Abriu a caça aos investigadores que não tem tempo para dormir ou fazer sexo

O tal ranking de cientistas da Clarivate Analytics, que como critiquei no passado, padece de várias “limitações” nomeadamente a muito paradoxal de não incluir largas dezenas de prémios Nobel, decidiu tentar melhorar a sua qualidade, removendo do mesmo, nada menos do que 550 cientistas, devido a artigos “despublicados” por conta de infracções éticas graves ou fraudes e também cientistas narcisistas que apresentam percentagens de auto-citações consideradas absurdamente excessivas. 

Muito mais interessante ainda, no tal grupo dos 550 cientistas que este ano foram automaticamente removidos do referido ranking, incluem-se também cientistas, que não tem tempo para dormir, nem para fazer sexo, pois dedicam quase 24 horas por dia à nobre arte da publicação e por conta de toda essa “dedicação” conseguem a proeza de publicar vários artigos por semana, todas as semanas, o que porém no entender da Clarivate Analytics, vide recente citação abaixo, é porém actividade de ética muito duvidosa:

“Any author publishing two or three papers per week strains our understanding of the normative standards of authorship and credit”

Espantosamente, Portugal têm o dobro dos investigadores, que não têm tempo para dormir (nem muito menos para cumprir o importante dever conjugal de fazer sexo, dever cujo incumprimento, relembre-se, até pode levar ao pagamento de pesadas indemnizações, vide as condenações em tribunal, tanto no estrangeiro como também em Portugal) do que a Finlândia, o triplo da Alemanha e cinco vezes mais do que a França https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/portugal-com-excesso-de-publicacoes.html

Os lamentáveis “esquecimentos” da Ordem dos Engenheiros e o ranking de 2ª classe

A última edição (nº 178) da revista da Ordem dos Engenheiros, (dedicada ao contributo da engenharia para o desenvolvimento regional), que foi ontem divulgada, parabenizou alguns membros daquela associação, e até mesmo alguns não membros, mas curiosa e infelizmente esqueceram-se de parabenizar um altamente meritório membro da mesma associação, pertencente ao colégio de Engenharia Mecânica e catedrático na Universidade de Aveiro, de nome João Paulo Davim, que se ficou a saber recentemente é o cientista Português (que continua a fazer o favor de trabalhar numa universidade Portuguesa, onde se paga a um catedrático pouco mais do que lá fora se paga a um aluno de doutoramento), melhor classificado no ranking da Universidade de Stanford.  

Na mesma edição da referida revista, é apresentada uma longa entrevista à investigadora e actualmente Secretária de Estado, Isabel Ferreira, que logo a abrir se apresenta como uma das investigadoras mais citadas do mundo. O problema é que ela se refere a um ranking, da Clarivate, que é cientificamente muito pouco rigoroso, pois padece do grave problema de favorecer certas áreas científicas e de prejudicar outras, como revelei aqui https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/11/why-is-clarivate-analytics-favouring.html  e principalmente do facto que é bastante elucidativo, da maior parte dos prémios Nobel, nem sequer lá aparecerem, o que mostra bem o pouco que vale esse ranking. Já no supracitado ranking da universidade de Stanford (onde aparece uma centena de prémios Nobel), a referida investigadora Isabel Ferreira, aparece na posição 79 entre os investigadores Portugueses.

PS – Nada me move contra a Secretária de Estado Isabel Ferreira e a prova disso mesmo é que já depois dela ter ascendido a essa posição política, mereceu um post elogioso no meu blogue, no qual reconheci o seu empenho na importante actividade de revisão de artigos científicos https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/09/cientistas-virgens.html

Serendipity in science and the stalling of the scientific progress

“academics are now, even at the start of research projects, asked to describe the ways in which their research will be impactful. This is not aligned with the notion of serendipity in science or the fact that many innovations leading to products used today were conceived without foreseen applications (Gillies, 2015). This misalignment indicates that academic research is to a large extent no longer governed by academics and that the idea of science that is dominant today overemphasises application and impact because of its focus on users and on lay university governors (often from or linked to the business sector). These conditionsare not conducive to scientific breakthroughs (Rzhetsky et al., 2015), and scientific progress and technological advancements seemed to be diminishing or stalled (e.g., Modis, 2022…”

The excerpt provided above is sourced from an article released just two days ago in the Higher Education journal, edited by Springer. Within the text, the author asserts, with an unusual scientific certainty, that the impact of research projects is detrimentally affecting serendipity. However, it’s crucial to note that this perspective leans towards pessimism and is not universally embraced, by other authors such as Samantha Copeland or Alistair McCulloch.

It would be different if the author of the aforementioned article had articulated that the likelihood of serendipity unfolding in scientific endeavors varies among researchers, not occurring uniformly or entirely by chance. This notion aligns with findings presented in a paper authored by Heinström & Sormunen from Norway and Finland. Serendipity-prone people tend to have a more invitational and elastic attention span”.

Considerably more subject to debate is the extent to which the aforementioned author linked this argument to an alleged stalling of scientific progress, drawing on articles like the one authored by Theodore Modis, published in March of this year. in the journal Technological Forecasting and Social Change https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0040162521008921#sec0008

PS – In terms of contributing to the promotion of serendipity in academia, I remember a previous post from November 19, 2021, about chaos, an article from May of this year about anarchy, and last but not least a June 8 post entitled “Interactions as a paramount existential principle and the scientists who do not exist”

O esquema ardiloso que permitiu que houvesse quem tenha empochado milhões de euros por conta de alegadas actividades de investigação empresarial

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/03/as-100-empresas-mais-inovadoras-do.html

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/08/expresso-o-nada-surpreendente-recorde.html

Critiquei diversas vezes, na realidade mais de uma dezena de vezes, como por exemplo nos dois posts acima, o facto de haver em Portugal um regime fiscal (SIFIDE) que permitia que as empresas deixassem de pagar largas centenas de milhões de euros em impostos por conta de alegadas actividades de investigação. 

Pior do que isso, o referido regime até permitia que fundos de capital de risco, beneficiassem dessa borla fiscal, com abatimento de mais de 80% no IRC, perdulária bizarrice terceiro mundista que o Governo, depois de muitas pressões vai agora colocar um ponto final em sede do Orçamento de Estado para 2023  https://www.publico.pt/2022/11/09/economia/noticia/costa-silva-anuncia-fundos-capital-risco-perdem-beneficios-fiscais-sifide-2027099

Aquilo porém que a imprensa deveria tentar descobrir, é o nome dos tais Portugueses espertalhaços que nos últimos anos andaram a meter ao bolso milhões de euros, que deviam ter sido pagos em IRC e só não o foram por conta de um esquema ardiloso, que jamais seria tolerado num país decente, que infelizmente não é o caso da República das Bananas em que se transformou Portugal. 

PS – Ainda sobre incompreensíveis borlas fiscais “empresariais” recorde-se a minha proposta anterior para que “Ferraris, Lamborghinis e outros luxos sobre rodas” sejam obrigados a usar um dístico com a palavra “Subsidiado”.

Finland’s Penal Code will apply life sentences to anyone who commits any type of research misconduct

Science just published a most interesting article about an American astronomer who resigned from Cal Tech due to the harassment of two female graduate students back in 2015 and who intended to start working at the Finish University of Turku. But that was before two astrophysicists at the University of Helsinki, Syksy Räsänen and Till Sawala “spearheaded an open letter” (signed by a bunch of Finish hypocrites) that led the (coward) University of Turku to change its mind about hiring that same US astronomer.

The fact that he was not condemned in a US court to serve a life sentence (or any kind of jail sentence, not even having been accused by a judicial authority) and the fact that he did not commit any crime in Finland did not matter a rat´s ass to the immaculate Academic Avengers Syksy Räsänen and Till Sawala (and the hypocrites) who seems to think that academic harassment should be punished with a life sentence https://www.science.org/content/article/astronomers-await-verdict-defamation-case-after-protesting-hire-accused-harasser

The case mentioned above has similarities to the strange case of the late young investigator Jonathan P. Tennant (alleged rapist) https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/01/the-strange-case-of-late-young.html

In 2011, the far-right terrorist Anders Breivik killed nearly 80 people in Norway. He was sentenced to 21 years in prison (on average 3 months for each killing) which means that he will be released around 2032. So why academic harassers (or academics who commit other research misconduct acts) should be condemned to a life sentence being banned from working in their field of research again anywhere in the whole world?

PS – Unfortunately, the hypocrisy and cowardice that are rife in some Finnish universities have also reached the courts of that country where there are some prosecutors who would like to put those who exercise their freedom of opinion in jail. https://www.newsweek.com/fight-free-speech-continues-around-world-opinion-1758003

A lei canalha que permite que os ricos roubem à vontadinha e que lhes garante que nunca cumprirão um único dia de cadeia

Acaba de saber-se que os envolvidos no tal processo, vergonhoso a todos os títulos, conhecido como a Máfia do Sangue, que alegadamente terá prejudicado o Estado Português em 100 milhões de euros, querem beneficiar de uma lei canalha, que lhes permite evitarem o julgamento mediante o pagamento de módicas quantias. https://www.publico.pt/2022/11/07/sociedade/noticia/mafia-sangue-cunha-ribeiro-pede-suspensao-provisoria-processo-24300-euros-2026837

A tal lei canalha que foi aprovada durante o (des)Governo de José Sócrates, é a mesma que na altura foi muito elogiada por aquele senhor catedrático na Universidade Católica, de nome Germano Marques da Silva. Explicou ele na sua infinita sapiência catedrática e com certeza quase matemática, que as sociedades só podem ter um número limitado de crimes e que por conta disso sempre que se criam novos crimes é preciso descriminalizar outros, para evitar que os Portugueses estejam todos presos,  afirmou então de forma profundamente cínica que “alguém tem de ficar cá fora para trabalhar”, embora a verdade inconveniente tenha sido revelada pelo tal decente operador judiciário que na altura admitiu o óbvio ululante “Ao abrigo da nova lei, os mais ricos sempre poderão comprar a liberdade”

Trata-se do mesmo catedrático hipócrita, que ao mesmo tempo que muito aprecia a descriminalização das burlas e das fraudes, nem sequer quer ouvir falar na descriminalização daquilo que fez o hacker Rui Pinto (alegadamente o maior criminoso Português de todos os tempos), nem mesmo se aquilo que ele fez serviu para mostrar que houve “desvios” de muitos milhões de euros no BES, que os contribuintes Portugueses foram obrigados a pagar https://observador.pt/2021/01/28/penalistas-alertam-que-provas-obtidas-por-coacao-devem-ser-consideradas-nulas-no-caso-novo-banco/

PS – Sobre leis canalhas convém recordar aquela outra lei aprovada muito mais recentemente e que impede o Estado de tomar posse dos bens do crime. Como escrevi na altura: “enquanto que no resto da Europa os Parlamentos aprovam legislação para ir ao bolso dos burlões, vigaristas e corruptos, como sucedeu recentemente no Reino Unido com as Unexplained Wealth Orders, no nosso Parlamento faz-se precisamente o oposto. Quem sabe talvez os muitos advogados-deputados, que constituem o tal “grupo profissional poderoso” que controla o Parlamento (Vital Moreira dixit) querem garantir que burlões, vigaristas e corruptos ficam com dinheiro suficiente para poderem pagar aos seus advogados os muitos recursos que serão necessários para impedir a sua condenação.”

O fim de uma ingénua (hipócrita) ilusão

O último número da conhecida revista The Economist, que acaba de ser tornado público, deixa bem claro que é tempo de abandonar as ilusões acerca da meta totémica, que passava por tentar limitar o aumento da temperatura do nosso Planeta a 1.5 ºC, face à temperatura pré-industrial. Trata-se apenas e tão somente de uma fantasia irrealizável, ponto final. 

https://www.economist.com/interactive/briefing/2022/11/05/the-world-is-going-to-miss-the-totemic-1-5c-climate-target

A parte trágica é que essa admissão implicará aceitar como inevitável a morte de milhões de humanos, que ironicamente, vivem nos países que menos contribuíram para o referido aumento de temperatura. Isso é claro que não tira o sono aos habitantes dos países ricos, da mesma forma que também não o tirou, a morte dos milhões que faleceram por Covid-19 nos países pobres. Faço notar que embora o número oficial de falecimentos por Covid-19 seja de pouco mais de 5 milhões, o número real chega a quase 20 milhões. 

Felizmente (por uma questão de justiça) que também chegará a altura daqueles que provocaram esse aumento de temperatura serem também eles confrontados com as consequências dos seus actos, pois o cenário que se segue, nem sequer será o segundo menos mau, correspondente a um aumento da temperatura de 2 ºC, mas muito provavelmente a um catastrófico aumento de 3 ºC https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/ter-razao-antes-do-tempo.html

Infelizmente, a suprema ignorância da chamada “vox populi” ainda continua a acreditar (com a mesma convicção com que acha que vírus altamente mortíferos se combatem com “medicinas” alternativas e não com vacinas) que um aumento de temperatura de 1.5 ºC, 2 ºC ou até mesmo 3ºC, representam variações tão diminutas que serão facilmente suportáveis, esquecendo que os fenómenos climáticos extremos que tem vindo a ter lugar, nos últimos anos, são apenas o resultado de um aumento de apenas 1.2 ºC, o qual convém recordar, até já foi capaz de fazer subir a temperatura nos Pólos 40 ºC acima dos padrões usuais.

Optimista como sou, faço porém votos que a juventude, pelo menos aquela juventude ignorante, que acha que a solução passa por receitas simplistas como a de esvaziar os pneus de SUVs, faça a sua parte, que é no mínimo dos mínimos, a de pedir  responsabilidades aquelas celebridades (leia-se criminosos climáticos) que possuem uma pegada carbónica astronómica, ao invés de “seguirem” acéfalamente essas celebridades nas redes sociais. E se estiverem de facto realmente interessados e empenhados em contribuir para ajudar a “resolver” o problema do aumento de temperatura do Planeta, evitem ao menos diplomar-se em Direito, pois esse curso não está de certeza absoluta, entre aqueles que podem ajudar na mitigação e na adaptação às consequências do gravíssimo problema supracitado. 

PS – Espantosamente, no referido número da revista The Economist, não falta sequer um artigo (página 12) onde se fala do tal “Professor Apocalíptico” que eu próprio já mencionei inúmeras vezes https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/barbara-reis-finalmente.html

Sexo oral catedrático

Ainda na sequência do post anterior, e também da misteriosa circunstância de até hoje não ter havido em Portugal nenhum Professor catedrático condenado por assédio sexual, ao contrário do que acontece em universidades dos EUA e também por essa Europa fora, é pertinente divulgar a recente condenação a uma pena de prisão efectiva, aplicada por um tribunal da Bélgica, a um importante catedrático da conhecida universidade de Lovaina, pelo crime de violação de uma estudante, que o tinha acompanhado a uma conferência em Barcelona e a quem ele terá dito, que há vários anos que naquela universidade, as suas alunas lhe faziam sexo oral para conseguirem ter elevadas classificações.  https://pnws.be/professor-filip-dochy-is-een-manipulator-en-een-seksueel-roofdier/

PS – Acreditar que no mesmo país do escândalo sexual do “Ballet Rose” e do escândalo sexual da Casa Pia, que entre milhares de catedráticos, não tenha nunca havido um único, que tivesse coagido alguém para obter favores, do género daqueles que foram mediatizados pela dupla Clinton-Lewinsky (ou outros da mesma natureza mas com posições diferentes), não é apenas cegueira ignorante é garantidamente uma impossibilidade estatística, já que essa hipótese significaria que Portugal seria o único país europeu com 100% de catedráticos castos e puros.

Bloodymir Putin once again raises the ominous specter of pushing Russia into the dire straits of a beggar nation

A few months ago on March 3, Yuval Noah Harari wrote that Russia is nothing more than “a gas station with nukes“. And in fact, a report published in July, that examined the financial implications of phasing out fossil fuels in six emerging economies showed that fossil fuels represent a staggering 34% of the total Russian government revenue. But even with all those fossil fuel revenues, Russia’s GDP per capita is just 12.000 USD! So if we already lived in a non-fossil fuel civilization (that the world desperately needs to become) Russia’s GDP per capita would be slightly higher than Botswana’s but lower than Cuba’s.

The same report warns that 13 trillion USD in fossil fuel revenues will just disappear in a low-carbon world economy and advises that those six fossil fuel-dependent countries must diversify their economy to tackle that dramatic change. But it is not easy to see how will Russia be able to do just that if it has a very serious lack of highly skilled human resources. Russia has almost the same GDP per capita as Bulgaria but has a ratio of top scientists per million of the population that is only half that of Bulgaria.

But even that much was before thousands of Russians (including highly skilled ones) fled to neighboring countries https://www.nature.com/articles/d41586-022-01622-1 not to mention the many (more than 200.000) who recently fled Russia after the military conscription began on 21 September, which further exacerbated the Russian brain drain.

Gulnaz Sharafutdinova, a Russian-born Professor at King’s College, argued that the invasion of Ukraine was primarily a response to Putin’s declining popularity among the Russian people, driven by economic challenges. Ironically, Putin’s decision to invade Ukraine has, in turn, hastened the global shift away from fossil fuels, exacerbating the very economic problems that initially influenced his action

This underscores that the very same (Assassin-in-Chief) Putin who has compared himself to 18th-century tsar Peter the Great will be remembered as the sole responsible for plunging Russia into economic hardship, reminiscent of a bygone era when Russian teachers received compensation in the form of mere bottles of vodka as their monthly salary.

A supina hipocrisia do marido da catedrática

Hoje um hipócrita ex-Ministro da Justiça do Governo de José Sócrates jura na imprensa diária, que é justa e equilibrada, a pena de 25 anos de cadeia recentemente aplicada pelo tribunal de Castelo Branco a um individuo culpado por ter ateado 16 fogos.

Mas que moral tem este senhor, que até foi responsável pela mais vergonhosa reforma penal que algum dia ocorreu em Portugal, a qual não só descriminalizou as burlas como passou também a permitir um regabofe de penas suspensas, inclusive em crimes como por exemplo, a tortura com electrochoques, o rapto com tortura ou o abuso sexual de crianças com cópula, para vir dizer que a referida pena de 25 anos é justa e equilibrada ?

Mas afinal é justa e equilibrada comparada com o quê ? Comparada com a pena de zero anos que cumprem os banqueiros Portugueses, que somente entre 2008 e 2020 conseguiram fazer desaparecer 21836 milhões de euros um valor que é equivalente a mais de 200 vezes o valor da famosa fraude do Alves dos Reis ? Ou será que é justa e equilibrada, quando se compara com a pena de zero anos, que cumpre a gatunagem (Medina Carreira dixit) que há 50 anos, rouba com total impunidade este país?  

Declaração de interesses – Declaro que em posts anteriores já critiquei o referido marido da catedrática, como por exemplo aqui