A “estratégia” moralmente ordinária e intelectualmente reles

No Expresso ontem publicado pode ler-se no Editorial, a propósito da Entidade que vai fiscalizar as declarações de rendimentos e património dos políticos, que “funciona sem luz, cadeiras nem internet. Podia ser uma piada, mas não é…”

Em resumo e aproveitando as cáusticas palavras de Guerra Junqueiro, coincidentemente mencionadas na revista do Expresso, uma “estratégia” moralmente ordinária e intelectualmente reles, com vista a impedir que os Portugueses possam conhecer em pormenor a riqueza da classe politica.  

Ou seja durante dezenas de anos a classe politica, evitou de todas as formas possíveis fazer o que fazem nos países civilizados e criar uma intuição que fiscalizasse as  declarações de rendimentos e património dos políticos. Isso só veio a acontecer em Setembro de 2019, 45 anos depois do 25 de Abril. Ou seja durante 45 anos os políticos puderam divertir-se à grande. No entanto ainda continuaram a divertir-se depois disso, porque mesmo depois de aprovada, a referida Entidade teve de esperar mais alguns anos até ter instalações para poder funcionar, mas agora que finalmente já tem instalações falta-lhe tudo o resto, ou seja é quase como se não existisse !

Contactado pelo Expresso o Gabinete do Primeiro Ministro mandou dizer que está a tratar disso, mas recusa-se a dizer quando é que o problema ficará resolvido, porque já se sabe que arranjar luz, mobiliário e internet é coisa altamente complexa ! Uma coisa é certa se no próximo mês de Setembro, a referida Entidade ainda não tiver luz, cadeiras ou internet isso significa que terão decorrido 49 anos desde o 25 de Abril sem que haja neste país uma Entidade com condições efectivas para fiscalizar as declarações de rendimentos e património dos políticos

Felizmente porém que neste país há quem não se deixe vencer pelos inúmeros esquemas da classe politica para evitar ser fiscalizada na riqueza que vai acumulando e foi isso que fez há alguns meses atrás a revista Sábado, que destacou vários jornalistas para durante vários meses lerem as declarações (escritas à mão para obviamente dificultar a sua leitura) dos políticos entregues no Tribunal Constitucional. O resultado foi aquele vergonhoso,, onde se ficou a saber que os jornalistas da revista Sábado descobriram centenas de declarações com falhas e omissões e até declarações que nem sequer foram entregues, sem que daí resultasse qualquer consequência criminal, como acontece nos países civilizados.

PS – Quem também não não tem deixado passar em claro a pouca vergonha da nossa classe politica é a blogosfesra, como é por exemplo o blog de um magistrado aposentado, que hoje escreve sobre a “indecência e o despudor” do Primeiro-Manhoso https://portadaloja.blogspot.com/2023/07/a-insustentavel-leveza-de-um-manhoso.html

The Economist__ Only 13% of the world´s coastlines would be worth defending

“two academics in Germany, used cost-benefit analyses to calculate that only 13% of the world’s coastlines would be worth defending under their most pessimistic scenario, mostly in wealthy and densely populated parts of Europe, East Asia and the eastern United States. Conversely, 65% of coastline was not worth protecting under any scenario. People will have to move out of flood zones. Some rich countries have property buy-out schemes to encourage this, but so far these have been modest in scale…” https://www.economist.com/interactive/briefing/2023/07/01/the-surprising-upside-of-climate-migration

The July1st-7th edition of The Economist has an interesting (but worrying) article about climate change adaptation from which i took the extract above. In this context, it makes sense to question why there are European countries that spend hundreds of million euros to pay for hundreds of millions of tons of sand in repeated beach nourishment operations? Why is this money not used to pay for property buy-outs?

PS – The 2023 report “Ocean sand: putting sand on the ocean sustainability agenda” mention that in the USA, more than 1.2 billion m3 of sand have been used for beach nourishment.  Should Europe continue to follow the same failed recipes used by a country that has a poor record of adapting to climate change?

Utilização do ChatGPT para produzir um artigo com base em dados públicos de saúde de mais de 250.000 pessoas

Um artigo publicado hoje na conhecida revista Nature, dá conta que dois investigadores Israelitas (do conhecido instituto tecnológico Technion, de onde já saíram alguns vencedores do prémio Nobel) descarregaram um conjunto de dados públicos do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco Comportamentais dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, o qual inclui informações  de mais de 250.000 pessoas sobre diabetes, consumo de frutas e vegetais e atividade física.

O artigo refere que os investigadores pediram ao ChatGPT para escrever o código que eles poderiam usar para descobrir padrões nos referidos dados. Inicialmente o ChatGPT gerou um código com erros mas numa etapa posterior, quando lhe foi solicitada a correção dos erros identificados, acabou por gerar um código válido.  https://www.nature.com/articles/d41586-023-02218-z

PS – No post anterior lamentei que Portugal tivesse apenas três publicações indexadas na Scopus sobre o ChatGPT e também que a única publicação nacional da área da medicina (a área mais activa a nível mundial) fosse um pequeno editorial, porém constato hoje que Portugal já tem mais uma publicação indexada sobre o ChatGPT, e que ainda por cima pertence à área da medicina, tendo sido produzida por investigadores da universidade de Lisboa. Tenha-se presente que as publicações indexadas na Scopus, a nível mundial, sobre o ChatGPT totalizam hoje 794, valor que representa um crescimento de mais de 30%, relativamente a 10 de Junho. 

Quem terá sido o genial idiota que autorizou que os advogados Brasileiros possam trabalhar em Portugal sem antes mostrarem que conhecem a legislação nacional?

Como se pode ler no recente artigo do jornal Público, vide extracto infra, percebe-se agora qual foi o resultado de ter havido um génio (leia-se idiota) que achou boa ideia autorizar advogados Brasileiros a trabalharem em Portugal (e vice-versa), sem que antes tivessem que fazer um exame para comprovar que conhecem minimamente a legislação Portuguesa:

“Esta Quarta-Feira a Ordem sediada em Lisboa revelou ter recebido “inúmeras queixas” contra advogados brasileiros, incluindo de outros países da União Europeia onde passaram a exercer ao abrigo do acordo com Portugal por falta de conhecimento das regras do sistema romano-germânico.“ A legislação brasileira é completamente diferente, tem uma matriz quase norte-americana” https://www.publico.pt/2023/07/05/sociedade/noticia/bastonario-advogados-brasileiros-ataca-ordem-portuguesa-mentalidade-colonial-ja-derrotada-2055740

Recordo que em 2019 já tinha criticado a supracitada anormalidade e na altura até iniciei esse post com declarações bastante esclarecedoras do próprio presidente do Colégio de Presidentes dos Institutos dos Advogados do Brasil, que admitiu que os cursos de juristas no Brasil não tinham a mesma qualidade das universidades Portuguesas. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/advogados-brasileiros-ja-representam-10.html

PS – Coisa bastante diferente é a de indagar porque motivo é que em Portugal nunca houve um referendo para saber se os Portugueses preferem o Direito Romano-Germânico ou a Common Law ? Caso houvesse é absolutamente evidente que eu preferiria de longe o segundo, porque o primeiro já mostrou que é manifestamente incapaz de punir de forma eficaz os crimes de colarinho branco (Vital Moreira dixit), e nem sequer necessito de mencionar os vergonhosos abortos jurídicos paridos pelos “experts” do Direito Romano-Germânico destas bandas https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/04/jose-socrates-agradece-ao-direito.html

As universidades e Politécnicos públicos com mais culpas pela irrelevância científica de Portugal__Actualização 2012-2022

Na sequência do post anterior, relativo ao período 2012-2020, apresenta-se abaixo o desempenho das instituições de ensino superior públicas, com o pior desempenho, relativamente à métrica, número de publicações com mais de 300 citações, na Scopus, desta vez para o período 2012-2022.  

As três instituições do fundo da tabela, os Politécnicos de Tomar, C.Branco e Portalegre, continuam a zero e embora seja possível admitir que daqui a um ano, quando em 2024 for feita a actualização deste ranking, talvez o Politécnico de Tomar possa eventualmente ter conseguido sair do zero,  (já que o seu artigo mais citado, recebe mais 100 citações por ano) é no entanto praticamente garantido que os Politécnicos de C.Branco e de Portalegre,  ainda continuarão nessa altura sem um unico artigo indexado que tenha recebido mais de 300 citações !

Ainda assim e atento o crescimento de citações do artigo mais citado do Politécnico de Portalegre é provável que esta instituição consiga sair do zero em 2025, já o Politécnico de Castelo Branco, na melhor das hipóteses só o conseguirá em 2026. Trata-se de um inconseguimento difícil de entender, já que o Politécnico de Castelo Branco, tem recebido mais verbas, por aluno, do que outras instituições do ensino superior, vide post de 24 de Dezembro de 2022. 

IPol.Bragança…..13

ISCTE………………..13

UMadeira…………10

IPol.Viseu………….6

UAçores…………….6

IPol.Lisboa…………4 

IPol.Beja……………3

IPol.Viana C……….3

IPol.Leiria………….3

IPol.Setubal……….2

IPol.Coimbra………2

IPol.Guarda……….1      

IPol.Santarém…….1  

IPCA………………….1

IPol.Tomar………….0    (artigo mais citado – 250 citações desde 2020, a subir)

IPolPortalegre…….0    (artigo mais citado – 195 citações desde 2018, a subir)

IPol.C.Branco…….0     (artigo mais citado – 209 citações desde 2015, em queda)

TU Eindhoven – 4th of July MasterClass ChatGPT

In a previous post, I mentioned in its final part the results of a survey, which revealed that some employers even claim to prefer candidates with ChatGPT experience over a college degree. 

Bearing in mind the aforementioned obsession with this generative AI, it still seems rather presumptuous, the recent announcement by the Technische Universiteit Eindhoven, which will hold on the next 4th of July, an online course on ChatGPT, with a duration of 2, 5 hours, which seems rather generic and is therefore not worth 200 euros. https://www.tue.nl/en/our-university/calendar- and-events/04-07-2023-masterclass-chatgpt

Because there are low-cost courses about ChatGPT on online teaching platforms like Udemy or Coursera. Not to mention that on the 24th of May, Forbes reported the existence of 29 (free) courses on the aforementioned ChatGPT. https://www.forbes.com/sites/bernardmarr/2023/05/24/the-29-best-and-free-chatgpt-and-generative-ai-courses-and-resources/?sh=3bddd6c94a6f

PS – Since June 11th, the number of publications indexed in Scopus on ChatGPT has increased from less than 600 to 722. The USA, India, UK, and China lead the ranking of most productive countries. 40% of publications belong to the area of medicine.

ChatGPT – Acerca do MasterClass a realizar online no dia 4 de Julho

Num post anterior, acessível no link abaixo, mencionei na sua parte final, resultados de um inquérito, que revelou que há empregadores que até dão mais valor a candidatos com experiência em ChatGPT do que a candidatos com um diploma de ensino superior. https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/06/a-receita-para-portugal-mais-que.html

Atenta a referida obsessão com esta IA generativa, ainda assim, parece-me bastante presunçoso, o recente anuncio da Universidade Tecnológica de Eindhoven, que irá realizar no próximo dia 4 de Julho, um curso online sobre o ChatGPT, com uma duração de 2,5 horas, que se afigura algo genérico e que (pelo menos na minha opinião), não vale por isso os 200 euros, que pedem pela inscrição no mesmo https://www.tue.nl/en/our-university/calendar-and-events/04-07-2023-masterclass-chatgpt

Ainda para mais, quando já no passado dia 24 de Maio passado a Forbes dava conta da existência de mais de duas dezenas de formações (gratuitas) sobre o referido ChatGPT. Isto já para nem falar das formações de baixo custo sobre o ChatGPT que existem nas plataformas de ensino online. 

PS – Em 2022, comentei uma entrevista do CEO de uma conhecida plataforma de ensino online, ao jornal Público (plataforma cujo número de utilizadores excede largamente o número total de alunos do ensino superior da Europa e dos EUA somados)  na qual aquele divulgou que naquela plataforma até é possível obter um diploma do Imperial College, sem nunca necessitar de colocar os pés no Imperial College  https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/05/os-diplomados-pelo-imperial-college-que.html

Uma mulher manhosa, mentirosa e de uma “frieza atroz”

Na sequência de um post anterior, onde se comentou uma mulher bastante sonsa, faz sentido prosseguir a “temática”  relativa a interessantes exemplos de “toxicidade” feminina, e aproveitar este post para divulgar o nome, Maria Antónia Cameira, de uma mulher manhosa, mentirosa, que em tribunal, em 2020, foi descrita pela juíza que a julgou como alguém que usava de uma “frieza atroz” na forma como enganava os seus clientes https://www.publico.pt/2020/09/02/sociedade/noticia/advogada-condenada-dez-anos-cadeia-burlas-vistos-gold-1930101

Sobre a supracitada mentirosa patológica, cujo brilhante currículo até diz que “Leccionou durante vários anos na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa” https://cgov.pt/images/ficheiros/2018/maria_antnia_cameira_20110919.pdf acaba de informar o semanário Expresso, que só agora, três anos depois de ter sido condenada a uma pena de cadeia de 10 anos é que a Ordem dos Advogados decidiu expulsar Maria Antónia Cameira. https://expresso.pt/sociedade/2023-07-01-Ordem-expulsa-advogada-que-desviou-milhoes-de-euros.-Maria-Antonia-Cameira-ja-foi-condenada-em-dois-processos-7b2be9aa

Igualmente inadmissível é que ela ainda não esteja a cumprir pena de cadeia, porque embora a sua sentença já tenha sido confirmada pelo Tribunal da Relação e pelo Supremo Tribunal de Justiça, a sentença ainda necessita de ser apreciada pelo Tribunal Constitucional, que é convém recordar aquele Tribunal, com juízes escolhidos pelos deputados, e relativamente ao qual, o Presidente do Sindicato dos juizes (e também o catedrático jubilado Vital Moreira) disse que contribui para a impunidade dos criminosos de colarinho branco https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/presidente-do-sindicato-dos-juizes-diz.html

PS – Pior porém do que os três anos que a Ordem dos Advogados necessitou para expulsar uma advogada que foi condenada a 10 anos de cadeia é ler-se esta semana na revista Sábado, que o pai de uma Ministra deste Governo, anda há 30 anos a exercer advocacia com um certificado falso https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/advogado-suspeito-de-exercer-ilegalmente-mantem-se-em-funcoes

O catedrático (aristocrata) preocupado com a fome e o catedrático odiado pelos bancos

Desde há alguns anos atrás que tenha criticado as opiniões do catedrático João Duque, vertidas semanalmente no seu artigo da secção de Economia do Expresso. Assim de repente, lembro-me por exemplo de dois posts de 2019, com títulos sugestivos, “Duelo de catedráticos__Seriedade contra cinismo e hipocrisia” ou “A melancia podre do catedrático Duque“. 

Hoje porém tenho que reconhecer que o catedrático Duque escreveu alguma coisa que merece ser lida. No seu artigo cita um estudo do próprio BCE, onde se pode ler que é precisamente nos países mais ricos, onde a maioria (mais de 80%) dos empréstimos hipotecários são feitos em regime de taxa fixa, ao passo que Portugal é o país com a mais baixa taxa de empréstimos a taxa fixa. E assim conclui, “para as famílias alemãs mesmo endividadas, a subida de juros é encarada com um sorriso nos lábios porque a prestação deles não muda. As nossas começam a ter de ir aos penhores ou a deixar de comer para pagar a prestação da casa”.

Também sobre taxas de empréstimos para aquisição de habitação, escreveu hoje no caderno principal do Expresso, o catedrático Aguiar-Conraria, da Universidade do Minho. Nesse artigo revela que possui um empréstimo a taxa fixa, e revela também que encontrou enormes resistências dos bancos quando decidiu optar por essa variante, tendo sido confrontado com enormes pressões para que optasse por uma taxa indexada à Euribor. Preocupante e até grave é a forma como termina o artigo, acusando o Governo de proteger as “práticas predatórias dos bancos“, embora seja importante ter presente que este catedrático já tinha escrito coisas mais graves sobre a banca e também sobre o Governo, quando no inicio do mês passado, escreveu isto.  

Declaração de interesses – Declaro que há alguns anos atrás, fiz uma proposta pragmática, visando o sorteio de banqueiros para serem queimados em praça pública  https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/09/tres-vezes-sera-roubado-pelo-seu-banco.html

Aditamento em 1 de Julho – Hoje no jornal Público pode ler-se que: “…um empréstimo de 150 mil euros, com a Euribor a 12 meses, a 30 anos e com um spread (ou margem comercial do banco) de 1% corresponderia no arranque de 2022 a uma prestação de 448,65 euros. O mesmo empréstimo a rever no mês que agora se inicia, que utiliza o valor de Junho, veria a prestação disparar para 805,87 euros” https://www.publico.pt/2023/07/01/economia/noticia/subida-euribor-perto-duplicar-prestacao-casa-18-meses-2055281

A receita para Portugal mais do que triplicar o seu número de publicações científicas sobre o ChatGPT

Ainda na sequência do post anterior, sobre o anormalmente baixo número (3) de publicações indexadas sobre o ChatGPT, com afiliação Portuguesa, registe-se que uma pesquisa na Scopus revela que o nosso país já conseguiu aumentar esse número para 4 (quatro) ! 

Porém esse número poderia ter mais do que triplicado, se o prolífico investigador Português, Jaime Teixeira da Silva (h-index=52), https://orcid.org/0000-0003-3299-2772 que trabalhou no Japão e se aposentou precocemente em 2013, trabalhando desde essa altura de forma independente, estivesse afiliado a uma instituição de ensino superior Portuguesa, já que as suas 11 publicações sobre o ChatGPT, teriam ajudado a colocar Portugal ao mesmo nível da Holanda e do Japão e à frente de países com a Áustria, a Dinamarca e a Suécia. 

A nível mundial, a área científica mais dinâmica na investigação sobre a IA generativa ChatGPT é a área da medicina, com 40% de todas as publicações indexadas. Facto que não pode constituir surpresa quando se sabe que o ChatGPT poderá permitir poupar milhares de milhões em despesas de saúde https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/06/chatgpt-ajuda-reduzir-substancialmente.html Em Portugal porém, as largas centenas de investigadores da área da medicina, ainda só conseguiram produzir uma única publicação indexada e que ainda por cima é um Editorial, em língua Portuguesa, com menos de 1000 palavras e apenas 5 referências (3 de artigos em revistas científicas), que certamente receberá muito poucas citações da comunidade científica internacional!

PS – No contexto supra, tenha-se presente que como dei conta no final de um post publicado há 2 dias atrás, um inquérito realizado entre mais de 1000 lideres empresariais, revelou que mais de 90% estão interessados em contratar candidatos que tenham experiência na utilização do ChatGPT. Alguns empregadores “menos diplomatas” nem se inibem de dizer que preferem candidatos com experiência em ChatGPT do que com um diploma de ensino superior. O que é difícil de rebater, pelo menos para alguns diplomas de valor duvidoso.