Qual a ética de um catedrático que aceita integrar um júri de concurso onde é oponente o seu orientando ?

Será que aqueles catedráticos, que aceitam ser jurados de concursos, onde vão pronunciar-se sobre o currículo de candidatos de que foram orientadores e com quem publicaram conjuntamente, vivem alheados numa realidade alternativa, onde se ignora que os tribunais deste país já estão atulhados de processos a que não conseguem responder em tempo útil (40% das condenações de Portugal no TEDH foram por demora excessiva da justiça), para ainda terem de perder tempo (leia-se consumir dinheiro dos contribuintes) a sentenciar o óbvio, que essa situação viola a lei. Vide extracto abaixo, de um recente Acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul, que anulou um concurso para um lugar de professor Associado na universidade de Coimbra:

“…Ficou igualmente provado que a Professora M……., membro do júri, foi orientadora das provas de aptidão pedagógica e também de doutoramento da candidata…Com efeito, não se pode dizer, como faz a R., que as situações profissionais em causa não revelam qualquer grande intimidade entre membros do júri e candidatos….a partilha de 51 dos 66 artigos mencionados no curriculum da candidata …com a Professora M…revela uma relação profissional estreita e de grande intimidade…tal fragiliza a necessária imagem de independência dos jurados….Em face da suspeição verificada quanto à constituição do júri…não opera o princípio do aproveitamento dos atos administrativos – utile per inutile non vitiatur.”

PS – E mesmo que no limite, a lei desta desgraçada terra, fosse tão corrupta que permitisse um tal absurdo, ainda assim sempre seria impossível esquecer a falta de ética de um acto, que nunca seria tolerado em universidades de países do primeiro mundo. É claro que este e muitos outros Acórdãos sobre concursos académicos, como por exemplo aquele Acórdão sobre um concurso em que um catedrático de Engenharia Civil, se achou competente para escolher um futuro catedrático de Botânica, só existem porque houve candidatos corajosos, o suficiente para contestarem as “avaliações” concursais de catedráticos que se julgam omnipotentes. Essa coragem porém paga-se muito cara na Academia Portuguesa.

O metal tóxico que mata mais pessoas do que o tabaco ou o colesterol e que os Governantes Portugueses negligenciam

Um recente estudo do Banco Mundial, concluiu que a exposição ao metal tóxico chumbo, foi responsável por 5 milhões de mortes num único ano, superando o número de mortes associadas ao tabaco e ao colesterol. O referido estudo estimou em 7% do PIB mundial (6 triliões de dólares) o custo global do envenenamento por chumbo, incluindo o número de mortes e ainda o custo associado à redução do QI de crianças com menos de 5 anos de idade https://www.thelancet.com/journals/lanplh/article/PIIS2542-5196(23)00166-3/fulltext

Sobre o tema do envenenamento por chumbo, entendo pertinente recordar um post de 2020 de título “Os Portugueses que se preocupam muito com o amianto mas não sabem que andam a ser lentamente envenenados com chumbohttps://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/12/pode-um-pais-do-primeiro-mundo-deixar.html

E também um outro post, de 2021, em cuja parte final critiquei o facto de Portugal, o mesmo desgraçado país que conseguiu arranjar 20.000 milhões de euros para dar à banca, não conseguir arranjar 1500 milhões de euros para substituir as canalizações em chumbo. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/04/nao-gastar-no-que-e-imprescindivel-e.html

Recordo ainda, que há mais de uma década atrás, fui primeiro autor de um livro, que já foi descarregado mais de 14.000 vezes (mais de 8.000 no Brasil, que representam 61% dos descarregamentos totais e 84% das quase 20.000 consultas). https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/engenharia-civil-20212022-universidade.html 

Na Tabela 2.6 do referido livro, que inicia a página 59, é indisfarçável o cinismo politico, vertido na regulamentação sobre o limite máximo de teor de chumbo na água, que levou várias décadas a baixar de 300µg para 10µg, a que não foi certamente alheio, o custo de substituição de milhões de metros de tubagem de chumbo em toda a Europa (1 milhão de metros em Portugal), que em 2009 se estimava em 200.000 milhões de euros. De valor astronómico é certo, mas ainda assim bastante inferior ao valor, da evasão fiscal na Europa, que naquela altura, o Presidente da Comissão Europeia disse publicamente que custava 1 trilião de euros a cada ano. 

Aditamento – Pelas 12h:27min recebi um email do investigador Ricardo Lagoa, membro da conhecida unidade de investigação UCIBIO, que me informou que no mapa mundo, que informa sobre o teor de chumbo no sangue, Portugal (BLL de 2,0 micro-g/dL) aparece em pior situação do que a Turquia (BLL de 1,5), e com um valor similar ao da Libia (2,1).

Ex-professor da universidade de Lisboa paga 10.000 euros para não ser julgado

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/pacheco-pereira-ataca-faculdade-de.html

Chegou finalmente ao fim o caso daquele ex-professor, que eu já tinha comentado, no post acessível no link acima e que era especialista em disseminar falsidades. Como se pode ler hoje na edição impressa do jornal Público, o referido ex-professor aceitou pagar 10.000 euros ao conhecido Pacheco Pereira, para assim evitar ser julgado no processo por difamação que aquele lhe moveu, no qual exigia uma indemnização de 70.000 euros. https://www.publico.pt/2023/09/12/sociedade/noticia/lemos-esteves-admite-inventou-indemniza-pacheco-pereira-2063069

Infelizmente, há outros professores neste país que se dedicam a nocivas actividades de desinformação, https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/05/professorengenheiro-do-partido-chega.html porém isso não é crime tipificado no Código Penal Português, pois não ofende os direitos particulares de alguém, ainda assim dificilmente se percebe que a desinformação (leia-se intoxicação informativa) levada a cabo por um funcionário público, de forma pública e lida por milhares de pessoas, possa não constituir uma violação dos deveres a que aquele está obrigado, já que evidentemente não serve o superior interesse público. 

Na parte das conclusões, de uma dissertação de Mestrado intitulada “Fake News: Os Desafios para o Direito Penal“, que foi defendida na Faculdade de Direito da Universidade Católica, sob a Orientação do Catedrático Germano Marques da Silva, pode ler-se que:

“…a desinformação…asfixia o próprio direito à liberdade de expressão na medida em que desvirtua a sua própria essência….contaminando o debate público…ao disseminar conteúdos falsos e danosos para a construção de uma sociedade verdadeiramente livre, bem como contendo um potencial efeito corrosivo da democracia…julgamos que deverá ser criminalizada a conduta de produção e divulgação de fake news”

More than 100 schools and public buildings are at risk of collapsing in the UK. An explanatory hypothesis based on γ-aminobutyric acid

More than 100 schools and public buildings in the UK were identified as having autoclaved cellular concrete (RAAC) in poor condition. “It’s the famous chocolate cement”, describes Adrian Tagg (associate professor of building surveying at Reading University), in reference to the well-known Aero chocolates, which have air bubbles in the middle. “This concrete, used since World War II, mainly because it is cheaper and easier to use, is not a danger in itself, but, like all materials, it has a useful life span”. 

Unfortunately, for the population of the United Kingdom and also for the population of almost the entire Planet, those individuals, who run for and are elected to political positions and make decisions about public works, share among them a very peculiar characteristic: their brain is absolutely unable to understand the concept of useful life span. And it was because of this that in Italy, just 5 years ago, the Morandi bridge, which was not built with the so-called “chocolate” cement, reached the end of its (useful) life, taking with it the lives of four dozen people. lives of Italian citizens.

I therefore hope that the scientific community can fully explain why politicians’ brains are absolutely incapable of understanding the concept of useful life. Who knows, perhaps part of the explanation lies in that study by researchers from the universities of Oxford and Loughborough, which showed that certain academic training, such as those attended mostly by politicians, exhibited a reduction in a critical brain chemical,  γ-aminobutyric acid, which is fundamental for reasoning. and problem-solving https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2013155118#sec-5

PS – A few months ago, more precisely on June 13th, I published a post on this blog about the aforementioned Morandi bridge. This post was titled “ChatGPT teaches how to design a concrete capable of lasting 1000 years” https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/06/chatgpt-teaches-how-to-design-concrete.html

Expresso – Dezenas de edifícios públicos em risco de ruir devido ao cimento-chocolate

“…incerteza e receio, pelo menos nas 156 escolas identificadas como tendo betão celular autoclavado em mau estado. “É o famoso cimento-chocolate”

O extracto supra diz respeito a um artigo do Expresso, que foi ontem colocado online. A frase que mais apreciei no referido artigo, foi aquela proferida por um investigador, que perguntado sobre o assunto em questão disse de forma bastante sintética: “Este betão, usado a partir da II Guerra Mundial, sobretudo por ser mais barato e fácil de empregar, não é um perigo em si, mas, como todos os materiais, tem um prazo útil de vida”.

Infelizmente, para a população do Reino Unido e também para a população de quase todo o Planeta, aqueles indivíduos, que se candidatam e são eleitos para cargos políticos e tomam decisões sobre obras públicas, partilham entre eles uma característica assaz peculiar, o seu cérebro é absolutamente incapaz de compreender o conceito de vida útil. E foi por causa disso que na Itália, há apenas 5 anos atrás, a ponte Morandi, que não foi construída com o tal cimento dito de “chocolate”, chegou ao fim da sua vida (útil) levando consigo as vidas de quatro dezenas de vidas de cidadãos Italianos. 

Faço por isso votos que a comunidade científica consiga explicar de forma cabal porque é que o cérebro dos políticos é absolutamente incapaz de compreender o conceito de vida útil. Quem sabe talvez parte da explicação, esteja naquele estudo de investigadores da universidades de Oxford e de Loughborough, que mostraram que certas formações académicas (como aquelas maioritariamente frequentadas por políticos), estão associadas a uma grave redução de uma substância cerebral crítica, o ácido gama-aminobutírico, que é fundamental para o raciocínio lógico e a resolução de problemas. https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2013155118#sec-5

PS – Há poucos meses atrás, mais precisamente no dia 13 de Junho, publiquei um post sobre a referida ponte Morandi https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/06/chatgpt-ensina-como-projectar-um-betao.html

ChatGPT explica o inconseguimento da universidade da Ministra da Ciência

Ficou-se a saber há menos de um mês, que a universidade onde a actual Ministra Elvira Fortunato foi curiosamente a Vice-Reitora responsável pela investigação, e também uma das universidades que recebeu e continua a receber mais dinheiro dos contribuintes, por via da Fundação para a Ciência e Tecnologia-FCT, não foi capaz de produzir o suficiente para se manter entre as 500 melhores universidades do Planeta, listadas no prestigiado ranking Shanghai.

Maior mistério é descobrir através de uma analise na plataforma Scopus, das 25.890 publicações científicas, produzidas por investigadores Portugueses durante o corrente ano de 2023, que relativamente ao rácio (total de publicações/total de docentes doutorados) por instituição, que a universidade da Ministra Elvira Fortunato produziu menos do que a UALG e a UBI, que recorde-se, receberam muito menos dinheiro da FCT do que aquela. Será que alguém consegue explicar porque é que quem mais recebe produz menos

Quando se pergunta ao ChaGPT sobre esse inconseguimento, ele enumera várias razões, sendo que a primeira delas é a “ineficiência na gestão de recursos“. Ou seja, logo na universidade que possui a super-hiper excelente unidade orgânica de negócios e economia NovaSBE, é que existe uma gestão de recursos ineficiente !

PS – Será que a ineficiência científica da Universidade Nova também se fica a dever ao facto de muitos dos directores daquela universidade não terem uma mentalidade subtrativa ?

The Economist – The minus mindset key skill

The emergence of ChatGPT raised great expectations of significant productivity improvements. Those have been confirmed by the scientific community, for example in a study by MIT researchers, where it can be read that: “Our results show that ChatGPT substantially raised productivity: The average time taken decreased by 40% and output quality rose by 18%”, https://www.science.org/doi/10.1126/science.adh2586 

However, it’s worth noting that substantial productivity gains can also be achieved through straightforward methods, as elucidated in a recent article featured in The Economist. A brief excerpt from that article is presented below:

“…The best bosses are those who take things away…That means clearing time for employees to get work done…Shopify, an e-commerce firm, began the year by deleting 12,000 recurring meetings from corporate calendars, and asking everyone to think carefully before reinstating them. The company reports a rise in productivity as a result of the cull….Minus-minded managers will give employees permission not to attend if they are not needed…getting rid of work ought to be a vital part of the managers toolkit…” https://www.economist.com/business/2023/08/31/the-best-bosses-know-how-to-subtract-work

The Economist __a batalha para meter as mãos nos 100 triliões de dólares dos super-ricos

https://www.economist.com/finance-and-economics/2023/09/05/the-100trn-battle-for-the-worlds-wealthiest-people

No contexto de um recente (leia-se indecente) artigo publicado na conhecida revista The Economist, sobre a batalha pelos 100 triliões de dólares dos super-ricos do Planeta, vide link acima, é pertinente revisitar o post anterior sobre a infame estratégia socialista, que tira dinheiro aos Portugueses (milhares de milhões de euros) para o dar a vários milhares de ricos estrangeiros. 

É no mínimo mal informada (e no máximo um evidente sinal de estupidez) uma estratégia que faz exactamente o contrário, daquilo que foi defendido por conhecidos académicos, e que deveria passar antes por criar urgentemente impostos que tirem dinheiro aos super-ricos para o transferir para aqueles que possuem rendimentos baixos ou médios. 

Ou seja, já não nos bastavam os milhares de milhões de euros, que neste país sempre se perderam para a santa corrupção (que dizem está protegida pela própria lei), já não nos bastavam as centenas de milhões que se perderam nas empresas públicas geridas por boys incompetentes, https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/12/estado-portugues-paga-milhares-de.html já não nos bastavam os muitos milhões que se perderam em insuportáveis subvenções vitalícias ou no elevado número de tachos de parasitas políticos, que recorde-se foram recentemente aumentados por uma vergonhosa decisão socialista, de colocar os vários Presidentes das CCRs a ganhar o mesmo que ganha o Primeiro-Ministro e como se tudo isso ainda não bastasse, agora ainda temos que gastar milhares de milhões de euros, em incompreensíveis subsídios fiscais a estrangeiros ricos!

Aditamento em 8 de Setembro –  Para tentar travar a enorme fuga de jovens licenciados para o estrangeiro, o Primeiro-Ministro socialista, diz agora que vai devolver o valor das propinas, aqueles jovens que ficarem a trabalhar em Portugal. Essa medida porém não se destina a ajudar os jovens que querem fugir dos salários de miséria que se praticam em Portugal, pois nenhum deles deixará de emigrar por conta de um valor que corresponde a apenas 1 mês de salário no estrangeiro, essa medida irá isso sim dar dinheiro aos boys e girls socialistas, que obviamente não tem nenhum intenção de sair de Portugal, pois só aqui é que conseguem ganhar muito mais do que aquilo que merecem. 

A singularíssima paixão dos investigadores da Univ. do Porto e a quase aversão dos investigadores da Univ. do Minho

Em Novembro de 2020, num post sobre um idolatrado cientista (campeão mundial do número de artigos nas revistas Plos One), agora a braços com uma mais do que merecida investigação criminal. manifestei a minha incredulidade pelo facto de um país pobre como Portugal, ter dinheiro para (proporcionalmente) estar quase ao mesmo nível dos EUA, em gastos de processamento de artigos das referidas revistas, conhecidas que são por serem de aceitação quase garantida, bastando para isso que o artigos não tenham erros, para seram aceites automaticamente, mesmo que nada tenham de inovador:

“…o rácio número de artigos nas revistas Plos One, por 100.000 habitantes que é 22 para Portugal e 24 para os Estados Unidos, ou seja um país pobre como é Portugal gasta proporcionalmente quase tantos milhões em APCs como um país rico como são os EUA (que tem um PIB/capita que é 270% superior ao de Portugal) https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/11/um-cientista-de-etica-muito-rasteira-e_2.html

De lá para cá, desde 2021, Portugal pagou os custos de mais 332 artigos naquelas revistas, o que no mínimo teve um custo global de quase 700.000 euros, no caso dos artigos em causa terem custado o valor mínimo (2100 dólares) ou então mais de 1 milhão de euros, se bastantes desses artigos, tiverem sido daqueles que pagam custos de processamento de 5500 dólares (Plos One Biology) ou de 6300 dólares (Plos One Medicine).

Uma analise na plataforma Scopus revela que a Universidade do Porto, ainda continua a ser a universidade Portuguesa que mais publica nas revistas Plos One. Reproduzo abaixo um ranking ordenado pelo rácio de artigos publicados em revistas Plos One, desde 2021, por cada 100 docentes doutorados. 

UPorto………..6,7 rácio de artigos por cada centena de doutorados

UAveiro………4,7

UTAD…………4.6

UNova………..4,6

UALG…………4,6

UÉvora……….3.8

ULisboa………3,5

UBI…………….3,4

UCoimbra……2,9

ISCTE………..2,6

UMinho………2,0 

Pela minha parte registo com satisfação a quase aversão dos investigadores da Universidade do Minho pelas revistas Plos One. Já a a unidade orgânica, de todo o ensino universitário, onde a atracção pelas revistas Plos One atinge niveis estratosféricos é a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, que tem um rácio de (artigos/centenas de doutorados) de 23. 

PS – A informação relativa ao número de docentes doutorados por instituição foi obtida num documento da DGEEC, de Março de 2023, sobre endogamia académica https://www.dgeec.mec.pt/np4/385/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=847&fileName=EndogamiaAcademica_20212022.pdf

If “You are what you eat”, but also “what your mother ate and your grandmother ate before her” what does it mean that the Czechs consume 500% less fish than the Portuguese?

“They say you are what you eat, but in all likelihood, you are also what your mother ate and your grandmother ate before her.

Australian researchers have recently uncovered evidence (published in the journal Nature Cell Biology) suggesting that females can transmit increased brain protection to their descendants when they consume particular types of food. In the context of these research findings, what does it mean that the Czech diet is heavily reliant on smoked meats and Czechs eat 500% less fish than the Portuguese (60kg/capita)?

When asked about the above question, ChatGPT responded: The Portuguese, with their higher fish consumption, may be more likely to pass on a richer nutritional profile to their descendants, potentially affording them greater neuroprotective advantages…Conversely, the Czech population’s lower fish consumption may result in a diminished transmission of these beneficial nutrients, potentially influencing the cognitive and brain health outcomes in subsequent generations.

PS – Today an article titled “Rethinking human excellence in the AI age“, was published in the Elsevier journal “Personality and Individual Differences“. It involved a total of 943 participants, and its author measured intellectual humility by using Krumrei-Mancuso and Rouse (2016) 22-item Comprehensive Intellectual Humility Scale. It can be read that “Individuals with higher intellectual humility show more positive attitudes toward ChatGPT”