Serendipity in science and the stalling of the scientific progress

“academics are now, even at the start of research projects, asked to describe the ways in which their research will be impactful. This is not aligned with the notion of serendipity in science or the fact that many innovations leading to products used today were conceived without foreseen applications (Gillies, 2015). This misalignment indicates that academic research is to a large extent no longer governed by academics and that the idea of science that is dominant today overemphasises application and impact because of its focus on users and on lay university governors (often from or linked to the business sector). These conditions, along with incentives that promote the mass production of papers, are not conducive to scientific breakthroughs (Rzhetsky et al., 2015), and scientific progress and technological advancements seemed to be diminishing or stalled (e.g., Modis, 2022…”

The extract above was taken from an article published 2 days ago in the journal Higher Education which is edited by Springer. In it, the author of the article states (with a strange scientific certainty) that research projects’ impact, is damaging serendipity, but this is a pessimistic opinion that is not shared by other authors such as Samantha Copeland or Alistair McCulloch.

It would be different if the author of the aforementioned article had written that the probability of serendipity occurring in science does not happen with similar probability for all scientists, not even completely by chance, as stated in a paper by researchers at Norway and Finland Serendipity prone people tend to have a more invitational and elastic attention span”.

Much more debatable, however, is the fact that the aforementioned author even went so far as to link this argument to an alleged stalling of scientific progress, relying on articles such as the one by Theodore Modis, published in March of this year. in the journal Technological Forecasting and Social Change https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0040162521008921#sec0008

PS – In terms of contributing to the promotion of serendipity in academia, I remember a previous post from November 19, 2021, about chaos, an article from May of this year about anarchy, and last but not least a June 8 post entitled “Interactions as a paramount existential principle and the scientists who do not exist”

O esquema ardiloso que permitiu que houvesse quem tenha empochado milhões de euros por conta de alegadas actividades de investigação empresarial

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/03/as-100-empresas-mais-inovadoras-do.html

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/08/expresso-o-nada-surpreendente-recorde.html

Critiquei diversas vezes, na realidade mais de uma dezena de vezes, como por exemplo nos dois posts acima, o facto de haver em Portugal um regime fiscal (SIFIDE) que permitia que as empresas deixassem de pagar largas centenas de milhões de euros em impostos por conta de alegadas actividades de investigação. 

Pior do que isso, o referido regime até permitia que fundos de capital de risco, beneficiassem dessa borla fiscal, com abatimento de mais de 80% no IRC, perdulária bizarrice terceiro mundista que o Governo, depois de muitas pressões vai agora colocar um ponto final em sede do Orçamento de Estado para 2023  https://www.publico.pt/2022/11/09/economia/noticia/costa-silva-anuncia-fundos-capital-risco-perdem-beneficios-fiscais-sifide-2027099

Aquilo porém que a imprensa deveria tentar descobrir, é o nome dos tais Portugueses espertalhaços que nos últimos anos andaram a meter ao bolso milhões de euros, que deviam ter sido pagos em IRC e só não o foram por conta de um esquema ardiloso, que jamais seria tolerado num país decente, que infelizmente não é o caso da República das Bananas em que se transformou Portugal. 

PS – Ainda sobre incompreensíveis borlas fiscais “empresariais” recorde-se a minha proposta anterior para que “Ferraris, Lamborghinis e outros luxos sobre rodas” sejam obrigados a usar um dístico com a palavra “Subsidiado”.

Finland’s Penal Code will apply life sentences to anyone who commits any type of research misconduct

Science just published a most interesting article about an American astronomer who resigned from Cal Tech due to the harassment of two female graduate students back in 2015 and who intended to start working at the Finish University of Turku. But that was before two astrophysicists at the University of Helsinki, Syksy Räsänen and Till Sawala “spearheaded an open letter” (signed by a bunch of Finish hypocrites) that led the (coward) University of Turku to change its mind about hiring that same US astronomer.

The fact that he was not condemned in a US court to serve a life sentence (or any kind of jail sentence, not even having been accused by a judicial authority) and the fact that he did not commit any crime in Finland did not matter a rat´s ass to the immaculate Academic Avengers Syksy Räsänen and Till Sawala (and the hypocrites) who seems to think that academic harassment should be punished with a life sentence https://www.science.org/content/article/astronomers-await-verdict-defamation-case-after-protesting-hire-accused-harasser

The case mentioned above has similarities to the strange case of the late young investigator Jonathan P. Tennant (alleged rapist) https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/01/the-strange-case-of-late-young.html

In 2011, the far-right terrorist Anders Breivik killed nearly 80 people in Norway. He was sentenced to 21 years in prison (on average 3 months for each killing) which means that he will be released around 2032. So why academic harassers (or academics who commit other research misconduct acts) should be condemned to a life sentence being banned from working in their field of research again anywhere in the whole world?

PS – Unfortunately, the hypocrisy and cowardice that are rife in some Finnish universities have also reached the courts of that country where there are some prosecutors who would like to put those who exercise their freedom of opinion in jail. https://www.newsweek.com/fight-free-speech-continues-around-world-opinion-1758003

A lei canalha que permite que os ricos roubem à vontadinha e que lhes garante que nunca cumprirão um único dia de cadeia

Acaba de saber-se que os envolvidos no tal processo, vergonhoso a todos os títulos, conhecido como a Máfia do Sangue, que alegadamente terá prejudicado o Estado Português em 100 milhões de euros, querem beneficiar de uma lei canalha, que lhes permite evitarem o julgamento mediante o pagamento de módicas quantias. https://www.publico.pt/2022/11/07/sociedade/noticia/mafia-sangue-cunha-ribeiro-pede-suspensao-provisoria-processo-24300-euros-2026837

A tal lei canalha que foi aprovada durante o (des)Governo de José Sócrates, é a mesma que na altura foi muito elogiada por aquele senhor catedrático na Universidade Católica, de nome Germano Marques da Silva. Explicou ele na sua infinita sapiência catedrática e com certeza quase matemática, que as sociedades só podem ter um número limitado de crimes e que por conta disso sempre que se criam novos crimes é preciso descriminalizar outros, para evitar que os Portugueses estejam todos presos,  afirmou então de forma profundamente cínica que “alguém tem de ficar cá fora para trabalhar”, embora a verdade inconveniente tenha sido revelada pelo tal decente operador judiciário que na altura admitiu o óbvio ululante “Ao abrigo da nova lei, os mais ricos sempre poderão comprar a liberdade”

Trata-se do mesmo catedrático hipócrita, que ao mesmo tempo que muito aprecia a descriminalização das burlas e das fraudes, nem sequer quer ouvir falar na descriminalização daquilo que fez o hacker Rui Pinto (alegadamente o maior criminoso Português de todos os tempos), nem mesmo se aquilo que ele fez serviu para mostrar que houve “desvios” de muitos milhões de euros no BES, que os contribuintes Portugueses foram obrigados a pagar https://observador.pt/2021/01/28/penalistas-alertam-que-provas-obtidas-por-coacao-devem-ser-consideradas-nulas-no-caso-novo-banco/

PS – Sobre leis canalhas convém recordar aquela outra lei aprovada muito mais recentemente e que impede o Estado de tomar posse dos bens do crime. Como escrevi na altura: “enquanto que no resto da Europa os Parlamentos aprovam legislação para ir ao bolso dos burlões, vigaristas e corruptos, como sucedeu recentemente no Reino Unido com as Unexplained Wealth Orders, no nosso Parlamento faz-se precisamente o oposto. Quem sabe talvez os muitos advogados-deputados, que constituem o tal “grupo profissional poderoso” que controla o Parlamento (Vital Moreira dixit) querem garantir que burlões, vigaristas e corruptos ficam com dinheiro suficiente para poderem pagar aos seus advogados os muitos recursos que serão necessários para impedir a sua condenação.”

O fim de uma ingénua (hipócrita) ilusão

O último número da conhecida revista The Economist, que acaba de ser tornado público, deixa bem claro que é tempo de abandonar as ilusões acerca da meta totémica, que passava por tentar limitar o aumento da temperatura do nosso Planeta a 1.5 ºC, face à temperatura pré-industrial. Trata-se apenas e tão somente de uma fantasia irrealizável, ponto final. 

https://www.economist.com/interactive/briefing/2022/11/05/the-world-is-going-to-miss-the-totemic-1-5c-climate-target

A parte trágica é que essa admissão implicará aceitar como inevitável a morte de milhões de humanos, que ironicamente, vivem nos países que menos contribuíram para o referido aumento de temperatura. Isso é claro que não tira o sono aos habitantes dos países ricos, da mesma forma que também não o tirou, a morte dos milhões que faleceram por Covid-19 nos países pobres. Faço notar que embora o número oficial de falecimentos por Covid-19 seja de pouco mais de 5 milhões, o número real chega a quase 20 milhões. 

Felizmente (por uma questão de justiça) que também chegará a altura daqueles que provocaram esse aumento de temperatura serem também eles confrontados com as consequências dos seus actos, pois o cenário que se segue, nem sequer será o segundo menos mau, correspondente a um aumento da temperatura de 2 ºC, mas muito provavelmente a um catastrófico aumento de 3 ºC https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/ter-razao-antes-do-tempo.html

Infelizmente, a suprema ignorância da chamada “vox populi” ainda continua a acreditar (com a mesma convicção com que acha que vírus altamente mortíferos se combatem com “medicinas” alternativas e não com vacinas) que um aumento de temperatura de 1.5 ºC, 2 ºC ou até mesmo 3ºC, representam variações tão diminutas que serão facilmente suportáveis, esquecendo que os fenómenos climáticos extremos que tem vindo a ter lugar, nos últimos anos, são apenas o resultado de um aumento de apenas 1.2 ºC, o qual convém recordar, até já foi capaz de fazer subir a temperatura nos Pólos 40 ºC acima dos padrões usuais.

Optimista como sou, faço porém votos que a juventude, pelo menos aquela juventude ignorante, que acha que a solução passa por receitas simplistas como a de esvaziar os pneus de SUVs, faça a sua parte, que é no mínimo dos mínimos, a de pedir  responsabilidades aquelas celebridades (leia-se criminosos climáticos) que possuem uma pegada carbónica astronómica, ao invés de “seguirem” acéfalamente essas celebridades nas redes sociais. E se estiverem de facto realmente interessados e empenhados em contribuir para ajudar a “resolver” o problema do aumento de temperatura do Planeta, evitem ao menos diplomar-se em Direito, pois esse curso não está de certeza absoluta, entre aqueles que podem ajudar na mitigação e na adaptação às consequências do gravíssimo problema supracitado. 

PS – Espantosamente, no referido número da revista The Economist, não falta sequer um artigo (página 12) onde se fala do tal “Professor Apocalíptico” que eu próprio já mencionei inúmeras vezes https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/barbara-reis-finalmente.html

Sexo oral catedrático

Ainda na sequência do post anterior, e também da misteriosa circunstância de até hoje não ter havido em Portugal nenhum Professor catedrático condenado por assédio sexual, ao contrário do que acontece em universidades dos EUA e também por essa Europa fora, é pertinente divulgar a recente condenação a uma pena de prisão efectiva, aplicada por um tribunal da Bélgica, a um importante catedrático da conhecida universidade de Lovaina, pelo crime de violação de uma estudante, que o tinha acompanhado a uma conferência em Barcelona e a quem ele terá dito, que há vários anos que naquela universidade, as suas alunas lhe faziam sexo oral para conseguirem ter elevadas classificações.  https://pnws.be/professor-filip-dochy-is-een-manipulator-en-een-seksueel-roofdier/

PS – Acreditar que no mesmo país do escândalo sexual do “Ballet Rose” e do escândalo sexual da Casa Pia, que entre milhares de catedráticos, não houve nunca um único, que tivesse coagido alguém para obter favores, do género daqueles que foram mediatizados pela dupla Clinton-Lewinsky, não é apenas cegueira ignorante é garantidamente uma impossibilidade estatística. 

Putin will once again turn Russia into a beggar country

A few months ago on March 3, Yuval Noah Harari wrote that Russia is nothing more than “a gas station with nukes“. And in fact, a report published in July that examined the financial implications of phasing out fossil fuels in six emerging economies showed that fossil fuels represent a staggering 34% of the total Russian government revenue. But even with all those fossil fuel revenues, Russia’s GDP per capita is just 12.000 USD ! So if we already lived in a non-fossil fuel civilization (that we need to become) Russia’s GDP per capita would be slightly higher than Botswana’s but lower than Cuba’s.

The same report warns that 13 trillion USD in fossil fuel revenues will just disappear in a low-carbon world economy and advised that those six fossil fuel-dependent countries must diversify their economy in order to tackle that dramatic change. But it is not easy to see how will Russia be able to do that if it has a very serious lack of highly skilled human resources. Russia has almost the same GDP per capita as Bulgaria but has a ratio of top scientists per million of the population that is only half that of Bulgaria.

But even that much was before thousands of Russians (including highly skilled ones) fled to neighboring countries https://www.nature.com/articles/d41586-022-01622-1 not to mention the many (more than 200.000) who recently fled Russia after the military conscription began on 21 September, which further exacerbated the Russian brain drain.

Gulnaz Sharafutdinova, a Russian-born Professor at King´s College, explained that the invasion of Ukraine is due only to the fact that Putin´s popularity among the Russian people was declining, because of economic-related problems. So is not without some irony that Putin’s invasion of Ukraine has contributed to accelerating the phase-out of fossil fuels thus aggravating those economic problems.

This means that the very same (Assassin-in-Chief) Putin that has compared himself to 18th-century tsar Peter the Great will be remembered as the sole responsible for making Russia a very poor country, with teachers being paid bottles of vodka as a monthly salary once again.

A supina hipocrisia do marido da catedrática

Hoje um hipócrita ex-Ministro da Justiça do Governo de José Sócrates jura na imprensa diária, que é justa e equilibrada, a pena de 25 anos de cadeia recentemente aplicada pelo tribunal de Castelo Branco a um individuo culpado por ter ateado 16 fogos.

Mas que moral tem este senhor, que até foi responsável pela mais vergonhosa reforma penal que algum dia ocorreu em Portugal, a qual não só descriminalizou as burlas como passou também a permitir um regabofe de penas suspensas, inclusive em crimes como por exemplo, a tortura com electrochoques, o rapto com tortura ou o abuso sexual de crianças com cópula, para vir dizer que a referida pena de 25 anos é justa e equilibrada ?

Mas afinal é justa e equilibrada comparada com o quê ? Comparada com a pena de zero anos que cumprem os banqueiros Portugueses, que somente entre 2008 e 2020 conseguiram fazer desaparecer 21836 milhões de euros um valor que é equivalente a mais de 200 vezes o valor da famosa fraude do Alves dos Reis ? Ou será que é justa e equilibrada, quando se compara com a pena de zero anos, que cumpre a gatunagem (Medina Carreira dixit) que há 50 anos, rouba com total impunidade este país?  

Declaração de interesses – Declaro que em posts anteriores já critiquei o referido marido da catedrática, como por exemplo aqui

A0 e A+__As duas novas categorias de desempenho energético de edifícios e os advogados especialistas em garantir a impunidade de criminosos

É profundamente irónico, que à medida que se acentuam as exigências a que deve responder o parque edificado, não só em termos de resiliência às alterações climáticas, mas também em termos de desempenho energético, vide as novas exigências da União Europeia, divulgadas há 2 dias, onde se podem ler, por exemplo, as metas para os novos edifícios que terão de ter emissões zero a partir de 2030 (2028 para os edifícios públicos) e também sobre a criação de duas novas categorias de desempenho energético (Ao e A+) para os edifícios de emissões zero e para os edifícios de emissões nulas e que produzem energia renovável, se constate que a soma das colocações da primeira e segunda fases, no curso de engenharia civil tenha sido decepcionante (577 alunos colocados este ano contra 649 alunos colocados em 2021) e isto ao mesmo tempo que, como referi anteriormente, o curso de Direito esgotou logo na primeira fase a totalidade das quase 2000 vagas iniciais. https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/09/engenharia-civil-politecnico-do-porto.html

Bastante razão tinha a Presidente do Santander que até se queixou publicamente que eram necessários mais engenheiros porém continuava a aumentar o número de advogados. Qual é afinal a razão para esta bizarra obsessão nacional pelo curso de Direito, quando no nosso país até já existe um notório excesso de advogados (500% a mais do que a Suécia e 800% a mais do que a Finlândia, após correcção da diferença populacional). Será que necessitamos realmente de mais advogados, como por exemplo do calibre daqueles cuja especialidade é litigar até que os processos acabem por prescrever (vide recentes declarações do Director da PJ sobre “terrorismo judiciário, com recursos permanentes…”), ou daqueles que ajudaram Isabel dos Santos a desviar centenas de milhões de Angola ou como aquele sobre o qual escreveu a revista Sábado, cuja especialidade parece que é garantir a impunidade daqueles que são apanhados em excesso de velocidade ?

PS – Ainda sobre as novas exigências do desempenho energético dos edifícios, mencionadas no inicio deste post, é importante lembrar que um artigo publicado na conhecida revista The Economist, mostrou que é (economicamente) muito pouco eficiente substituir veículos de combustíveis fósseis por veículos elétricos, ao contrário de intervenções energéticas no parque edificado que conseguem as mesmas reduções mas com um custo muitíssimo inferior. Questão diferente, embora não menos interessante, é a do acréscimo dos custos de construção e projecto que foram mencionados aqui https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/03/custos-da-energia-empurram-portugueses.html

Os culpados pela irrelevância científica de Portugal

Na sequência do recente email abaixo, e especialmente na sequência do recente ranking de países, baseado no mesmo estudo bibliométrico e no qual Portugal ocupa o último lugar (inclusive abaixo do Chipre e da Grécia), revisite-se o conteúdo do post de 15 de Agosto sobre o processo de irrelevância científica em curso e também o post de 22 de Agosto onde listei as universidades e Politécnicos com mais culpas pela irrelevância científica de Portugal. 

PS – Entre os referidos culpados também estão aqueles que parece que não sabem quais as são diferenças entre a missão das Universidade e a missão dos Institutos Politécnicos, vide questão que coloquei no final de um post de 18 de Junho e que novamente reproduzo, “será que o facto das universidades andarem “viciadas” em investigação aplicada, que não faz parte da sua missão natural (que consiste em investigação “fronteira” envolvendo multidisciplinaridade, transdisciplinaridade ou interdisciplinaridade), não prejudica a missão do ensino superior ?”


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De: Gabinete de Comunicação e Imagem
Enviado: 24 de outubro de 2022 09:35
Para: Gabinete de Comunicação e Imagem
Assunto: UMinho tem 57 cientistas entre os mais influentes do mundo

UMinho tem 57 cientistas entre os mais influentes do mundo

A Universidade do Minho tem 57 cientistas no grupo dos 2% mais influentes do mundo ao longo do último ano, segundo um estudo da Universidade de Stanford (EUA) e do grupo editorial Elsevier. A lista, chamada “World’s Top 2% Scientists 2022”, inclui 200 mil cientistas, sendo 763 deles em Portugal. A UMinho surge com 15 centros de I&D representados e o seu primeiro cientista na lista global é Fernando Pacheco-Torgal (5881º lugar).

O documento apresenta os melhores investigadores do planeta por 22 áreas e 176 disciplinas, considerando o seu índice, o volume de publicações e as citações dos seus trabalhos, segundo dados da base Scopus até setembro de 2022. Esta lista anual surgiu em 2019, com o objetivo de criar um repositório público sobre o impacto e a influência dos investigadores no progresso do conhecimento científico e para combater abusos de autocitação.

– CEB – Centro de Engenharia Biológica (14 cientistas): António Vicente, Artur Cavaco-Paulo, Eduardo Gudiña, Joana Azeredo, José António Teixeira, Lígia Rodrigues, Lucília Domingues, Madalena Alves, Mariana Henriques, Miguel Gama, Nuno Cerca, Rosário Oliveira, Russell Paterson e Sónia Silva;

– Centro ALGORITMI (7): Anabela Carvalho Alves, João Luís Afonso, Joaquín Torres-Sospedra, Paulo Cortez, Pedro Arezes, Sérgio Pereira e Vítor Monteiro;

– CF – Centro de Física (7): Carlos Miguel Costa, Clarisse Ribeiro, Filipe Vaz, José González-Méijome, Nuno Peres, Pedro Martins e Vasco Teixeira;

– CMEMS – Centro de Microssistemas Eletromecânicos (7): Fatih Toptan, Flávio Bartolomeu, Filipe Samuel Silva, Hélder Puga, Júlio Souza, Paulo Flores e Vanessa Cardoso;

– Grupo 3B’s – Biomateriais, Biomiméticos e Biodegradáveis (5): Manuela Gomes, Miguel Oliveira, Nuno Neves, Rui L. Reis e Subhas Kundu;

– ISISE – Instituto de Sustentabilidade e Inovação em Engenharia de Estruturas (4): Daniel Oliveira, Joaquim Barros, Luís Ramos e Paulo Lourenço;

– 2C2T – Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil (2): Andrea Zille e Raul Fangueiro;

– CBMA – Centro de Biologia Molecular e Ambiental (2): Jorge M. Pacheco e Ronaldo Sousa;

– ICVS – Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (2): António Salgado e Nuno Sousa;

– CIEC – Centro de Investigação em Estudos da Criança (1): Assunção Flores;

– CQ – Centro de Química (1): Rita Figueira;

– CTAC – Centro de Território, Ambiente e Construção (1): Fernando Pacheco-Torgal;

– EMed – Escola de Medicina (1): Manuel João Costa;

– ICS – Instituto de Ciências Sociais (1): Anabela Carvalho;

– ICT – Instituto de Ciências da Terra (1): José Brilha;

– NIPE – Núcleo de Investigação em Políticas Económicas e Empresariais (1): José Carlos Pinho. 

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Gabinete de Comunicação e Imagem
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