The Economist – ChatGPT advice for solving a serious problem in the UK (and US)

In a recent article published in The Economist, link below, it was learned not only that taxpayers in the United Kingdom pay more than 4000 euros per month for each prisoner, but also that the criminal justice of that country is going through a very problematic phase because since the 90s, the country’s prison population has grown by 200% to more than 80,000 inmates (142 per 100,000 people compared to the EU average of 109), although paradoxically the number of crimes has been constantly decreasing, now being 400% lower than the value recorded in the 90s. https://www.economist.com/britain/2023/06/26/why-short-prison-sentences-in-england-and-wales-are-a-disaster

Still, since the USA incarceration rate is 530 people for every 100,000 in its population (almost 400% higher than UK) it means that the UK jail problem is almost like Heaven on Earth, at least when compared to the unbelievable American nightmare.

When asked to provide a solution to the aforementioned issue, ChatGPT advised the following:

Reducing high incarceration rates is a complex issue that requires a comprehensive approach. Here are some advisable solutions that can help address this problem:

  1. Sentencing Reform: Review and reform sentencing policies to ensure they are fair, proportionate, and focused on rehabilitation rather than just punishment. Implement alternatives to incarceration such as community service, probation, or restorative justice programs for non-violent offenders.
  2. Focus on Rehabilitation: Shift the emphasis from punishment to rehabilitation within the criminal justice system. Provide access to education, vocational training, mental health services, and substance abuse treatment to address the underlying causes of criminal behavior and reduce recidivism rates.
  3. Pretrial Reforms: Implement measures to reduce the use of pretrial detention. This can include using risk assessment tools to determine the likelihood of flight or danger to the community, promoting alternatives to cash bail, and ensuring access to legal representation for individuals awaiting trial.
  4. Address Socioeconomic Factors: Address the root causes of crime by tackling socioeconomic disparities and promoting economic opportunities. Invest in education, job training, affordable housing, and community development initiatives, particularly in disadvantaged areas.
  5. Diversion Programs: Expand the use of diversion programs that redirect individuals away from the criminal justice system, especially for non-violent offenses. These programs can involve counseling, treatment programs, or community-based interventions as alternatives to formal prosecution.
  6. Drug Policy Reform: Reevaluate drug policies, particularly for non-violent drug offenses. Focus on treating drug addiction as a public health issue rather than a criminal one, with an emphasis on prevention, harm reduction strategies, and access to treatment.
  7. Collaboration and Coordination: Foster collaboration between criminal justice agencies, social services, and community organizations to develop holistic approaches to crime prevention and rehabilitation. Encourage partnerships that promote information sharing, evidence-based practices, and support networks for individuals reentering society after incarceration.
  8. Community Policing: Promote community-oriented policing models that prioritize building trust, positive relationships, and cooperation between law enforcement agencies and the communities they serve. This can help prevent crime, address underlying issues, and reduce the need for incarceration.
  9. Address Racial Disparities: Address racial and ethnic disparities within the criminal justice system. Implement measures to reduce biases at all stages of the criminal justice process, including policing, arrests, charging, sentencing, and parole decisions.
  10. Data-Driven Approach: Use data and research to inform policy decisions and evaluate the effectiveness of different interventions. Regularly assess the impact of reforms and make adjustments as necessary.

It is important to note that these solutions should be tailored to the specific context and needs of each jurisdiction. There is no one-size-fits-all approach, and a combination of strategies is often required to effectively reduce high incarceration rates while maintaining public safety.

Qual a maneira mais eficaz de punir a criminalidade sem que os contribuintes tenham de pagar 4600 euros por mês por cada recluso ?

https://www.economist.com/britain/2023/06/26/why-short-prison-sentences-in-england-and-wales-are-a-disaster

No recente artigo publicado na revista The Economist, link acima, ficou-se não só a saber que os contribuintes do Reino Unido pagam mais de 4000 euros por mês por cada recluso, mas também que a justiça criminal daquele país atravessa uma fase péssima, porque desde a década de 90 a população prisional daquele país cresceu 200% para mais de 80.000 reclusos, muito embora paradoxalmente, o número de crimes tenha vindo sempre a cair, sendo agora 400% inferior ao valor registado na década de 90.

Em Portugal o custo unitário correspondente a cada recluso, de 40 euros por dia, aplicado à totalidade da população prisional significa que os contribuintes gastam actualmente 15 milhões de euros por mês com os estabelecimentos prisionais. E a ser verdade que o custo diário de uma pulseira eletrónica é 400% inferior ao custo da estadia em estabelecimento prisional, dificilmente se pode discordar da medida legislativa que visa favorecer a aplicação desta medida em substituição da pena de prisão, para as sentenças não superiores a 2 anos. https://www.noticiasaominuto.com/pais/796763/diretor-de-servicos-prisionais-aplaude-extincao-da-prisao-por-dias-livres

Mas talvez ficasse bastante mais barato se os condenados fossem incentivados (através de uma redução da duração da pena) a aceitar em alternativa executar serviços comunitários que se debatam com graves carências de mão de obra, pois não se alcança qual será o beneficio social ou ressocializador de alguém estar em prisão domiciliária, sem ocupação útil, durante 1 ou 2 anos. 

PS – Será que os mais de 40.000 euros que custaram aos contribuintes a estadia na prisão daquela bolseira, que foi condenada a uma pena de cadeia de três anos por difamação, no âmbito de um concurso cheio de irregularidades, tem qualquer justificação ? https://www.publico.pt/2018/09/13/sociedade/noticia/tribunal-rejeita-liberdade-condicional-a-investigadora-maria-de-lurdes-lopes-rodrigues-1843945 Não teria sido muitíssimo mais útil, para os contribuintes e até para ela própria, se tivesse antes passado 1 ou 2 anos a prestar serviços comunitários ?

Ranking das empresas mais obcecadas pelo ChatGPT

Na sequência do post anterior, onde foi mencionado  um inquérito realizado entre mais de 1000 lideres empresariais, que revelou que mais de 90% estão interessados em contratar candidatos que tenham experiência na utilização do ChatGPT e também que alguns deles preferem contratar candidatos com experiência em ChatGPT mesmo que não possuam diploma de ensino superior é pertinente divulgar um recente artigo publicado na conhecida The Economist, que dá conta das empresas mais “obcecadas” pela IA generativa (early adopters index). https://www.economist.com/business/2023/06/25/our-early-adopters-index-examines-how-corporate-america-is-deploying-ai

De certa forma contra essa tendência, um artigo publicado ontem no Whashington Post, dava conta do receio de algumas empresas quanto à utilização do ChatGPT e uma delas, a administração da Verizon, (a mais valiosa marca de telecomunicações do Planetaproibiu mesmo a sua utilização pelos seus funcionários, pelo receio que a “alimentação” do ChatGPT com informações dos clientes possa colocar em risco a privacidade das mesmas  https://www.washingtonpost.com/business/2023/07/10/chatgpt-safe-company-work-ban-lawyers-code/

PS – Num post anterior, do passado dia 10 de Junho, divulguei uma lista dos países ordenados pelo número publicações indexadas na Scopus. Essa lista foi obtida, fazendo uma pesquisa na conhecida plataforma (de acesso restrito) Scopus, relativamente à presença do termo ChatGPT no título, resumo e palavras-chave das publicações indexadas na mesma. https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/06/portugal-aparece-abaixo-do-camboja-do.html A nova lista que agora abaixo se reproduz, ao contrário da outra, resulta de uma pesquisa na mesma plataforma, das publicações para cada país, que contenham o termo ChatGPT, em qualquer parte do texto.

  1. United States – 433 publicações 
  2. United Kingdom – 141
  3. China – 120
  4. India – 116
  5. Australia – 92
  6. Germany – 90
  7. Italy – 56
  8. Canada – 53
  9. France – 37
  10. Netherlands – 37
  11. Switzerland – 37
  12. South Korea – 36
  13. Spain – 33
  14. Japan – 27
  15. United Arab Emirates – 24
  16. Brazil – 24
  17. Singapore – 23
  18. Turkey – 22
  19. Ireland – 22
  20. Sweden – 20
  21. Taiwan – 19
  22. Saudi Arabia – 19
  23. Poland – 17
  24. Denmark – 17
  25. Hong Kong – 16
  26. New Zealand – 15
  27. Israel – 15
  28. Nigeria – 12
  29. Austria – 12
  30. Portugal – 11
  31. Finland – 11
  32. South Africa – 10
  33. Qatar – 10
  34. Pakistan – 10
  35. Malaysia – 10
  36. Jordan – 10
  37. Cambodia – 10
  38. Belgium – 10   

Um louvor ao médico que hoje critica o Cristiano Ronaldo

Depois de inúmeros posts a malhar naqueles médicos que foram para a medicina única e exclusivamente para encher o bolso, como o fiz por exemplo no post de título “Será que a missão da medicina é utilizar os doentes para fazer dinheiro ?,  tenho agora a obrigação de louvar o médico que hoje critica no jornal Público a hipocrisia do Cristiano Ronaldo Ronaldo https://www.publico.pt/2023/07/10/opiniao/opiniao/triste-historia-cristiano-ronaldo-2056190

Mas não só pelas referidas e bastante compreensíveis criticas, mas pelo facto desse médico, ser alguém que nasceu efectivamente para ser médico, contribuindo para prestigiar essa profissão, mas também por ter  contribuído, de forma muito significativa, para o prestigio de Portugal no mundo, muito mais até do que o conseguiriam 100 Cristianos Ronaldos.

Declaração de interesses – Muito embora na minha juventude também tenha padecido da doença da bola, há muito que me curei dessa triste dependência e mais do que isso, entendo há vários anos que até mesmo aquilo que faz um trabalhador da limpeza do lixo é muito mais importante do que aquilo que faz qualquer jogador de futebol. E se assim é, muito mais fácil é entender o conteúdo do post onde escrevi que “nem que o Cristiano Ronaldo vivesse mil anos e durante esse tempo conseguisse marcar 1 milhão de golos, jamais sequer conseguiria chegar aos pés do Jonas Salk, ou do Edward Jenner, ou do Alexander Fleming…” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/attenborough-versus-ronaldo-or.html

PS – Um outro médico, que também muito prestigia a classe médica e Portugal é este aqui https://sicnoticias.pt/pais/2022-08-01-Caso-unico-em-Portugal-medico-de-70-anos-doa-rim-a-desconhecido-5515977d

A “estratégia” moralmente ordinária e intelectualmente reles

No Expresso ontem publicado pode ler-se no Editorial, a propósito da Entidade que vai fiscalizar as declarações de rendimentos e património dos políticos, que “funciona sem luz, cadeiras nem internet. Podia ser uma piada, mas não é…”

Em resumo e aproveitando as cáusticas palavras de Guerra Junqueiro, coincidentemente mencionadas na revista do Expresso, uma “estratégia” moralmente ordinária e intelectualmente reles, com vista a impedir que os Portugueses possam conhecer em pormenor a riqueza da classe politica.  

Ou seja durante dezenas de anos a classe politica, evitou de todas as formas possíveis fazer o que fazem nos países civilizados e criar uma intuição que fiscalizasse as  declarações de rendimentos e património dos políticos. Isso só veio a acontecer em Setembro de 2019, 45 anos depois do 25 de Abril. Ou seja durante 45 anos os políticos puderam divertir-se à grande. No entanto ainda continuaram a divertir-se depois disso, porque mesmo depois de aprovada, a referida Entidade teve de esperar mais alguns anos até ter instalações para poder funcionar, mas agora que finalmente já tem instalações falta-lhe tudo o resto, ou seja é quase como se não existisse !

Contactado pelo Expresso o Gabinete do Primeiro Ministro mandou dizer que está a tratar disso, mas recusa-se a dizer quando é que o problema ficará resolvido, porque já se sabe que arranjar luz, mobiliário e internet é coisa altamente complexa ! Uma coisa é certa se no próximo mês de Setembro, a referida Entidade ainda não tiver luz, cadeiras ou internet isso significa que terão decorrido 49 anos desde o 25 de Abril sem que haja neste país uma Entidade com condições efectivas para fiscalizar as declarações de rendimentos e património dos políticos

Felizmente porém que neste país há quem não se deixe vencer pelos inúmeros esquemas da classe politica para evitar ser fiscalizada na riqueza que vai acumulando e foi isso que fez há alguns meses atrás a revista Sábado, que destacou vários jornalistas para durante vários meses lerem as declarações (escritas à mão para obviamente dificultar a sua leitura) dos políticos entregues no Tribunal Constitucional. O resultado foi aquele vergonhoso,, onde se ficou a saber que os jornalistas da revista Sábado descobriram centenas de declarações com falhas e omissões e até declarações que nem sequer foram entregues, sem que daí resultasse qualquer consequência criminal, como acontece nos países civilizados.

PS – Quem também não não tem deixado passar em claro a pouca vergonha da nossa classe politica é a blogosfesra, como é por exemplo o blog de um magistrado aposentado, que hoje escreve sobre a “indecência e o despudor” do Primeiro-Manhoso https://portadaloja.blogspot.com/2023/07/a-insustentavel-leveza-de-um-manhoso.html

The Economist__ Only 13% of the world´s coastlines would be worth defending

“two academics in Germany, used cost-benefit analyses to calculate that only 13% of the world’s coastlines would be worth defending under their most pessimistic scenario, mostly in wealthy and densely populated parts of Europe, East Asia and the eastern United States. Conversely, 65% of coastline was not worth protecting under any scenario. People will have to move out of flood zones. Some rich countries have property buy-out schemes to encourage this, but so far these have been modest in scale…” https://www.economist.com/interactive/briefing/2023/07/01/the-surprising-upside-of-climate-migration

The July1st-7th edition of The Economist has an interesting (but worrying) article about climate change adaptation from which i took the extract above. In this context, it makes sense to question why there are European countries that spend hundreds of million euros to pay for hundreds of millions of tons of sand in repeated beach nourishment operations? Why is this money not used to pay for property buy-outs?

PS – The 2023 report “Ocean sand: putting sand on the ocean sustainability agenda” mention that in the USA, more than 1.2 billion m3 of sand have been used for beach nourishment.  Should Europe continue to follow the same failed recipes used by a country that has a poor record of adapting to climate change?

Utilização do ChatGPT para produzir um artigo com base em dados públicos de saúde de mais de 250.000 pessoas

Um artigo publicado hoje na conhecida revista Nature, dá conta que dois investigadores Israelitas (do conhecido instituto tecnológico Technion, de onde já saíram alguns vencedores do prémio Nobel) descarregaram um conjunto de dados públicos do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco Comportamentais dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, o qual inclui informações  de mais de 250.000 pessoas sobre diabetes, consumo de frutas e vegetais e atividade física.

O artigo refere que os investigadores pediram ao ChatGPT para escrever o código que eles poderiam usar para descobrir padrões nos referidos dados. Inicialmente o ChatGPT gerou um código com erros mas numa etapa posterior, quando lhe foi solicitada a correção dos erros identificados, acabou por gerar um código válido.  https://www.nature.com/articles/d41586-023-02218-z

PS – No post anterior lamentei que Portugal tivesse apenas três publicações indexadas na Scopus sobre o ChatGPT e também que a única publicação nacional da área da medicina (a área mais activa a nível mundial) fosse um pequeno editorial, porém constato hoje que Portugal já tem mais uma publicação indexada sobre o ChatGPT, e que ainda por cima pertence à área da medicina, tendo sido produzida por investigadores da universidade de Lisboa. Tenha-se presente que as publicações indexadas na Scopus, a nível mundial, sobre o ChatGPT totalizam hoje 794, valor que representa um crescimento de mais de 30%, relativamente a 10 de Junho. 

Quem terá sido o genial idiota que autorizou que os advogados Brasileiros possam trabalhar em Portugal sem antes mostrarem que conhecem a legislação nacional?

Como se pode ler no recente artigo do jornal Público, vide extracto infra, percebe-se agora qual foi o resultado de ter havido um génio (leia-se idiota) que achou boa ideia autorizar advogados Brasileiros a trabalharem em Portugal (e vice-versa), sem que antes tivessem que fazer um exame para comprovar que conhecem minimamente a legislação Portuguesa:

“Esta Quarta-Feira a Ordem sediada em Lisboa revelou ter recebido “inúmeras queixas” contra advogados brasileiros, incluindo de outros países da União Europeia onde passaram a exercer ao abrigo do acordo com Portugal por falta de conhecimento das regras do sistema romano-germânico.“ A legislação brasileira é completamente diferente, tem uma matriz quase norte-americana” https://www.publico.pt/2023/07/05/sociedade/noticia/bastonario-advogados-brasileiros-ataca-ordem-portuguesa-mentalidade-colonial-ja-derrotada-2055740

Recordo que em 2019 já tinha criticado a supracitada anormalidade e na altura até iniciei esse post com declarações bastante esclarecedoras do próprio presidente do Colégio de Presidentes dos Institutos dos Advogados do Brasil, que admitiu que os cursos de juristas no Brasil não tinham a mesma qualidade das universidades Portuguesas. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/advogados-brasileiros-ja-representam-10.html

PS – Coisa bastante diferente é a de indagar porque motivo é que em Portugal nunca houve um referendo para saber se os Portugueses preferem o Direito Romano-Germânico ou a Common Law ? Caso houvesse é absolutamente evidente que eu preferiria de longe o segundo, porque o primeiro já mostrou que é manifestamente incapaz de punir de forma eficaz os crimes de colarinho branco (Vital Moreira dixit), e nem sequer necessito de mencionar os vergonhosos abortos jurídicos paridos pelos “experts” do Direito Romano-Germânico destas bandas https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/04/jose-socrates-agradece-ao-direito.html

As universidades e Politécnicos públicos com mais culpas pela irrelevância científica de Portugal__Actualização 2012-2022

Na sequência do post anterior, relativo ao período 2012-2020, apresenta-se abaixo o desempenho das instituições de ensino superior públicas, com o pior desempenho, relativamente à métrica, número de publicações com mais de 300 citações, na Scopus, desta vez para o período 2012-2022.  

As três instituições do fundo da tabela, os Politécnicos de Tomar, C.Branco e Portalegre, continuam a zero e embora seja possível admitir que daqui a um ano, quando em 2024 for feita a actualização deste ranking, talvez o Politécnico de Tomar possa eventualmente ter conseguido sair do zero,  (já que o seu artigo mais citado, recebe mais 100 citações por ano) é no entanto praticamente garantido que os Politécnicos de C.Branco e de Portalegre,  ainda continuarão nessa altura sem um unico artigo indexado que tenha recebido mais de 300 citações !

Ainda assim e atento o crescimento de citações do artigo mais citado do Politécnico de Portalegre é provável que esta instituição consiga sair do zero em 2025, já o Politécnico de Castelo Branco, na melhor das hipóteses só o conseguirá em 2026. Trata-se de um inconseguimento difícil de entender, já que o Politécnico de Castelo Branco, tem recebido mais verbas, por aluno, do que outras instituições do ensino superior, vide post de 24 de Dezembro de 2022. 

IPol.Bragança…..13

ISCTE………………..13

UMadeira…………10

IPol.Viseu………….6

UAçores…………….6

IPol.Lisboa…………4 

IPol.Beja……………3

IPol.Viana C……….3

IPol.Leiria………….3

IPol.Setubal……….2

IPol.Coimbra………2

IPol.Guarda……….1      

IPol.Santarém…….1  

IPCA………………….1

IPol.Tomar………….0    (artigo mais citado – 250 citações desde 2020, a subir)

IPolPortalegre…….0    (artigo mais citado – 195 citações desde 2018, a subir)

IPol.C.Branco…….0     (artigo mais citado – 209 citações desde 2015, em queda)

TU Eindhoven – 4th of July MasterClass ChatGPT

In a previous post, I mentioned in its final part the results of a survey, which revealed that some employers even claim to prefer candidates with ChatGPT experience over a college degree. 

Bearing in mind the aforementioned obsession with this generative AI, it still seems rather presumptuous, the recent announcement by the Technische Universiteit Eindhoven, which will hold on the next 4th of July, an online course on ChatGPT, with a duration of 2, 5 hours, which seems rather generic and is therefore not worth 200 euros. https://www.tue.nl/en/our-university/calendar- and-events/04-07-2023-masterclass-chatgpt

Because there are low-cost courses about ChatGPT on online teaching platforms like Udemy or Coursera. Not to mention that on the 24th of May, Forbes reported the existence of 29 (free) courses on the aforementioned ChatGPT. https://www.forbes.com/sites/bernardmarr/2023/05/24/the-29-best-and-free-chatgpt-and-generative-ai-courses-and-resources/?sh=3bddd6c94a6f

PS – Since June 11th, the number of publications indexed in Scopus on ChatGPT has increased from less than 600 to 722. The USA, India, UK, and China lead the ranking of most productive countries. 40% of publications belong to the area of medicine.