Os secretos (catedráticos) assediadores da Universidade de Lisboa

A imprensa noticia hoje que o Reitor da Universidade de Lisboa, “instruiu” os docentes e investigadores daquela universidade, para não responderem a um inquérito em curso que visa proceder a um levantamento de casos de assédio. Questionado pela imprensa o catedrático Reitor mandou dizer que fez o que fez, apenas porque não sabe a que se destina o referido inquérito. https://observador.pt/2023/06/05/docentes-acusam-reitor-de-lisboa-de-censurar-estudo-sobre-assedio/

Aquilo que se me oferece dizer, sobre a inusitada “instrução” do catedrático Reitor da Universidade de Lisboa (que num país a sério já lhe teria valido a renúncia de funções) é que deveria renunciar, para que pelo menos se pudesse dizer que nesse capítulo a Universidade de Lisboa, já segue as melhores práticas internacionais. Infelizmente a realidade é outra, muito diferente, tendo sido descrita de forma sucinta mas rigorosa, hoje mesmo pelo João Miguel Tavares, relativamente a um desgraçadamente famoso caso de assédio por parte de um não menos famoso catedrático, num artigo que concluiu da seguinte forma: “Numa instituição profundamente endogâmica como é o caso da universidade portuguesa, cheia de gente em situação precária e com senhores professores doutores todo-poderosos, não há milagres. Onde há excesso de poder há abusos, e onde há abusos há assédio, seja ele sexual ou laboral” https://www.publico.pt/2023/06/06/opiniao/opiniao/machismo-estrutural-boaventura-sousa-santos-2052333

Declaração de interesses – Declaro que sou culpado, de há uma década e meia atrás, ter informado a Inspecçáo do Ensino Superior, sobre o facto de na instituição onde então trabalhava, ter havido alunos que num inquérito se queixaram de ..relacionamentos entre professores e alunas em troca de notas….”Declaro ainda que também sou culpado de já ter escrito vários posts onde os catedráticos nacionais são tratados de forma pouco simpática, como por exemplo em Junho de 2022 ou em Outubro de 2022, no post de título “A vingança (cobarde) dos catedráticos”.

Uma economia muito competitiva que é afinal baseada em trabalhadores (e estudantes) fortemente drogados ?

Entre os vários artigos interessantes, que integravam o penultimo número da revista The Economist, não se contava apenas aquele na página 67, que visava responder à questão O que farão os humanos num mundo com uma inteligência artificial ultra-poderosa? que eu mencionei num post recente aqui https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/06/chatgpt-ajuda-reduzir-substancialmente.html

Havia também um outro na página 69, onde se dá conta que a escassez do medicamento neuroestimulante Adderall (que é proibido em vários países pois possui um elevado potencial para criar dependência), pode estar associada a uma quebra de produtividade dos Estados Unidos https://www.economist.com/finance-and-economics/2023/05/25/what-performance-enhancing-stimulants-mean-for-economic-growth

Uma hipótese explicativa poderia passar pela elevada pressão dos empregadores daquele país, que no ano passado já tinha merecido um outro artigo na mesma revista, pelo facto daqueles até “aconselharem” os empregados a tomar drogas psicadélicas para aumentar a criatividade. https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/06/os-patroes-que-aconselham-os-empregados.html

Porém isso não explicaria o facto do abuso de neuroestimulantes nos EUA, se iniciar logo nos bancos da escola, como o comprova o facto de um estudo recente ter concluído que quase 25% dos estudantes daquele país consumem o referido Adderall (ou outro neuroestimulante similar) https://nypost.com/2023/04/18/teens-abusing-aderrall-bought-online-amid-national-shortage/

ChatGPT can help cut billions in healthcare costs

The email below that I received from WordPress two days ago, informs that the most viewed posts during the past month of May were about ChatGPT. Regarding this GPT viewer “monopoly”, it should also be borne in mind that the two champion posts from the first 5 months of 2023 are also both related to ChatGPT:

1º – https://pachecotorgal.com/2023/02/11/the-first-scopus-indexed-publication-co-authored-by-chatgpt-3/

2º – https://pachecotorgal.com/2023/03/24/chatgpt-questions-about-science-disruption-and-naive-researchers/

Still, on GPT and AI, it’s worth remembering that the penultimate issue of The Economist, brought on page 67, an article (with some disturbing predictions), which intended to answer the question, What would humans do in a world of super-AI? 

Unfortunately, the article has taken an excessively economic approach (which justifies its insertion in the Finance & Economy section) but it is a pity that it was not less economic and more psychological, helping to understand, for example, how an ultra-powerful artificial intelligence can contribute to help combat loneliness in older (and non-elderly) people, whose side effects include an increased risk of heart disease and stroke. Because AI (even without being ultra-powerful) can contribute to substantially reducing countries’ spending on healthcare, as one can read in an article recently published by Forbes. ​Let´s not forget that ​in America alone (representing just ​4% of the world population)​​ heart disease and stroke kill more people than all forms of cancer combined, almost 1 million people annually, and cost more than $​4​00 billion a year in medical costs and lost productivity​ !​


De: WordPress.com 
Enviado: 2 de junho de 2023 18:14
Para: F. Pacheco Torgal
Assunto: Your Maio Site Stats for Pacheco-Torgal

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ChatGPT analisa como será Por…

The high capabilities of GPT-4…
  

Catedrático acusa Governo de ajudar a roubar os Portugueses

O Director do jornal Público, David Pontes, critica hoje, a decisão do Governo de António Costa, de terem baixado a taxa de juro dos Certificados de Aforro, assim fazendo exatamente aquilo que os bancos tinham exigido há pouco tempo. No artigo é referido o facto dos bancos Portugueses serem, os segundos piores em toda a Europa, no que respeita a pagar juros e pior do que isso da margem financeira dos bancos nacionais já ter aumentado 950% na comparação com os bancos do resto da Europa https://www.publico.pt/2023/06/03/opiniao/editorial/certificados-aforro-financas-imperiais-2052125

Não há porém nenhuma novidade naquilo que hoje escreve o Director do jornal Público, pois o mesmo já tinha sido escrito pelo catedrático da universidade do Minho, Luís Aguiar-Conraria, num artigo no caderno principal do Expresso, publicado na passada sexta-feira. Onde disse inclusive que “o que se passa com as taxas de juro dos depósitos bancários em Portugal é um escândalo“, não se coibindo sequer de acusar os bancos nacionais de terem um comportamento “igual ao de um cartel“, leia-se uma organização criminosa, cujo único objectivo é a roubalheira. A única coisa que porém andava a dificultar a vida ao dito cartel eram os Certificados de Aforro, remunerados a 3.5%, que o Governo entretanto acaba de mandar suspender, assim contribuindo para facilitar ainda mais a roubalheira do referido cartel.  https://www.publico.pt/2023/06/04/politica/cronica/certificados-aforro-banca-pediu-governo-cedeu-2052139

Declaração de interesses – Declaro que em 2021 escrevi, será que os restaurantes não deviam ser obrigados a informar os clientes, sempre que um, Administrador bancário esteja a almoçar ou a jantar no seu estabelecimento,  para que esses clientes possam decidir se querem ou não refeiçoar perto de tão repugnante presença?

PS – Há três anos atrás já tinha comentado a roubalheira permanente, de milhares de milhões de euros, que os Portugueses sofrem às mãos dos cartéis https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/12/ser-roubado-todos-os-dias.html

“Eu quero administrar uma merda qualquer”

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/05/os-portugueses-ficam-finalmente-saber.html

Ainda sobre o escandaloso conteúdo da reportagem supra, de 11 de Maio, e dos parasitas lá mencionados, se dúvidas ainda houvesse sobre o que é que realmente move a classe politica que tem andado a lixar este país nos últimos 50 anos, elas rapidamente se dissipam com a leitura das escutas do processo judicial Tutti-Frutti, onde há por exemplo o caso de uma girl (do PSD), sem papas na língua, que exigia “administrar uma merda qualquer” porque alegava “Eu ´tou-me a cagar, eu quero é ordenado“, como se pode ler num artigo da revista Sábado desta semana, sobre uma senhora, que afirma a referida revista, “tem uma carreira de tachos”. 

Hoje no jornal Público, o mesmo corajoso e cáustico António Barreto, que há poucas semanas atrás escreveu muito acertadamente sobre a “miséria moral” do caso TAP, escreve hoje sobre os políticos infames que são movidos por um “espirito de predador sem remorsos“, o que confirma, aquilo que eu próprio escrevi no passado, sobre o sistema politico Português, ser um sistema vergonhoso, cuja única preocupação consiste em desviar dinheiro dos nossos impostos para os bolsos dos políticos e dos seus familiares e amigos. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/12/presidente-do-sindicato-dos-juizes_31.html

PS – Não é preciso ser especialista em Direito Penal, nem sequer astrólogo para conseguir adivinhar que o processo Tutti-Futti, acabará com zero condenados a cumprir pena de cadeia, pois importa lembrar que Portugal é o país europeu, que relativamente ao caso de corrupção dos submarinos, não conseguiu descobrir os corrompidos (que meteram o dinheiro ao bolso) apesar da Alemanha, nesse mesmo caso, ter conseguido descobrir e condenar os corruptos. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/11/entram-pobres-e-saem-ricos-sera.html

Russian Roulette Is Unequivocally Humanity’s Best Chance for Survival

Still following the bad news mentioned in two articles recently published in The Economist it is important to highlight that the prominent journal Nature just published a study, co-authored by dozens of scientists, which reinforces the aforementioned pessimism. It concludes that the human species has already surpassed 7 (seven) of the 8 (eight) thresholds that make the Earth habitable https://www.nature.com/articles/s41586-023-06083-8

In this worrying context, I wonder if it is necessary to continue playing Russian roulette with the future of Humanity (and with the future of millions of species), still waiting for the eighth threshold to be exceeded, or can we finally admit that the “apocalyptic” professor Jem Bendell, was right after all in his well-known 2018 essay (which has already been cited several hundreds of times)? https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/09/facing-disaster-great-challenges.html

Ironically, it can be said that the best thing that can happen to humanity, in the coming decades, is to hope that its chances of survival are the same as those existing in a “game” of Russian roulette, using 1 bullet in a revolver. with a six-chamber barrel, which is statistically equivalent to an 83% chance of survival.

And as incredible as it may seem, the odds of surviving a Russian roulette using 2 bullets (67% survival chances), or even 3 bullets (50% survival chances), are still much higher than the odds of the human species being able to avoid its extinction over the next century, which Oxford University researcher Toby Ord has estimated to be just 17% https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/09/cambridge-oxford-obsession-and-greatest. html

A roleta russa é inequivocamente a melhor hipótese de sobrevivência da Humanidade

Ainda na sequência das péssimas noticias que foram mencionadas num recente post, chega-nos agora um estudo, no qual participaram dezenas de cientistas, que reforça o referido pessimismo, já que permite concluir que que a espécie humana já conseguiu a incrível proeza de ultrapassar 7 (sete) dos 8 (oito) limites que tornam a Terra habitável https://www.publico.pt/2023/06/01/azul/noticia/ja-transgredimos-sete-oito-limites-tornam-terra-habitavel-2051712

Nesse grave contexto será que ainda é necessário continuar a jogar à roleta russa com o futuro da Humanidade (e com o futuro de milhões de espécies), e esperar que se ultrapasse o oitavo limite, ou já se pode considerar que o “apocalítico” professor Jem Bendell, tinha afinal razão no pessimismo inscrito no seu conhecido ensaio de 2018, que desde essa data já foi citado centenas de vezes ?  https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/barbara-reis-finalmente.html

Irónica e muito paradoxalmente, pode afirmar-se que, o melhor que pode acontecer à Humanidade nas próximas décadas, é que as suas hipóteses de sobrevivência sejam as mesmas que aquelas que existem num “jogo” de roleta russa, utilizando 1 bala num revolver com um tambor de seis câmaras, o que estatisticamente equivale a uma probabilidade de sobrevivência de 83%.

E por incrível que possa parecer as probabilidades de sobreviver a um “jogo” de roleta russa utilizando 2 balas (67%), ou mesmo 3 balas (50%) ainda continua a ser muito superior, às probabilidades da espécie humana conseguir evitar a sua extinção, durante o próximo século, que o investigador Toby Ord, da universidade de Oxford, estimou serem de apenas 17% https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/09/cambridge-oxford-obsession-and-greatest.html

A parasitagem infernal do Governo de António Costa prossegue imparável

Parece que não há um único dia em que o Governo de António Costa não pense em inventar novas formas para colocar os contribuintes a pagar salários de vários milhares de euros a políticos. A última destas infames “invenções” é a decisão de colocar os Presidentes das Comissões de Coordenação Regional-CCDR a ganhar tanto como o Primeiro-Ministro.  https://www.publico.pt/2023/05/31/politica/noticia/presidentes-ccdr-vao-ganhar-tanto-costa-750-euros-ministros-2051528

Para tentar explicar o infame abuso, avançou a coitada Ministra que tutela essa área (a mesma Ministra cujo marido recebeu um apoio do Estado tendo como sócio alguém que foi condenado por corrupção) alegando que há muitos gestores de empresas públicas que já recebem tanto como o Primeiro-Ministro!!! Ou seja, antes já havia um abuso do dinheiro dos contribuintes e esse abuso é agora usado para justificar um novo abuso que se vai cometer. Esta gente não tem vergonha nem emenda. 

Para agravar essa situação, é necessário ainda ter presente, que cada uma das cinco CCDR poderá ter 4 Vice-Presidentes, o que significa que de uma assentada, este Governo arranjou maneira de criar duas dezenas e meia de tachos políticos bastante bem pagos, tachos esses que os contribuintes, os seus filhos e os seus netos, terão que sustentar durante pelos menos os próximos 50 anos. 

Nos países do Norte da Europa, que até são suficientemente ricos para poderem esbanjar dinheiro (o que não é o caso de Portugal, que vive de falência em falência) jamais iriam tomar uma medida destas. Nesses países a regra geral é que o Primeiro-Ministro ganhe menos do que um Reitor de uma universidade pública e que os Ministros tenham um salário que é inferior ao dos professores universitários no topo da carreira, pela simples razão, que académicos de topo há poucos e ainda por cima são cobiçados pelas melhores universidades do Planeta, como se percebe pelo facto dos 5 cientistas Portugueses mais influentes, trabalharem todos eles em universidades estrangeiras. 

Já políticos para substituírem um Ministro ou mesmo um Primeiro-Ministro há resmas e paletes deles, (só para substituir o Galamba há dezenas de milhares de Portugueses capazes de fazer um trabalho muitíssimo melhor do que aquele incompetente feito pelo Ministro Zombie) com a agravante de a nível internacional, não haver ninguém minimamente interessado em contratar políticos profissionais, pois é uma espécie que abunda em todos os países deste Planeta.

PS – A título de exemplo recordo que o Primeiro-Ministro da Holanda tem um salário anual de aproximadamente 190.000 euros/ano enquanto que a Reitora da Universidade de Amesterdão, Karen Maex, recebia em 2020 mais de 200.000 euros por ano https://www.folia.nl/international/151289/uva-launches-search-for-new-rector-magnificus

Os Portugueses que não querem pagar rendas Camarárias nem de 30, nem de 20, nem de 10 nem sequer de 9 euros por mês

Parece que no mesmo país onde o Estado obriga professores e investigadores a pagar taxas de IRS superiores aquelas que pagam muitas famílias super-ricas, https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/professores-universitarios-e.html há quem viva em casas camarárias, leia-se, casas que foram construídas com o dinheiro dos Portugueses que pagam impostos, e queira fazê-lo de borla, não aceitando pagar nem sequer rendas mínimas, nem de 30, nem de 20, nem de 10 nem sequer de 9 euros por mês, como esta semana se pode ler num artigo do jornal Público, sendo que o total de rendas (mínimas) não pagas já vai em quase 15 milhões de euros, a conta em atraso seria obviamente muitíssimo superior, caso se estivéssemos a falar de rendas mensais de centenas de euros, que são aquelas que são efectivamente pagas pelos Portugueses, que além disso ainda fazem o favor de pagar impostos elevados https://www.publico.pt/2023/05/29/local/noticia/loures-faz-ultimato-nao-pagam-renda-tempo-impunidade-acabou-2051428

Mas bem vistas as coisas a culpa não é inteiramente desses borlistas, a grande culpa é toda de quem os ensinou que neste país se pode viver à vontadinha por conta daquilo que é dos outros, como sucede com aquela classe politica (canalha) que recebe subvenções vitalícias, para as quais não descontaram, as mesmas subvenções que agora custam mais de 8 milhões de euros por ano (e que desde que foram criadas já custaram mais de 100 milhões de euros) aos Portugueses que pagam impostos e que este Governo até tem tentado esconder https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/valor-das-subvencoes-vitalicias-dos-ex-politicos-duplica-aos-60-anos-de-idade

Yuval Noah Harari responde à pergunta: “Não sabendo que profissões vão existir (no futuro), o que é que a escola deve ensinar no presente ?”

Num post anterior listei 19 questões, que o ChatGPT considerou serem as mais relevantes para a espécie humana. Aquela que aparece na nona posição com a redacção Podemos criar uma inteligência artificial que seja comparável à inteligência humana? está agora muito mais perto de ter uma resposta positiva, em face do teor do artigo, de 155 páginas, que foi divulgado recentemente, https://arxiv.org/abs/2303.12712

No referido e polémico artigo, os seus autores afirmam que o modelo GPT-4, apresenta um desempenho quase humano, sendo capaz de solucionar desafios novos de elevada complexidade e sem a necessidade de nenhuma orientação especial, inclusive nas áreas da matemática, da programação, da medicina, do direito, da psicologia e outras:  “We demonstrate that, beyond its mastery of language, GPT-4 can solve novel and difficult tasks that span mathematics, coding, vision, medicine, law, psychology and more, without needing any special prompting. Moreover, in all of these tasks, GPT-4’s performance is strikingly close to human-level performance

Sobre o tema supra, recordo que no mês passado, num post publicado no dia 25 de Abril, já tinha divulgado um outro artigo, sobre as elevadas capacidades do GPT-4 na resolução de importantes desafios médicos.  

Ainda sobre os impactos futuros da Inteligência Artificial, o caderno principal do semanário Expresso publicou esta sexta-feira, uma extensa entrevista feita ao conhecido pensador Yuval Noah Harari, da qual entendo destacar a resposta à pergunta “Não sabendo que profissões vão existir (no futuro), o que é que a escola deve ensinar no presente ?”

Resposta do Yuval Noah Harari: “…As escolas não tem de dar informação às crianças porque elas estão inundadas de informação. Mas tem de ensiná-las a distinguir entre fontes de informação credíveis e não credíveis“.

É claro que essa resposta, pede outra pergunta (que os jornalistas não fizeram), que é a de se saber,  como é que se pode ensinar uma criança a distinguir entre uma fonte de informação credivel e outra não credivel ? Felizmente, porém que o ChatGPT pode ajudar a responder a essa pergunta:

Resposta do ChatGPT:  Ensinar uma criança a distinguir entre uma fonte de informação credível e outra não credível é uma habilidade importante nos tempos atuais, em que a quantidade de informações disponíveis é vasta e nem todas são confiáveis. Aqui estão algumas orientações sobre como abordar esse assunto:

  1. Comece com conceitos básicos: Explique para a criança o que é uma fonte de informação, como livros, sites, jornais, revistas e vídeos. Ajude-a a entender que nem todas as fontes são confiáveis e que algumas podem conter informações incorretas ou enganosas.
  2. Ensine a avaliar a fonte: Mostre à criança como examinar a fonte de informação. Explique que é importante considerar quem escreveu a informação, qual é a sua expertise e se eles têm uma reputação confiável. Verifique se a fonte é reconhecida e respeitada na área em que está fornecendo informações.
  3. Verifique a veracidade dos fatos: Incentive a criança a verificar se as informações apresentadas são apoiadas por evidências, pesquisas ou fontes adicionais. Explique que informações confiáveis são baseadas em fatos verificáveis e podem ser corroboradas por várias fontes independentes.
  4. Analise a imparcialidade: Ajude a criança a entender que algumas fontes de informação podem ter um viés ou uma agenda específica. Ensine-a a considerar se a informação é apresentada de maneira imparcial ou se há uma intenção oculta por trás dela.
  5. Promova o pensamento crítico: Incentive a criança a fazer perguntas sobre a informação que está sendo apresentada. Encoraje-a a pensar criticamente, analisar diferentes perspectivas e procurar evidências antes de aceitar uma informação como verdadeira.
  6. Ensine sobre fontes confiáveis: Identifique e apresente à criança exemplos de fontes de informação confiáveis, como enciclopédias, sites de instituições educacionais, bibliotecas, jornais respeitáveis ​​e programas de TV educativos. Explique por que essas fontes são consideradas confiáveis e como utilizá-las.
  7. Acompanhamento e supervisão: Esteja presente para orientar a criança durante suas pesquisas e oferecer suporte quando ela encontrar informações duvidosas. Incentive-a a buscar a opinião de adultos confiáveis, como pais, professores ou bibliotecários, quando tiver dúvidas sobre a credibilidade de uma fonte.
  8. Seja um exemplo: Como adulto, você pode influenciar a criança ao modelar um comportamento de busca de informações confiáveis e ao compartilhar seu próprio processo de avaliação de fontes. Demonstre como você verifica a veracidade das informações antes de aceitá-las.