ChatGPT, psychological profiling, and the $2 Billion Question

Yesterday I realized that my data on ChatGPT usage (email below) shows that so far I have made more than 600 requests to this generative AI model, whose output exceeds more than 500 pages (11-point Arial). In this context, it will be interesting if future versions of ChatGPT can use this “request history” to create a psychological profile of users. 

First of all, because academics (and its relatives) are prone to schizophrenia and bipolar illness https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/schizophrenia-and-bipolar-illness-in.html And “secondly”, because there is a worldwide epidemic of mental illness (nearly 1 billion people according to the UN) and many humans would rather interact with a machine than with a (expensive) psychotherapist https://www.ageing.ox.ac.uk/blog/ChatGPT-A-Game-changer-for-Personalized-Mental-Health-Care-for-Older-Adults

No doubt the corporate world (that had become addicted to personality tests of candidates) would be interested to know about that (cost-free) AI-based psychological profile. On this issue check the article The $2 Billion Question of Who You Are at Work published in the New York Times  https://www.nytimes.com/2023/03/05/business/remote-work-personality-tests.html


De: OpenAI 
Enviado: 26 de julho de 2023 16:29
Para: F. Pacheco Torgal 
Assunto: ChatGPT – Your data export is ready

You recently requested a copy of your ChatGPT data.
Your data export is now ready. Please click on the link below to download your data.
Download data export
If you have any questions, please contact us through our help center.
Best,
The ChatGPT team

O admirável impacto científico de uma gota nas áreas da física, da química, da engenharia, da biologia e da medicina

Ainda sobre o post do passado dia 16 de junho, sobre citações (e prémios indevidos), é pertinente divulgar que o tal indíce-K, que permite dintinguir aquelas publicações citadas nas obras científicamemte mais relevantes daquelas outras citadas nas menos relevantes ou mesmo nas absolutamente irrelevantes, não se consubstancia somente num número (que permite hierarquizar cientistas inclusive prémios Nobel), mas que permite também através de uma análise na plataforma Scopus, das publicações que dele fazem parte, perceber em que universidades do Planeta e em que áreas científicas é que o trabalho de qualquer investigador está a conseguir causar impacto. 

No referido contexto aproveito para reproduzir abaixo uma lista do Top10 de públicações recentes (últimos 4 anos) que contribuem para o meu índice-K=158, que actualmente, ainda continua a ser o índice mais elevado na área da Engenharia Civil em Portugal, lista da qual destaco a interessante e importante publicação que aparece no 10º lugar, sobre o complexo fenómeno de evaporação de uma gota, publicação essa, de 56 páginas, que é baseada em mais de 400 referências bibliográficas, envolvendo as áreas da física, da química, da engenharia, da biologia e até mesmo da medicina https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0370157319300468

TítuloRevistaCitações
1Targets for a circular economyResources, Conservation and Recycling395
2Recent progress in low-carbon bindersCement and Concrete Research282
3Natural fiber reinforced polylactic acid composites: A reviewPolymer Composites249
4Geopolymers as an alternative to Portland cement: An overviewConstruction and Building Materials241
5A review of performance of zero energy buildings and energy efficiency solutionsJournal of Building Engineering233
6A Comprehensive Review on Recycled Aggregate and Recycled Aggregate ConcreteResources, Conservation and Recycling206
7Properties of fresh and hardened fly ash/slag based geopolymer concrete: A reviewJournal of Cleaner Production205
8Urban green space cooling effect in citiesHeliyon204
9Silica fume and waste glass in cement concrete production: A reviewJournal of Building Engineering202
10Evaporation of a Droplet: From physics to applicationsPhysics Reports201

O recente estudo da universidade de Oxford e a revisitação dos jovens ambientalistas idiotas

Na sequência do post de 3 de Agosto de 2022, com o título Jovens ambientalistas idiotas (e também hipócritas)”, é pertinente divulgar o muito recente estudo de investigadores da Universidade de Oxford, baseado em 55.000 pessoas, que concluiu que,  por unidade de alimento consumido, a dieta à base de  carne, tem um impacto ambiental, que é 300% a 10.000% superior, comparativamente à alimentação à base de plantas, https://www.nature.com/articles/s43016-023-00795-w 

PS – No contexto supra é igualmente merecedor de revisitação o post de 19-9-2019  “consumir muita carne…um hábito das classes sociais menos instruídas” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/09/consumir-muita-carne-um-habito-das.html

ChatGPT – Harvard Medical School tops the world’s list of Scopus-indexed publications and France dropped out of the Top 10

In the previous post of July 15th, I disclosed the fact that Harvard University banned the feeding of confidential data and non-public research data into generative AI models. 

Interestingly a search carried out today in Scopus shows that the number of publications on ChatGPT has reached 1017 (an 80% increase in about a month). The field of medicine represents the largest group with 420 publications (which can hardly come as a surprise because generative AI can help cut billions in healthcare costs) and in this group, the leadership belongs to Harvard Medical School. The second place belongs to the Johns Hopkins School of Medicine.

Below is the updated list of the 10 most prolific countries and the comparison (in brackets) with their performance on June 11th  Briefly, it can be seen that the United Kingdom dropped to third place, Switzerland entered the 9th place and France dropped out of the Top 10.

  1. United States…………….319 (181) Scopus publications
  2. India…………………………98 (53)
  3. United Kingdom………..89 (54)
  4. China……………………….84( 43)
  5. Australia…………………..61 (38)
  6. Germany…………………..57 (28)
  7. Italy………………………….39 (26)
  8. Canada…………………….38 (22)
  9. Switzerland………………29 (unregistered)
  10. South Korea………………25 (17)

PS – This week Stanford researchers found that ChatGPT, outperformed first- and second-year medical students in answering complex clinical care exam questions. https://hai.stanford.edu/news/chatgpt-out-scores-medical-students-complex-clinical-care-exam-questions

Update on July 24th – This post just became the most viewed in the last 30 days

O semanário Expresso e a a famosa hipótese que correlaciona ar poluído e maior tendência para votar em políticos com cadastro

Uma das matérias fortes, do 1º caderno do Expresso de hoje, que ocupa quase duas páginas daquele semanário, é sobre as quase 8000 pessoas que beneficiaram de apoios de um programa governamental, para irem viver no Interior de Portugal, um programa que foi iniciado em 2020 e que eu na altura comentei de forma pouco simpática num post de título O Interior profundo de Portugal a apenas 50 quilómetros de Lisboa ! https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/02/o-interior-profundo-de-portugal-50-kms.html

Para infelicidade do Governo, que detesta má imprensa, o artigo em causa aparece colocado lado a lado com uma entrevista feita a um investigador da Universidade de Coimbra, que é designado como sendo um especialista em migrações e que ridiculariza, a exiguidade das referidas 8000 pessoas.

O referido especialista respondeu a 9 perguntas do Expresso, de onde se pode concluir que mais importante do que criar programas para trazer pessoas para o Interior, é criar programas para “impedirem” que aqueles que lá vivem se mudem para o Litoral ou para o estrangeiro. Aproveito aliás para reproduzir abaixo uma pergunta (a sexta) que lhe foi colocada e (parte) da respectiva resposta:

Pergunta: Qual considera ser a medida mais importante para o combate à desertificação?

Resposta: A primeira é não deixar a economia desaparecer, mas em muitos territórios ela está a extinguir-se, pouco a pouco…os jovens olham para o futuro e percebem que não há ali nada que os retenha. Portanto a grande solução é construir economia…o melhor exemplo é o Fundão, que conseguiu não só estancar a perda de população, como ganhar habitantes. Fê-lo com um plano de desenvolvimento económico, de fixação de novas empresas e de comunicação que permitiu criar um movimento em que parece interessante viver naquele espaço…”

Sobre o caso particular do Fundão e da sua invulgar capacidade de atracção populacional, acho pertinente recomendar a revisitação do post de 2022 de título A cidade com o maior número de engenheiros a a hipótese da tolerância da corrupção por conta de ares poluídos“.https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/05/a-cidade-portuguesa-com-o-maior-numero.html

The all-knowing ChatGPT doesn’t know what the greatest of all conceivable crimes is

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/05/o-diabo-pode-ainda-nao-ter-chegado-mas.html

At the end of last May, an article published in The Economist recalled that heat is an extremely powerful killer and its power will increase radically due to the ongoing climate emergency. Link above. This problem acquires special relevance, in view of the heat wave that hit Europe this week. 

And this is just the result of a planet 1.2 °C warmer, as it will undoubtedly be much worse when this value rises to 3 °C, as can be seen in the words of the well-known scientist Raymond Pierrehumbert https://www.physics.ox.ac.uk/our-people/pierrehumbertLet’s get this on the table right away, without mincing words. With regard to the climate crisis, yes, it’s time to panic“, https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/11/o-cientista-que-afirma-que-metade-do.html

When the omniscient ChatGPT is asked what is the greatest of all conceivable crimes, it is absolutely unable to name it, limiting itself to an almost politically correct  answer https://chat.openai.com/share/43db9e2b-fd1a-4340-86a9-1c56a1e2b3bd  

This shows that ChatGPT doesn’t know that Henry Sidgwick, was the one who first suggested that the loss of the entire biosphere and the atmosphere it supports truly constitutes “the greatest of all conceivable crimes” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/09/cambridge-oxford-obsession-and-greatest.html

Ironically, it is the richest part of Humanity that has been “working” very hard to carry out this heinous crime. This means these are the biggest criminals that have ever existed since the dawn of mankind! https://www.oxfam.org/en/press-releases/billionaire-emits-million-times-more-greenhouse-gases-average-person 

O omnisciente ChatGPT não consegue dizer qual é o cúmulo da malignidade !

No inicio do passado mês de Junho a revista Sábado fez capa com o tema das temperaturas de 50 ºC, tema esse que esta semana adquire especial relevância, face à onda de calor que atingiu a Europa. 

Mas se isso é apenas o resultado de um Planeta que ainda só vai em 1.2 ºC de aquecimento médio, imagine-se como será o futuro quando o aquecimento médio do Planeta chegar finalmente a 3 ºC ou 4 ºC, e em resultado disso as temperaturas de 50 ºC se tornarem frequentes https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/ter-razao-antes-do-tempo.html fazendo com as as memórias  de Verões passados a 40 ºC sejam recordados como bastante refrescantes, mas muito pior do que isso, passando a constituir a nova realidade para os próximos milhares de anos, ver a este respeito, o artigo sobre o relatório síntese do IPCC, divulgado no passado mês de Março https://www.publico.pt/2023/03/20/azul/noticia/accoes-hoje-terao-impacto-durante-milhares-anos-avisa-ipcc-2043048 

PS – Quando se pergunta ao omnisciente ChatGPT, qual é o maior de todos os crimes concebíveis, ele é absolutamente incapaz de o nomear, limitando-se a uma resposta “redonda” politicamente correcta https://chat.openai.com/share/a508000e-c77b-4d2b-b209-63b5c121b1ff O que mostra que ele não sabe que Henry Sidgwick, foi quem sugeriu pela primeira vez, que a perda de toda a biosfera e da atmosfera que ela suporta, constitui “o maior de todos os crimes concebíveis”, https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/09/cambridge-oxford-obsession-and-greatest.html que é ironicamente aquilo que para o qual uma parte da Humidade (a parte mais rica) tem andado a trabalhar muito afincadamente, o que significa assim que esses são os maiores criminosos que algum dia existiram desde o inicio da Humanidade ! https://www.oxfam.org/en/press-releases/billionaire-emits-million-times-more-greenhouse-gases-average-person

 

Excessiva modéstia “citacional” e o prémio político às instituições coitadinhas

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/12/2029-o-ano-da-minha-aposentacao.html

Agora que acabo de chegar às 8000 citações na base Scopus, adquirem assim um significado bastante diferente as (modestas) previsões de 2019, comentadas no post supra de 31 de Dezembro de 2020. Afinal bastaram apenas três anos para quebrar uma previsão que só era suposto alcançar ao fim de 10 anos. 

Sobre citações, revisite-se o post de 4 de Julho, relativo às instituições de ensino superior que apresentam um registo “citacional” absolutamente deprimente, isto é, cujas publicações são objecto de manifesta indiferença, quase “desprezo”, pela comunidade científica mundial.  

Num país decente, governado por uma classe politica decente e com regras decentes, as instituições de ensino superior, que produzem publicações com mais impacto, seriam muito mais beneficiadas em sede de Orçamento de Estado, do que as outras instituições menos capazes, não é porém isso que sucede, pois há em Portugal, uma vontade politica explicita de beneficiar as instituições “coitadinhas”, como acusou, sem papas na língua, em Dezembro de 2022, um conhecido catedrático da Universidade do Minho.  

A consequência mais evidente (e mais danosa para o futuro de Portugal) da referida opção politica, de beneficiar em sede de Orçamento de Estado, as instituições “coitadinhas” (onde nunca faltam boys e girls incompetentes, por conta de infames “cunhas” política) é que depois faltam verbas para contratar muitos dos melhores investigadores deste país, como precisamente hoje dá conta o jornal Público, do qual anexo apenas o link do Editorial  https://www.publico.pt/2023/07/16/opiniao/editorial/ciencia-prazo-2056978

PS – No contexto supra, reproduzo novamente o segundo parágrafo de um post de Março deste ano: “Portugal precisa sim é de um plano para impedir que o dinheiro que devia ir para a Ciência, seja desviado para outros fins menos nobres, como para pagar milhões em subvenções vitalícias a uma classe politica parasita, para pagar centenas de milhões em indemnizações pagas pelo Estado Português a empresas privadas, em sentenças decididas em tribunais privados e para pagar milhares de milhões em Swaps com juros superiores a 100%, contratados por (incompetentes) gestores de empresas públicas” 

Harvard University’s ban on “feeding” ChatGPT and the meaning of China´s stellar Pisa results

In a previous post, a reference was made to the recent case of a major US telecommunications company that imposed a ban on its employees from using ChaGPT. The purpose of this restriction was to safeguard the privacy of customer information, as the company recognized the potential risks associated with the “feed” of generative AI tools. Interestingly, Harvard University recently made public a set of guidelines (https://huit.harvard.edu/news/ai-guidelines) regarding the use of generative AI models. These guidelines explicitly prohibit feeding confidential data or non-public research data into those models.

With regard to ChatGPT, it is worth noting this week, the journal Nature published a study demonstrating that ChatGPT does not offer significant advantages to individuals with strong writing skills. However, it does play a crucial role in reducing the existing inequality between those with weak writing skills and those with greater proficiency. This contributes not only to the democratization of writing ability but also to its devaluation.  https://www.nature.com/articles/d41586-023-02270-9

Asked which areas generative AI will not replace humans, ChatGPT provided the answer reproduced below in italic font. However, it is important to consider that nanotechnology is already operating at a scale much smaller than the “fine motor skills” mentioned in paragraph 4. For instance, chips with dimensions in the range of a few nanometers, thousands of times smaller than the thickness of a human hair, are already being produced. This indicates that the human advantage in the domain of “fine motor skills” may not be long-lasting and will eventually be surpassed by machines. Still, human creativity, emotions, and ethics will continue to be key differentiators. In light of this, it is worth revisiting the content of a 2019 post on the meaning of world leadership for Chinese students on the PISA test, PISA test and where it was written that the future of education will have to train innovative humans, with high ethical and moral standards. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/12/pisa-best-students-in-world.html

Although generative AI has made significant advances and has the ability to perform complex tasks, there are areas where humans still play essential roles and will not be easily replaced. Here are some of these areas:

  1. Creativity and Art: While generative AI can generate creative content such as music, paintings, and texts, it often relies on existing patterns and data. Originality, emotional expression, and the ability to transcend conventions are aspects where humans still have an advantage.
  2. Empathy and Human Interaction: Generative AI can simulate conversations and human interactions to some extent, but genuine empathy and emotional understanding are still unique human skills. Human interactions require a deep understanding of emotions, social context, and nuances that AI is still far from matching.
  3. Ethical Decision Making: Generative AI operates based on algorithms and data provided to it, but it lacks the ability to discern complex ethical values or consider the moral and philosophical aspects involved in important decisions. Ethical issues require human judgment, weighing of values, and contextual considerations.
  4. Motor Skills and Physical Manipulation: While generative AI can generate images, videos, and motion simulations, it does not have the ability to manipulate physical objects in the real world with the same dexterity and precision as humans. Tasks that require fine motor skills, such as surgery or assembling complex components, are still dominated by humans.
  5. Creating Deep Emotional Connections: Generative AI can offer assistance and interaction, but it cannot yet replicate the deep emotional connections that humans develop with each other. Personal relationships, genuine empathy, and emotional support are aspects of human interaction that cannot be completely replaced by AI.

Universidade de Harvard acaba de proibir “alimentação” do ChatGPT

Num post anterior, foi feita referência ao facto de uma conhecida empresa de telecomunicações Norte-Americana ter proibido os seus funcionários de utilizar o ChatGPT, para  assim evitar que a “alimentação” dessa ferramenta de IA generativa, possa colocar em risco a privacidade das informações dos clientes. Curiosamente, ontem a universidade de Harvard tornou público um conjunto de  instruções, quanto à utilização de modelos de IA generativa https://huit.harvard.edu/news/ai-guidelines onde consta a proibição de inserção nos referidos modelos de dados confidenciais ou dados de pesquisas não públicas. 

Sobre o ChatGPT é igualmente interessante constatar que também ontem a conhecida revista Nature divulgou um estudo que mostra que o ChatGPT não fornece grandes vantagens aqueles que possuem elevadas capacidades de escrita, mas que irá reduzir grandemente a desigualdade existente entre esses e aqueles que possuem fracas capacidades de escrita, contribuindo não só para a democratização dessa capacidade mas também para a desvalorização da mesma https://www.nature.com/articles/d41586-023-02270-9

Perguntado sobre as áreas em que a IA generativa não irá substituir os humanos o ChatGPT devolve a resposta que abaixo se reproduz em itálico. Tendo porém em conta que a nanotecnologia já opera a uma escala muitíssimo inferior às capacidades da motricidade fina mencionadas na alínea 4 (já se produzem chips com poucos nanómetros, milhares de vezes mais pequenos do que a espessura de um cabelo) isso significa que essa vantagem humana, não terá uma vida longa, sobram assim na contabilização (no médio prazo) das vantagens humanas face à máquina, a criatividade, as emoções e a ética. Nesse contexto vale a pena revisitar o conteúdo de um post de 2019, sobre o significado da liderança mundial dos estudantes Chineses no teste PISA e onde se escreveu que o futuro da educação (para enfrentar os gravíssimos desafios com que se confronta a Humanidade) terá de passar por formar humanos inovadores, com elevados padrões éticos e morais. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/12/pisa-best-students-in-world.html


“Embora a IA generativa tenha feito avanços significativos e possua a capacidade de realizar tarefas complexas, existem áreas em que os humanos ainda desempenham papéis essenciais e não serão facilmente substituídos. Aqui estão algumas dessas áreas:

  1. Criatividade e Arte: Embora a IA generativa possa gerar conteúdo criativo, como música, pinturas e textos, ela geralmente se baseia em padrões e dados existentes. A originalidade, a expressão emocional e a capacidade de transcender as convenções são aspectos em que os humanos ainda têm uma vantagem.
  2. Empatia e Interação Humana: A IA generativa pode simular conversas e interações humanas até certo ponto, mas a verdadeira empatia e compreensão emocional ainda são habilidades exclusivas dos seres humanos. As interações humanas requerem uma compreensão profunda das emoções, contexto social e nuances que a IA ainda está longe de igualar.
  3. Tomada de Decisão Ética: A IA generativa opera com base em algoritmos e dados fornecidos a ela, mas não possui a capacidade de discernir valores éticos complexos ou de considerar os aspectos morais e filosóficos envolvidos em decisões importantes. Questões éticas exigem julgamento humano, ponderação de valores e considerações contextuais.
  4. Habilidades Motoras e Manipulação Física: Embora a IA generativa possa gerar imagens, vídeos e simulações de movimento, ela não possui a capacidade de manipular objetos físicos no mundo real com a mesma destreza e precisão dos seres humanos. Tarefas que exigem habilidades motoras finas, como cirurgia ou montagem de componentes complexos, ainda são dominadas pelos humanos.
  5. Criar Conexões Emocionais Profundas: A IA generativa pode oferecer assistência e interação, mas ainda não pode replicar as conexões emocionais profundas que os seres humanos desenvolvem entre si. Relacionamentos pessoais, empatia genuína e apoio emocional são aspectos da interação humana que não podem ser completamente substituídos pela IA.

https://chat.openai.com/share/f467ad8d-24e2-441d-afd5-86385a905c1d