Orgulho académico pacóvio ou uma universidade com uma deplorável falta de ambição ?

 

O semanário Expresso serviu ontem de repositório, ao orgulho pacóvio do Reitor da Universidade do Porto, com um artigo patético (um hino ao jornalismo pouco rigoroso) sobre a posição daquela universidade no não menos patético ranking da firma Quacquarelli Symonds- QS https://expresso.pt/sociedade/2022-06-08-Universidade-do-Porto-atinge-melhor-lugar-portugues-de-sempre-entre-as-melhores-do-mundo.-O-reitor-explica-como-Queremos-formar-pessoas-80b99f70

Sobre o referido ranking, reveja-se um post anterior, com o esclarecedor título “O Expresso ao serviço de um ranking universitário da treta onde reproduzi o conteúdo de um email, no qual constava o nome de vários académicos, que reduziram o ranking QS a pouco mais do que lixo, como se pode perceber por exemplo, pela frase de um conhecido e reputado catedrático que afirmou: “This ranking is complete rubbish and nobody should place any credence in it. The results are based on an entirely flawed methodology that underweights the quality of research and overweights fluff”  https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/03/o-expresso-ao-servico-de-um-ranking-fake.html

Porque será que a Universidade do Porto “desistiu” de competir no campeonato das melhores universidades do Planeta para passar a competir no campeonato das universidades desgraçadinhas, como sucede com as universidades Russas 

Acaso alguém acha que as universidades de Harvard ou de Stanford iriam abandalhar o seu prestigio fazendo publicidade a um ranking sem qualquer rigor, um ranking de merda ?

Ou será que a Universidade do Porto antecipa más noticiais, leia-se uma má classificação no ranking Shanghai, o único ranking que a nível mundial contabiliza prémios Nobel (onde desgraçadamente já só há 3 universidades Portuguesas nos primeiros 500 lugares) e cujos resultados de 2022 serão conhecidos daqui a aproximadamente dois meses ?

PS – Cada ano que passa, sem que a ciência Portuguesa consiga ganhar um prémio Nobel, é um ano de vergonha para o nosso país, porém, nesse capítulo, a culpa é em grande parte de um poder politico infame e velhaco, que desvia dinheiro que pertence por direito próprio à Ciência, para fins menos próprios, e que a comunidade científica tem que (a bem ou a mal) meter no seu devido lugar, não obviamente com subservientes reclamações catedráticas, mas com corajosas tácticas de confrontação directa, inclusive de “guerrilha”, como aconselhou o conhecido e corajoso matemático, Jean-Pierre Bourguignon, ex-Presidente do European Research Council https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/12/there-are-times-when-scientists-must.html

Destruir, desfigurar ou atrasar até à prescrição todos os principais processos relacionados com corrupção e crimes de colarinho branco que afundaram Portugal

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/03/finalmente-fez-se-luz.html

Ainda sobre o post acima, veja-se hoje o artigo no jornal Público acessível no link abaixo sobre o famoso juiz da ilha da Madeira (que os Timorenses tiveram a coragem de despedir em 2009 e inclusive de mandar prender) onde se pode ler que o referido juiz está em vias de conseguir destruir, desfigurar ou atrasar até à prescrição todos os principais processos relacionados com corrupção e crimes de colarinho branco que afundaram Portugal https://www.publico.pt/2022/06/09/opiniao/opiniao/ivo-rosa-problemas-relacao-2009399

Interactions as a paramount existential principle and the scientists who do not exist

Quantum physics does not describe how things are, but how things interact with one another. So, I think this is general. Even we human beings — I’m not a thing. I’m a net of interactions with the world around me, with the people who know me, who love me. It’s a more powerful way of trying to grasp reality by focusing on what interacts with what and how, and somehow, the objects are just the nodes of interactions“. Physicist Carlo Rovelli

In this context, it is particularly pertinent to emphasise the importance of comprehensively assessing the collaborative footprint of scientists. While it is relatively straightforward to quantify direct interactions, such as co-authorships recorded on platforms like Scopus, a truly holistic evaluation requires moving beyond these immediate connections. Of central importance is the identification of both direct and indirect forms of engagement, which encompass not only the number of Mendeley readers and metrics provided by tools such as PlumX (via Scopus) and Altmetrics (via Publons) but, above all, citations, which have been shown to exhibit a strong correlation with recognition at the highest levels of scientific achievement, including Nobel Prizes. https://clarivate.com/citation-laureates/hall-of-citation-laureates/

Regrettably, the contemporary system of scholarly recognition is organized in such a way that it frequently—and perhaps disproportionately—assigns primary importance to the publication of research in high-impact journals, treating this as the dominant, if not exclusive, criterion for evaluating a researcher’s merit. This prevailing emphasis often operates with minimal regard for the actual influence, reach, or practical relevance of the work within the broader scientific community. By privileging the prestige of the publication venue over the substantive content, originality, or empirical contribution of the research itself, this evaluative framework risks conflating mere visibility with genuine scientific significance. Consequently, researchers who maintain minimal engagement with the scientific community—and who, in the words of the physicist Carlo Rovelli, do not exist in the communal sense—may nonetheless receive considerable recognition and career advancement, not in proportion to the value of their contributions, but primarily on the basis of having succeeded in publishing in prominent journals.

Portugal condenado em tribunal europeu por causa de uma porca loura e um burro presidente

“E quer pelo posicionamento que assumia nos cartoons, quer pelo facto de ser representada com cabelo louro e no feminino, quer ainda por apresentar sempre num dos braços a sigla “CMR”, interpretada como significando “Câmara Municipal da Rondónia”, essa figura de porca retratava a vereadora E, pessoa da confiança do Presidente da Câmara e que está habitualmente ao seu lado em todos os actos oficiais ou públicos...a caracterização da figura da porca (quando colocada com meias de renda, cintos de ligas e saltos altos) também tem uma conotação pejorativa relativamente à assistente, na medida em que, a linguagem visual é, muitas vezes, densificada pela utilização de símbolos sociais e culturais, facilmente perceptíveis para qualquer intérprete. E para qualquer intérprete médio que viva numa sociedade ocidental e tradicionalmente católica (como é o caso da sociedade portuguesa), a imagem de uma figura feminina com o peito desnudado, meias de renda pretas, cinto de ligas e saltos altos tem claramente um sentido sexual, correspondendo tal imagem a uma mulher de má porte”

Foi a interpretação que acima se reproduz dos juízes do Tribunal da Relação de Évora sobre um cartoon que visava uma vereadora da Câmara Municipal de Elvas e o presidente daquela autarquia que acabam de levar o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos a condenar Portugal, como hoje se pode ler na edição impressa do jornal Público https://www.publico.pt/2022/06/07/sociedade/noticia/portugal-violou-liberdade-expressao-caso-autarcas-retratados-burros-porcos-2009270/amp

Sobre o tratamento que deve ser dado aos políticos deste país, estiveram muito melhor os juízes do Tribunal da Relação, que a propósito de um outro caso, também envolvendo políticos escreveram que “Qualquer cidadão que exerça um cargo público está sujeito à crítica, muitas vezes contundente e quiçá injusta, quer dos seus pares quer de qualquer cidadão” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/o-professor-que-esteve-para-ser-preso-e.html

O irónico é que a errada decisão dos juízes do Tribunal da Relação de Évora (que assim mostraram não perceber quão larga deve ser a liberdade de expressão num país europeu no século XXI) tenha aberto a porta a que todos os cartoonistas deste país possam doravante (respaldados pela decisão do TEDH) passar a retratar políticos como burros e politicas como porcas (e vice-versa), sem risco de serem condenados pelo crime de difamação.

Mas se infelizmente não é possível obrigar os juízes do Tribunal da Relação de Évora a pagarem do seu bolso a indemnização, que agora Portugal foi condenado a pagar será que não é ao menos possível que o Conselho Superior da Magistratura os obrigue a voltarem aos bancos da universidade, para fazerem uma formação rápida sobre a jurisprudência do TEDH, o mesmo valendo para todos os juízes por conta dos quais Portugal já foi condenado no mesmo TEDH ?

PS – O artigo do jornal Público informa ainda que a tal vereadora (que no cartoon aparecia caricaturada como porca loura)  “usou dinheiros municipais para custear o advogado de renome a quem recorreu, João Nabais”. E sendo publico e notório que o referido advogado se costuma fazer pagar com honorários de várias centenas de euros por hora (como também o fazem outros conhecidos advogados) será que o Ministério Público não deveria avançar com um acção para que ela seja obrigada a devolver essa elevada quantia, ou será que neste país o regabofe já é de tal ordem que os autarcas até já tem carta branca para esbanjar o dinheiro dos contribuintes a pagar honorários de luxo a advogados famosos?

Catedrático queixa-se que os alunos querem colinho

Ainda na sequência do post anterior, sobre as dificuldades académicas de alunos que entraram com média de 20 valores no Instituto Superior Técnico (IST), e pérolas pedagógicas inovadoras do gênero:

“não vou explicar porque não vai perceber” 

“Quem não teve mais de 15…pode sair e trabalhar no Pingo Doce” 

o catedrático Arlindo Oliveira, ex-Presidente daquela unidade orgânica, vem hoje num artigo do jornal Público com o provocador título de  Mimar ou não mimar, eis a questão”  defender a tese que o que está em causa se resume apenas a “metodologias de ensino exigentes” que segundo ele também se praticam em instituições estrangeiras de referência. https://www.publico.pt/2022/06/06/opiniao/opiniao/mimar-nao-mimar-eis-questao-2009037

Obviamente não vou comentar a esdrúxula tese do catedrático Arlindo Oliveira, porque ela se comenta (de forma pouco elogiosa) a si própria, mas vou pelo menos aproveitar para lhe lembrar três coisas básicas, que pelos vistos ele não percebe ou não quer perceber, em primeiro lugar, que há professores universitários cuja vocação para o ensino é absolutamente nula e não se percebe porque ainda lhes é permitido continuarem a ter funções docentes, em segundo lugar que o assédio (envolvendo ou não ameaças de represálias, leia-se reprovações) é crime e não deve ser confundido com ensino alegadamente exigente e em terceiro lugar que lá fora, em instituições de topo, despedem catedráticos por causa de assédio a alunos https://www.swissinfo.ch/eng/in-the-spotlight_eth-zurich-acts-over-bullying/44823874   ao contrário de Portugal, o país da impunidade catedrática, onde há catedráticos condenados em tribunal por terem cometido crimes e não consta que algum deles algum dia tenha sido expulso de uma universidade pública. E se nem sequer são despedidos depois de terem cometido crimes, com sentença transitada em julgado, muito menos serão despedidos por conta de situações de assédio que ainda por cima tem o atrevimento de desvalorizar como sendo apenas “ensino exigente”.  

Declaração de interesses – Declaro que esta não é a primeira vez que critico o catedrático Arlindo Oliveira, ex-Presidente do IST, como por exemplo num post que teve mais de 1000 visualizações https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/10/presidente-do-ist-mais-um-que-acredita.html

PS – Paradoxalmente há nas universidade Portuguesas professores que até gostavam e continuam a gostar (se tal lhes for permitido) de dar colinho a alunas, inclusive no Técnico, instituição onde foram reportadas 100 queixas de assédio sexual   https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/05/assedio-sexual-o-dia-5-de-maio-de-2022.html 

Unraveling the enigma of success: The Intersection of Decision-Making, Personality, and Psychopathy

“Are you confident enough to act? Individual differences in action control are associated with post-decisional metacognitive bias.” While the findings shed light on the nuances of confidence and decision-making, it prompts contemplation on potential future research avenues. It would be intriguing for future studies to explore the correlation between confidence levels and psychopathy. Unlike empathetic individuals, psychopaths possess a notable ability to make difficult decisions even when the outcomes carry severe repercussions for others. Investigating what proportion of confident individuals exhibit traits associated with psychopathy could offer valuable insights into the interplay between personality characteristics, decision-making processes, and ethical considerations. https://www.cnbc.com/2016/11/18/why-psychopaths-are-so-good-at-getting-ahead.html

The following excerpt comes from the conclusions of a recent PLOS ONE study titled “Are You Confident Enough to Act? Individual Differences in Action Control Are Associated with Post-Decisional Metacognitive Bias.” While the findings provide valuable insight into the relationship between confidence and decision-making, they also open the door to intriguing avenues for future research. One particularly compelling question is the potential correlation between confidence and psychopathy

Unlike empathetic individuals, psychopaths often display a remarkable ability to make difficult decisions, even when those choices have severe consequences for others. Examining what proportion of highly confident individuals exhibit traits associated with psychopathy could shed light on the complex interplay between personality, decision-making processes, and ethical considerations. 

The Gene of Scientific Success

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/03/finding-star-inventors.html

Building on our earlier discussion of innovative methods for identifying star inventors (linked above), consider exploring “The Gene of Scientific Success”—a groundbreaking paper by researchers from China, the USA, and Australia. This study presents a robust framework that breaks down scientific impact into five key factors and leverages state-of-the-art machine learning techniques to assess their influence. Remarkably, the findings underscore that author- and article-centered factors are the primary drivers of academic success, reaffirming that individual brilliance and the inherent quality of research are the cornerstones of scientific achievement:

This paper elaborates how to identify and evaluate causal factors to improve scientific impact. Currently, analyzing scientific impact can be beneficial to various academic activities including funding application, mentor recommendation, and discovering potential cooperators etc. It is universally acknowledged that high-impact scholars often have more opportunities to receive awards as an encouragement for their hard-working. Therefore, scholars spend great efforts in making scientific achievements and improving scientific impact during their academic life. However, what are the determinate factors that control scholars’ academic success? The answer to this question can help scholars conduct their research more efficiently. Under this consideration, our paper presents and analyzes the causal factors that are crucial for scholars’ academic success. We first propose five major factors including article-centered factors, author-centered factors, venue-centered factors, institution-centered factors, and temporal factors. Then, we apply recent advanced machine learning algorithms and jackknife method to assess the importance of each causal factor. Our empirical results show that author-centered and article-centered factors have the highest relevancy to scholars’ future success…” 

“Vile in the meanest and rottenest possible sense of the word”

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/03/russia-and-most-infectious-country-of.html

Still following the post above about the most famous Portuguese writer (1988-1935), who once wrote that “No empire justifies breaking a child’s doll” see below one of its poems (in fact a poem by Alvaro de Campos, one of his many heteronymous, 72 according to Richard Zenith):

Poem in a Straight Line

(Translation by Edwin Honig and Susan M. Brown)

I never knew a soul who ever took a licking.
My friends have all been champions at everything.

And I, so often vulgar, so often obscene, so often vile,
I, so deliberately parasitical,
Unforgivably filthy,
I, so often without patience to take a bath,
I, who’ve been so ridiculous, so absurd,
Tripping up in public on the carpet of etiquette,
I, so grotesque and mean, submissive and insolent,
Who’ve been insulted and not said a word,
And when putting a word in growing still more ridiculous,
I who strike chambermaids as laughable,
I who feel porters wink sarcastically,
I who’ve been scandalous about money, borrowing and not paying it back,
I, who when the time came to fight, ducked
As far as I could out of punching range,
I who go into a sweat over the slightest thing —
I’m convinced no one’s better than I at this sort of game.

No one I know, none of my speaking acquaintances,
Ever acted ridiculous, ever took insults,
Was ever anything but noble — yes, all of them princes, living their lives,
How I’d love to hear a human voice, from any one of them.
Confessing not to sins but to infamies,
Speaking not of violent but of cowardly acts!
But no, each one’s a Paragon, to hear them tell it.
Is there no one in this world who’d confess to me he’s been vile just once?
All you princes, my brothers,
Enough — I’m fed up with demigods!
Where are the real people in this world?

Am I the only scoundrel and bungler alive?

Maybe women don’t always fall for them.
Maybe they’ve been betrayed.  But ridiculous?  Never!
And I, who’ve been ridiculous but never betrayed,
How do I speak before their Highnesses without stammering?
I, who’ve been vile, literally vile,
Vile in the meanest and rottenest possible sense of the word.

Ilustre catedrático malha forte na vergonha

Ontem aquele catedrático Português (doutorado por Harvard) que trabalha na conhecida LSE, decidiu também não perder a oportunidade para atacar aquela inominável vergonha que comentei neste blogue no passado dia 29 de Maio.

Escreveu ele, na sua coluna da secção de economia do Expresso, que a tal vergonha é causa para “muita preocupação” pois diz o sentimento de injustiça provocado pela referida vergonha é um forte mobilizador de protesto e também de raiva https://expresso.pt/opiniao/2022-06-02-Uma-vergonha-a-acabar-96ebf3f3

Sábias palavras, pouco comuns em catedráticos ilustres, que usualmente vivem ensimesmados em torres de marfim ou pior do que isso divorciados/alienados de sentimentos profundos, que depois são sublimados em “abalos tectónicos” (movidos a ódio) de consequências imprevisíveis https://pachecotorgal.com/2022/02/08/como-os-milionarios-devoraram-o-mundo/

“A grande máquina de queimar milhões” e o subsídio para Ferraris e Lamborghinis

Depois de ontem a revista Sábado ter publicado um artigo escandaloso com o esclarecedor título “A grande máquina de queimar milhões” onde se ficou a saber que existe em Portugal um regabofe de benefícios fiscais (um beneficio fiscal é um subsídio) para empresas e bancos, que custam ao orçamento de Estado mais de 3000 milhões de euros a cada ano, alguém do Governo incomodado com esse artigo mandou o recado para um jornal hoje publicado, que o fisco não dorme e anda a controlar 3062 sociedades colectivas para saber se andam de facto a pagar os impostos todos.

Fraca consolação essa, se é a própria lei que permite que as empresas e também os bancos (que conseguiram torrar tanto dinheiro público como aquele que Portugal receberá da bazuca Europeia) possam pagar poucos impostos por conta de um número infindável de benefícios fiscais (leia-se subsídios).

Recordo-me que em 2019, já eu tinha questionado a aberração da existência de um beneficio fiscal (subsídio) que permite a um qualquer empresário poder abater no montante do imposto a pagar as despesas com Ferraris ou outros carros de luxo, que o mesmo é dizer que os contribuintes deste país andam a subsidiar Ferraris, Lamborghinis e outros luxos sobre rodas. A continuação desse beneficio fiscal só deveria ser permitida se essas viaturas de luxo fossem obrigadas a circular com um dístico amarelo na traseira (como aquele que existiu até 1988 para as viaturas dos condutores recém-encartados) onde se pudesse ler a palavra “subsidiado“.

Recordo também, que por diversas vezes sugeri que a máquina fiscal Portuguesa devia ir receber lições da máquina fiscal espanhola, sobre como lidar com os grandes evasores fiscais, nomeadamente num post com um título bastante provocador, post esse que curiosamente até foi citado numa publicação de uma professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/11/juro-que-nao-conheco-professora.html 

PS1 – Sobre desperdício do dinheiro dos contribuintes e sobre Ferrari homeless revisite-se o post https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/02/acabou-se-paciencia-para-com-os.html