is this apparent generosity a proposal that ends up hiding something not so noble, which is our inability to control ourselves? The inability to manage the death drive that inhabits us?…”

Com a devida vénia

Na sequência de um post anterior, de Agosto de 2020, com o título “Presidente Marcelo felicita Português campeão de cuspir a maior distância” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/08/presidente-marcelo-felicita-portugues.html reproduzo abaixo, com a devida vénia, as inspiradas palavras do catedrático de filosofia da universidade de Lisboa, Soromenho-Marques, publicadas hoje na página 21 do jornal Público:

“Nós somos recém-chegados. A nossa espécie está a dar os primeiros passos neste planeta. Esta tese de que temos de proteger a natureza é uma inversão do ónus da primazia. Nós somos parte da natureza e dela dependemos…..Será que esta aparente generosidade não é uma proposta que acaba por ocultar algo pouco nobre, que é a nossa incapacidade de autocontrolo? A incapacidade de gerirmos a pulsão de morte que nos habita?

Declaração de interesses – Declaro que em 2019 já tinha elogiado o catedrático Soromenho-Marques, num post de título “Duelo de catedráticos__Seriedade contra cinismo e hipocrisia” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/12/duelo-de-catedraticosseriedade-contra.html

PS – O jornal Público de hoje, é uma edição Especial que celebra o 33.º aniversário e que tem como Director convidado o conhecido Ai Weiwei, o mesmo que diz coisas que a alguns podem parecer provocatórias, como quando agora afirma que “O Ocidente perdeu a capacidade de sofrer“, mas que a mim porém me soam a evidências, atento aquilo que há vários meses atrás foi escrito aqui. 

Os investigadores que escondem os aspectos negativos das suas descobertas científicas

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/07/geopolimeros-rigor-cientifico-e.html

Na sequência de um post anterior, sobre rigor científico, marketing e publicidade enganosa na área dos geopolímeros (acessível no link acima) e principalmente na sequência de um recente artigo, de investigadores italianos, que foi publicado há 5 dias atrás, versando a utilização de geopolímeros em aplicações biomédicas, nomeadamente na “reparação” de tecido ósseo, https://www.mdpi.com/2073-4360/15/5/1087 é extremamente positivo constatar, que ao contrário de outros investigadores, pouco rigorosos, especialistas em dourar a pílula, que escondem sempre que podem qualquer aspecto negativo de uma qualquer investigação, estes ao contrário e de forma muito ética fizeram questão de não deixar de apontar as limitações dos referidos materiais, constituindo assim uma excepção à regra enunciada em 2017 por um catedrático da universidade de Toronto, a qual dita que na Ciência, não há cientistas Santos. E essa santidade é tanto menor quanto maior é o poder relativo daqueles, pela simples razão que há muito se sabe que o poder corrompe, como também muito infelizmente o prova de forma cabal, o trágico suicídio de jovens investigadores https://www.theguardian.com/science/head-quarters/2017/aug/10/the-human-cost-of-the-pressures-of-postdoctoral-research

Por uma curiosa coincidência, também há exactamente 5 dias atrás a revista The Economist, num longo artigo de 4 páginas, apontou o dedo à fraude existente em muitas publicações científicas, nomeadamente aquela fraude totalmente descontrolada de uma certa área científica https://www.economist.com/science-and-technology/2023/02/22/there-is-a-worrying-amount-of-fraud-in-medical-research situação extremamente grave, e até bastante perigosa, que aconselha um prudente cepticismo, especialmente na comunidade científica, sobre putativas e quase salvíficas descobertas científicas, que podem depois acabar por revelar-se tão (pouco) salvíficas, como aquela famosa invenção revolucionária, que muito ironicamente até era baseada em nada menos de 100 (cem) patentes https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/universities-should-stop-producing.html

The meaning of a panoramic painting almost 70 meters long depicting the rape of women…

On December 16 i wrote a post wondering about the real reasons behind the Chinese patience concerning the fact that Russia has stolen 1 million km2 of Chinese territory https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/12/how-much-longer-will-china-endure-theft.html and since then i have been tracking how this historical event is being brought to life. And yesterday, on the first anniversary of the Russian invasion of Ukraine, the blog “Democracy Paradox” did mention that “China might demand its territory back from Russia“.

Of course, it remains to be seen whether this will happen in the short or medium term, but what is certain is that the best proof that the Chinese have not forgotten (and do not intend to forget) the theft of their own territory is provided by the Aihui History Museum (where Russian visitors cannot enter) that displays a 69-metre-long panoramic painting depicting “Cossacks raping (Chinese) women, driving Chinese into the river at bayonet-point and machine-gunning those in the water” which (not coincidentally) was also recently mentioned in an article published on February 2 in The Economist https://www.economist.com/china/2023/02/02/why-vladimir-putin-is-not-a-pariah-in-china

PS – I wonder why scientists in the field of psychology have still not been able to explain the Russian soldiers’ obsession with rape, which has reached its extreme, in what is considered the greatest phenomenon of mass rape in all of history, in which almost 2 million German women between the ages of 8 and 80 were brutally raped by the Soviet army, many of whom were repeatedly raped by dozens of soldiers, as I had already mentioned in a previous post from February 23, 2022, just one day before the invasion of Ukraine began https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/02/putin-and-greatest-mass-rape-phenomenon.html

Eurojust’s first report on corruption – Latvia, Luxembourg, and Malta are by far the countries with more corruption cases

In the context of the recent Qatargate bribery scandal in the European Parliament, it is necessary to put things in perspective and take a look at the European countries with the most cases of corruption. However, as it makes no sense to compare countries with less than 1 million inhabitants with countries with tens of millions, see below the list of corruption cases per million inhabitants according to Eurojust’s first report on corruption (link below):

Poland…………….1 corruption case per million population

Denmark………….1

Germany…..……..1

France……….……1

Spain……….…….2

Finland……….…..2

Sweden……….….2

Belgium……..…..3

Portugal………….3

Ireland……..……3

Czech Rep……….3

Netherlands…….3

Hungary…….…..4

Austria….……….5

Slovakia…………5

Romania…..……5

Bulgaria…..…….6

Lithuania……….7

Slovenia…..…….7

Estonia…..………9

Croatia…….……10

Greece……..……11

Latvia………….29

Luxembourg..31

Malta…………..34

https://www.eurojust.europa.eu/news/eurojust-publishes-first-report-corruption-number-cross-border-cases-rises

PS – Back in 2020 i made an unorthodox proposal to tackle corruption on the grounds of toxicity here https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/07/phd-thesisuniv-of-london-establishing.html

Produção de livros indexados na Scopus durante o biénio 2021-2022 por instituição

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/05/producao-de-livros-indexados-na-scopus.html

Ainda na sequência do post anterior, acessível no link supra, relativo à produção de livros indexados na plataforma Scopus, respectivamente durante o quinquénio 2017-2021 e durante o triénio 2019-2021, lista-se abaixo o desempenho das instituições de ensino superior Portuguesas, relativamente à produção durante o biénio 2021-2022

U.Aveiro………………4  livros por cada 100 docentes ETI 

U.Madeira…………….4

ISCTE………………….3

U.Nova…………………3

U.Minho……………….2

U.Coimbra…………….2

Pol. Setúbal…………..1

Pol.Porto……………….1

U.Évora………………..1

UBI………………………1

U.Lisboa……………….1

U.Porto…………………1

UTAD…………………..1

Pol. Coimbra…………1

Pol. Viseu……………..1

UAçores……………….1

Pol. Santarém………..1

IPCA……………………1

Pol. Leiria…………….1

UALG…………………..1

Pol. Lisboa…………..0

U.Aberta………………0

Pol. Bragança……….0

Pol. Beja………………0

Pol. Tomar……………0

Pol. Portalegre………0

Pol. Guarda…………..0

Pol. V. Castelo………0

Pol. C.Branco……….0

Os resultados da produção durante o biénio 2021-2022, são absolutamente deprimentes, mas muito pior do que isso, não produzem quaisquer consequências, porque no ensino superior Português, existe o estranho hábito (leia-se mexicanização) de favorecer em sede de Orçamento, as instituições que menos produzem, Aguiar-Conraria dixit.

PS – Tenha-se presente que no biénio 2021-2022, a Universidade de Oxford, que recorde-se é menor do que a universidade de Lisboa, produziu mais livros indexados na plataforma Scopus, do que todas as instituições de ensino superior Portuguesas juntas. Tenha-se também presente que o catedrático Português, que mais tem ajudado Portugal na produção de livros indexados é um catedrático da universidade de Aveiro, que eu já tinha mencionado num post anterior, onde critiquei a Ordem dos Engenheiros.

Os médicos que fazem o grande sacrifício de receber mais de 10.000 euros por mês, só para estarem de prevenção

Parte não menos escandalosa da noticia divulgada hoje pela revista Sábado, sobre dois médicos dos Hospitais de Coimbra, que recebem mais de 10.000 euros/mês, sem sequer precisarem de trabalhar, é que o Director da unidade de Medicina Transfusional, contactado pela revista Sábado, mandou dizer que esses dois médicos até estão a fazer um “sacrifício” pessoal, por aceitarem não gozar folgas e ainda que aqueles dois foram os únicos que aceitaram essa escala de prevenção, porque alega, outros médicos foram contactados e recusaram fazer esse grande “sacrifício” !

E para que o Portugueses tenham bem presente os grandes “sacrifícios” feitos pela classe médica, ontem mesmo, o Sr. Bastonário da Ordem dos médicos, talvez achando, que a Arábia Saudita, tão satisfeita que está com o desempenho do Ronaldo, decidiu abrir uma linha de crédito de juro zero e valor ilimitado a Portugal, veio esta semana a terreiro, exigir elevados aumentos de remuneração para os médicos, a par de outras exigências, que incluem, a possibilidade de aposentação mais cedo (porque pasme-se alega aquele a medicina é uma profissão de desgaste rápido, o que é falso em face da elevada atracção dos jovens por aquela profissão, ao contrário do que sucede na China, onde a regra geral é ganharem pouco e apanharem muita pancada), e ainda uma redução do IRS, uma progressão mais rápida na carreira e até mesmo um apoio habitacional (leia-se casa paga). Porém, talvez por modéstia, o Sr Bastonário da Ordem dos Médicos, fez o favor de não exigir que todos os médicos passem a ganhar 10.000/mês, só para estarem de prevenção, como aquelas duas, supracitadas, generosíssimas alminhas dos Hospitais de Coimbra. 

Para além do despautério das referidas exigências (pois os médicos especialistas Portugueses até já ganham mais, face ao salário médio, do que os especialistas médicos da Holanda, da Islândia e da Finlândia), é muito grave que o Sr. Bastonário da Ordem dos Médicos, indecorosamente travestido de sindicalista, assim mostre não saber qual é a diferença entre uma Ordem e um Sindicato, e que se de facto um Sindicato pode exigir aumentos para os seus associados (mesmo irrazoáveis ou até completamente absurdos), a uma Ordem Profissional compete sobretudo exercer acção disciplinar, que é coisa a que a Ordem dos médicos não parece dedicar muitas energias, pois só isso parece conseguir explicar a existência de milhares de processos disciplinares contra médicos, que infelizmente e muito misteriosamente ainda aguardam resolução https://www.publico.pt/2018/08/13/sociedade/noticia/quase-dois-mil-processos-contra-medicos-a-espera-de-resolucao-1840776

Declaração de interesses – Declaro que tenho uma especial predileção para criticar médicos, vide por exemplo o post de título Será que a missão da medicina é utilizar os doentes para fazer dinheiro ?” ou aquele outro de título “A grande mamata médica”  sobre os médicos que se aposentaram, mas que voltaram novamente a ser contratados a ganhar mais do triplo, o que constitui prova cabal que afinal não estão nada desgastados. Mamata essa que desgraçadamente se soma aquela outra, inconcebível e inaceitável, que foi divulgada pelo Expresso no artigo de título “SNS utilizado para turismo médico grátis” onde se ficou a saber que os Portugueses andam a suportar gastos efectuados por turistas, inclusive de países ricos, que vem a Portugal unicamente para buscar medicamentos (caros) de borla.

PS – Infelizmente, e no que respeita a Bastonários, não é só o supino hipócrita da Ordem dos Médicos que merece elevada censura, pois também o Bastonário da Ordem dos Advogados (outra Ordem campeã de processos disciplinares atrasados), agiu de forma muito pouco digna. Felizmente porém que alguns advogados, como o conhecido advogado Teixeira da Mota (vide por exemplo a sua corajosa denúncia que divulguei noutro blogue), repudiaram publicamente que esse Bastonário, tivesse andado a berrar como se fora uma peixeira, contra alterações da lei que visam afinal salvaguardar o superior interesse público https://www.publico.pt/2023/02/11/opiniao/opiniao/pais-dinossauros-excelentissimos-deerres-2038496

The first Scopus-indexed publication co-authored by ChatGPT-3

Continuing the thread initiated on December 22nd, titled “We envision a world where everyone, no matter their profession…” can have immediate access to dozens of experts”, and building upon a more recent post on January 23rd regarding the “omnipresent” and nearly omniscient artificial intelligence model, ChatGPT-3, and its intriguing insights into The Value of Life for an Elderly Person in a Coma, I am now presenting the findings of a search conducted today on the Scopus database.

Among the over 80 million scientific publications indexed on the platform, a noteworthy publication by a researcher at the University of Manchester has surfaced. The paper, titled “Open Artificial Intelligence Platforms in Nursing Education: Tools for Academic Progress or Abuse?” features ChatGPT-3 as the second author.

In light of this pivotal and consequential development, I am revisiting the three questions I posed in a previous post on August 14, 2020, where I commented on an article in The Economist that highlighted the AI model’s ability to produce texts indistinguishable from human-authored content for the first time:

let´s imagine that a human improved a text generated by GPT-3, can we really say that the improved text has two co-authors ?  Or should it be that GPT-3 is the only real author and that the human contribution was a minor one and needs only to be mentioned in the acknowledgment section ? But taking into account the intrinsic human narcissism (especially in the academic field, as per Brunell et al. (2011) findings), is it possible to believe that humans are capable of admitting that they had a minimal contribution to an article and that the merit belongs exclusively to GPT-3?” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/08/is-artificial-intelligence-leading-us.html

PS – On page 56 of The Economist, in the issue dated 4-10 February 2023, an article on the AI race discusses the challengers of ChatGPT, described as “the fastest-growing consumer application in history.” The accompanying image (No. 3) reveals that Amazon and Meta “respectively produce two-thirds and four-fifths as much AI research as Stanford University… Alphabet and Microsoft churn out considerably more.” This raises the pertinent question: In a world rife with research misconduct, how can we trust a corporation’s research results (Consider the precedents of Nikola, Theranos, or Volkswagen corporate frauds), especially when negative outcomes could precipitate a sharp decline in stock value or even bankruptcy?

A primeira publicação indexada na Scopus que tem o ChatGPT-3 como co-autor

Na sequência do post de 22 de Dezembro com o título “Missão__Garantir que qualquer ser humano disponha de forma permanente do acesso ao conselho de dezenas de especialistas”, e principalmente na sequência de um post mais recente, de 23 de Janeiro, sobre o “omnipresente” (e quase omnisciente) modelo de inteligência artificial, ChatGPT-3, sou a divulgar o facto, de uma pesquisa efectuada hoje, na base Scopus, revelar que entre as mais de 80 milhões de publicações científicas, indexadas naquela plataforma, já se encontra uma publicação, de uma investigadora da Universidade de Manchester, de título “Open artificial intelligence platforms in nursing education: Tools for academic progress or abuse?” na qual o ChatGPT-3 aparece como segundo autor. 

Sobre este evento, primordial, substancial e problemático, sou a recordar as três questões, que formulei num post anterior de 14 de Agosto de 2020, quando comentei um artigo da revista The Economist, que pela primeira vez, noticiou a capacidade do referido modelo de inteligência artificial, produzir textos que pareceriam ter sido escritos por humanos:

let´s imagine that a human improved a text generated by GPT-3, can we really say that the improved text has two co-authors ?  Or should it be that GPT-3 is the only real author and that the human contribution was a minor one and need only to be mentioned in the acknowledgment section? But taking into account the intrinsic human narcissism (especially in the academic field, as per Brunell et al. (2011) findings), is it possible to believe that humans are capable of admitting that they had a minimal contribution to an article and that the merit belongs exclusively to GPT-3?  https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/08/is-artificial-intelligence-leading-us.html

PS – Na página 56 da revista The Economist, edição de 4 a 10 de fevereiro de 2023, num artigo sobre a corrida de IA e os adversários do moxdelo ChatGPT-3, há uma imagem (nº3) mostrando que a Amazon e a Meta “produzem respectivamente dois terços e quatro quintos dos artigos de IA da Universidade de Stanford…Alphabet e Microsoft produzem bastante mais…“. E isso torna inevitável a seguinte questão: Num mundo em que a falta de integridade na investigação científica cresce de forma acelerada, como é que é possível confiar na integridade dos resultados das investigações de corporações (vide as fraudes da Nikola, da Theranos e da Wolkswagen), se resultados negativos podem levar a uma forte diminuição do valor das suas acções ou até mesmo à sua falência?