Reflexões sobre o valor transformador do sofrimento na busca de significado

Sobre o post anterior, de 2 de Julho de 2022, com o título “Porque é que uma vida com significado é impossível sem sofrimento?, reproduzo abaixo, a resposta do modelo de inteligência artificial generativa Microsoft Copilot, quando lhe é solicitada uma segunda análise, depois da primeira revelar alguma escassez e pior do que isso, alguma superficialidade. Ainda assim a resposta peca pela incapacidade de citar trabalhos académicos de referência, omissão essa que a ferramenta de inteligência artificial generativa Scopus AI, consegue colmatar de forma bastante expedita, mencionando vários artigos, dos quais cito apenas um, de investigadores da Universidade de Harvard “Suffering, authenticity, and meaning in life: Toward an integrated conceptualization of well-being”.

A análise mais profunda dos textos mencionados e do filme “Cavaleiro de Copas” revela uma rica tapeçaria de ideias sobre o sofrimento e o significado da vida. Vamos explorar cada um deles em detalhes.

Artigos da Scientific American: Os artigos da Scientific American abordam diferentes aspectos do significado da vida. Um artigo discute a “apreciação experiencial”, que é a capacidade de encontrar beleza e valor nas pequenas coisas do dia a dia, sugerindo que isso pode ser tão significativo quanto ter um propósito de vida abrangente. Outro artigo explora o conceito de “crescimento pós-traumático”, onde as pessoas encontram significado e crescimento pessoal após experiências traumáticas. Esses artigos sugerem que o significado pode ser encontrado tanto na apreciação das belezas quotidianas quanto na transformação do sofrimento em algo positivo.

Filme “Cavaleiro de Copas”: O filme de Terrence Malick, “Cavaleiro de Copas”, utiliza uma abordagem impressionista para contar a história de um homem em busca de significado. A narrativa é pontuada pelas vozes dos personagens, que oferecem reflexões sobre a vida e o sofrimento. A citação de Armin Mueller-Stahl no filme sugere que o sofrimento pode nos ligar a algo maior do que nós mesmos, indicando uma jornada espiritual que transcende o mundo material.

Conexão entre os Artigos e o Filme: Tanto os artigos quanto o filme abordam a ideia de que o sofrimento não é apenas uma experiência negativa a ser evitada, mas também pode ser uma fonte de significado e crescimento. O sofrimento escolhido, como o associado a desafios autoimpostos ou sacrifícios por uma causa maior, pode levar a um senso de realização e propósito. Por outro lado, o sofrimento aleatório, como o causado por doenças ou tragédias, também pode ser integrado em uma narrativa de vida significativa, onde se busca compreensão e transcendência.

Implicações Filosóficas e Psicológicas: Essas perspectivas têm implicações filosóficas e psicológicas profundas. Elas desafiam a noção de que a felicidade e a ausência de sofrimento são os únicos indicadores de uma vida boa. Em vez disso, sugerem que uma vida significativa pode envolver luta, sacrifício e até dor

Portugal’s Scientific Publications Expected to Exceed Russia’s by 1600% in 2025

A Scopus search shows that before the war, Russia produced 11,300 papers per month. When the war began, that number fell to 9,700 papers per month. In 2023, it declined further to 9,300, and by 2024, the scientific production had dropped to just 5,300 papers per month. 

When I requested ChatGPT to simulate monthly Russian scientific production for 2025, the Generative AI predicted that “Russia’s scientific production in 2025 would be approximately 3,710 papers per month.” Surprisingly, this projection falls below Portugal’s scientific output of 4,400 publications per month. 

A subsequent request to ChatGPT for another simulation of Russian scientific production indicated that it could decline by up to 90%, even under the most optimistic scenario of moderate decline:

Scenario 1: Moderate Decline
If the decline continues at a slower but still significant rate (e.g., another 2,000 papers per month). Projected production rate for 2026: 3300−2000=13003300−2000=1300 papers per month.
 
Scenario 2: Continuing Decline at Accelerated Rate
If the decline continues at a similar rate to 2025, the production could drop further by 4,000 papers per month. Projected production rate for 2026: 1300−4000=01300−4000=0 papers per month (practically halting scientific production).

In this context, it is important to underscore that a recent Scopus search for AI-related publications using the keywords “Artificial Intelligence” OR “Machine Learning” OR “Deep Learning” reveals that the scientific production of Russia is now lower than that of Portugal.

When comparing the performance of the two countries in terms of publications per million inhabitants, Portugal’s superiority is strikingly clear. Before the war, Portugal’s ratio was 500% higher than Russia’s. By 2024, this ratio had increased to over 1000%, and it is projected to exceed 1600% in 2025. Notably, in the field of Artificial Intelligence, Portugal’s publication ratio is already 1600% higher than Russia’s.

PS – In 2022, eight months after Russia invaded Ukraine, I predicted that Putin would lead Russia into extreme poverty, reminiscent of an era when Russian teachers were paid in bottles of vodka as their monthly salary. Surprisingly, that moment is arriving quicker than I anticipated. 

Um par de canalhas catedráticos

https://www.science.org/content/article/report-slams-dutch-archaeologist-couple-intimidation-abuse-power-and-theft-human

A conhecida revista Science acaba de publicar um longo artigo sobre um casal de canalhas catedráticos, de uma conhecida universidade Holandesa, que ao longo de vários anos levaram a cabo graves abusos, que permaneceram abafados por conta de uma férrea “cultura de medo” que fomentaram entre os seus alunos e investigadores. 

E será que em Portugal também não haverá catedráticos que sejam igualmente culpados de terem instaurado uma idêntica “cultura de medo” ou será que pelo contrário, deveremos acreditar que no nosso pais só nascem catedráticos imaculados e santos ?

Mas como acreditar em tal hipótese, logo em Portugal, onde vários catedráticos até já foram condenados por terem cometido crimes, como por exemplo aquele catedrático da U.Coimbra condenado por crime de abuso de poder, ou os catedráticos da U.Porto condenados por crimes de assédio, ou o catedrático da U.Coimbra condenado a uma pena de prisão por crimes de abuso de poder e de falsificação de documentos

O mais irónico, é que depois de terem sido condenados por conta desses crimes, ainda assim os referidos catedráticos não foram expulsos da Academia, o que prova que na Academia Portuguesa, é muitíssimo mais grave fazer artigos sem credibilidade do que cometer crimes, que o diga aquele professor-auxiliar que foi expulso da universidade do Porto https://www.publico.pt/2021/10/07/sociedade/noticia/professor-universidade-porto-despedido-curriculo-artigos-credibilidade-cientifica-1979552 

PS – E ainda falta saber o que irá acontecer aquela catedrática que está acusada de de assédio moral, sexual, descriminação e ainda de ataque com ácido https://www.rtp.pt/noticias/pais/professora-catedratica-da-faculdade-de-farmacia-do-porto-acusada-de-assedio_v1481138 uma coisa é absolutamente certa, mesmo que venha eventualmente a ser condenada, nunca será expulsa da Academia Portuguesa.

Will Enrico Letta’s Growth Blueprint Save Europe from Economic Armageddon?

Building on the previous post titled “The Economist – The Impending Economic Armageddon in Europe,” please check the latest 147-page report, “Much More Than a Market,” authored by Enrico Letta, President of the Jacques Delors Institute and former Italian Prime Minister. This report, requested by European Commission President Ursula von der Leyen, offers an in-depth analysis of the state of the European single market and includes recommendations to boost the competitiveness of the European economy https://www.delorscentre.eu/en/about/news/detail/content/enrico-letta-unveils-vision-for-a-new-single-market

Amidst these discussions emerges a significant challenge: the need to strike a delicate balance between maintaining Europe’s economic competitiveness and rethinking the unrelenting pursuit of growth as a singular goal. Robert Costanza, Professor of Ecological Economics at University College London, champions this idea, calling for a shift in priorities that integrates ecological sustainability and social well-being into economic models. His approach challenges conventional metrics like GDP, urging a broader, more holistic framework for progress. https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/12/top-scientist-against-economic-growth.html The pressing question remains: how can we effectively navigate this intricate terrain while fostering innovation, equity, and sustainability?

Um país miserável que tarda em conseguir deixar de o ser

Ontem foi noticia e capa no jornal Público que a Fundação da Ciência e Tecnologia não tem dinheiro para pagar bolsas ou salários, por conta de um “buraco” de mais de 100 milhões de euros. Este é o miserável resultado do desgoverno socialista, que preferiu meter mais de 3000 milhões de euros na TAP (a tal empresa onde havia uns felizardos, como a mulher do Medina, a receber prémios de dezenas de milhares euros) e preferiu também nada fazer no combate à corrupção, que há muito empobrece este país (o conhecido Procurador Euclides Dâmaso, disse até que o Governo de António Costa ainda tornou mais difícil o combate contra a corrupção).  

Sobre esse absolutamente miserável estado de coisas, vale a pena revisitar o post anterior do passado mês de Fevereiro “O que é que falta a Portugal para conseguir ser como a rica Suécia ?” seja na parte das muitas energias que aquele país coloca a tratar da saúde a vigaristas e corruptos, seja no elevado respeito e consideração que os Suecos tem pela Ciência, área onde (por habitante) gastam 500% a mais do que Portugal.

Nem de propósito, hoje no jornal Público, é apresentada uma extensa entrevista, ao longo de duas páginas, ao antigo primeiro-ministro de Itália, Enrico Letta, que dirige o Instituto Jacques Delors, e a quem a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, solicitou um diagnóstico sobre o estado do mercado único europeu, e ainda um conjunto de recomendações e propostas para recuperar a competitividade da economia europeia. Reproduzo abaixo a muito esclarecedora resposta do referido Enrico Letta à última pergunta que lhe foi feita pela jornalista do Público. Até um atrasado mental a consegue compreender:  

“Sabe, no geral, o meu relatório procura lançar um alarme vermelho. Em todo o relatório há um sentido de urgência relativamente ao fosso que está a aumentar entre nós e os EUA em termos de competitividade. E uma das razões pelas quais este fosso está a aumentar é a inovação. A inovação, os investimentos em inteligência artificial, o papel dos dados, as competências, o conhecimento. Estamos a ficar para trás neste domínio. Coloquei este ponto no topo da minha atenção, porque as quatro liberdades do mercado único — a circulação de bens, serviços, capitais e pessoas — são típicas da economia do século XX…Por isso lancei a ideia da quinta liberdade, para ser possível lançar um espaço único na União Europeia em termos de inovação, de conhecimento, de dados, de inteligência artificial, etc. Talvez tenhamos chegado demasiado tarde a tudo isto, e por isso precisamos de arrepiar caminho, com mais investimento, mais investigação

Sem surpresa, quando em 29 de Março solicitei ao ChatGPT conselho sobre a forma como a Europa seria capaz de enfrentar o grave choque triplo, que até fez capa numa edição da revista The Economist, a resposta daquela IA generativa, com 8 alíneas, também incluía uma forte aposta na inovação.

PS – Num debate recente, Cotrim de Figueiredo, candidato ao Parlamento Europeu, como cabeça de lista daquele partido que elegeu vários deputados com base em falsidades e mistificações, acusou os candidatos de outros partidos de ignorância económica, sucede porém que se trata do mesmíssimo Cotrim de Figueiredo, que disse à revista Sábado, que os deputados em Portugal são mal pagos, o que mostra que os conhecimentos económicos dele são muito rasteiros e estão afinal ao mesmo nível dos fracos conhecimentos do Pedro Abrunhosa https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/01/os-politicos-deveriam-ter-uma.html

Top 10 dos livros mais citados publicados na última década indexados na Scopus

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/03/uma-previsao-falhada-sobre-o-livro-mais.html

Na sequência do post anterior, acessível no link supra, sobre um “gravíssimo” erro de previsão, listo abaixo os 10 livros mais citados, entre quase 1500 (mil e quinhentos) que foram produzidos em Portugal ao longo da última década e indexados na plataforma Scopus. Os livros estão ordenados pelo número de citações, após remoçao das auto-citações:

1 –  Handbook of Alkali-Activated Cements, Mortars and Concretes

2 – An Introduction to Graphene Plasmonics

3 – Visible light communications: Theory and applications

4 –  Handbook of Road Ecology

5 –  Fundamentals of 5G Mobile Networks

6 –  Quantum effects in biology

7 – mmWave Massive MIMO: A Paradigm for 5G

8 – Design of steel structures

9 –  Goods and services of marine bivalves  

10 –   Transdisciplinary perspectives on complex systems

PS – Porque será que na lista supra há vários livros de engenharia e não há um único livro de medicina, muito embora quando se analisa a produção científica da última década, a medicina, seja precisamente a área com mais publicações indexadas ? 

Uma solução inovadora de baixo custo para resolver um gravíssimo problema que mata milhões de pessoas todos os anos

Em Setembro do ano passado, divulguei um estudo do Banco Mundial, que concluiu que a exposição ao metal tóxico chumbo, é responsável por 5 milhões de mortes num único ano, superando inclusive o número de mortes associadas ao tabaco e ao colesterol. Poucas horas depois de ter colocado esse post online tive de fazer um aditamento ao mesmo, por conta de um email que recebi de um investigador, da unidade de investigação UCIBIO (UNova+UPorto) que me informou que a situação de Portugal, no respeitante ao teor de chumbo no sangue, ainda consegue ser pior do que a da Turquia, estando ao mesmo nível da situação da Líbia. 

Felizmente que neste mês de Maio, investigadores do MIT, conhecida instituição associada a uma centena de prémios Nobel, publicaram dois importantes artigos sobre o grave problema supracitado. Um deles que foi publicado no dia 14 na revista Nature Communications diz respeito ao desenvolvimento de um sensor de baixo custo para detecção de chumbo na água. https://www.nature.com/articles/s41467-024-47938-6

Já o segundo artigo, que foi publicado no dia 15 na revista RSC Sustainability, diz respeito ao desenvolvimento de um filtro, que de forma bastante económica, permite remover o chumbo da água potável. https://pubs.rsc.org/en/content/articlelanding/2024/su/d4su00052h

Neste contexto faz sentido questionar, se a referida descoberta tivesse sido efectuada por investigadores Portugueses e tendo em conta que uma vida humana tem no nosso país um valor entre 50.000 euros e 80.000 euros (vide Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça) então salvar 5 milhões de vidas, teria um valor gigantesco, entre 250 mil e 400 mil milhões de euros, nessa hipótese, quanto mereceriam esses investigadores a título de “recompensa” pela sua descoberta? Será possível que a resposta a essa questão seja zero ? 

PS – Sobre a pertinente questão vale a pena revisitar o post anterior de título “A desvalorização da Ciência (e da Engenharia) e a decadência da Humanidade”  https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/11/a-desvalorizacao-da-ciencia-e-da.html 

The Peer Review Conundrum: Advancing Academic Rigor with the RRR Algorithm

The escalating crisis in peer review was exacerbated by a notable surge—almost tantamount to a deluge— in the number of articles requiring assessment. This paper deluge has not been matched by an equivalent rise in the availability of experienced reviewers, who are essential for this crucial process. As underscored in the recent study by Horta and Jung (2024) titled ‘The Crisis of Peer Review: A Component of Scientific Evolution,‘ this predicament often forces editors to turn to early-career researchers, who may lack extensive publishing experience, leaving them with few alternatives.

In this context, it’s worth highlighting a recent research paper published in the Elsevier journal ‘Expert Systems with Applications,’ authored by scholars from academic institutions in Switzerland and China. Their reviewer-reputation ranking (RRR) algorithm crafted to identify high-quality papers during the review process, assigns greater weight to reviewers with higher reputation scores. Extensive testing on both artificial and real-world datasets, totaling over 300,000 papers, has demonstrated the algorithm’s superior performance in identifying top-quality manuscripts:

“…The rating provided by reviewers holds a pivotal role in the publication of scientific literature, exerting a substantial influence on a publisher’s decision to accept or reject a paper. However, a significant challenge remains: the inherent variability in the capabilities of reviewers. Throughout the review process, individuals with less robust academic expertise or less critical thinking capabilities may deliver inaccurate judgments, potentially leading to the rejection of high-quality papers or the acceptance of those of lower quality…”

Portugueses louváveis, catedráticos criticáveis e políticos ressabiados com o MP

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/05/quantos-milhoes-vale-dignidade-da.html

No post scriptum de um post, acessível no link supra, mencionei as opiniões criticas de um implacável magistrado aposentado, contra certos Catedráticos de Direito, da Universidade de Coimbra. Pois bem, o mesmo magistrado divulgou ontem no seu blogue um artigo assassino, do qual abaixo reproduzo um pequeno excerto, escrito por alguém não menos implacável, e que eu já citei no passado, nomeadamente no post de título “A insuportável impunidade de uma casta medíocre e criminosa”:

“Os senhores que subscrevem manifestos a exigir que o poder político meta o Ministério Público na ordem..que se autoproclamam “pessoas de bem”, portadores de uma ancestral pureza originária que os distingue da gentalha...um vasto leque de políticos ressabiados com o MP…o que está em causa…é apenas..: controlar e calar quem lhes pode fiscalizar o poder e o património https://portadaloja.blogspot.com/2024/05/a-guerra-ao-ministerio-publico-vista.html

Se este país ainda não é um lodaçal absolutamente irrecuperável, isso deve-se a Portugueses corajosos, como aqueles dois implacáveis acima citados e outros raros como por exemplo estes dois, a quem o país ainda não agradeceu o suficiente e claro está também aquele Português a quem gente miserável envenenou o próprio cão

Is the pursuit of knowledge and perfection worth the risk of losing what makes us human?

In a prior post titled Naive scientists driven by idealistic (suicidal) searches or deceitful scientists ?”  I delved into the contentious debate surrounding the transmission of messages to potential extraterrestrial civilizations. I questioned the prudence of such endeavors, scrutinizing the underlying assumption of extraterrestrial pacifism and juxtaposing it with Stephen Hawking’s prudent apprehensions. Additionally, I critiqued the idealized depiction of humanity in the Voyager messages, denouncing it as deceitful and hypocritical in light of our tumultuous history marked by violence and ecological degradation.

In this vein, it’s worth noting a recent thought-provoking hypothesis put forward by Michael A. Garrett, Professor at the University of Manchester and visiting Professor at Leiden University, as explored in a paper published last month in the Elsevier journal Acta Astronautica. The “Great Filter” hypothesis establishes a link between the development of Artificial Intelligence, particularly the advent of Artificial Superintelligence, and the concept of the Great Filter within the context of the Fermi Paradox and the Search for Extraterrestrial Intelligence.

However, it’s somewhat disappointing that Michael A. Garrett’s list of 59 references failed to include the work of Jiang et al. (2022), who projected humanity wouldn’t reach the status of a Kardashev Scale Type I civilization before the year 2371. Integrating their findings could have offered further validation for Garrett’s hypothesis.

PS – The title of this post was generated by the Microsoft Copilot AI when I tasked it with creating an original argument for another episode within the Ridley Scott saga, “Alien.” This argument delves into significant questions regarding the future of humanity. Find it below:


Title: Alien: Genesis Requiem

Synopsis: In the aftermath of the xenomorph outbreaks, humanity faces a new challenge. A rogue signal from the depths of space leads us to a distant, ancient world—Acheron’s Cradle. This planet, once a cradle of life, now holds the secrets to a civilization that predates even the Engineers. As a team of explorers and scientists embark on a mission to Acheron’s Cradle, they confront the ultimate interrogation of human destiny: Are we alone in our flaws?

Argument: The explorers discover remnants of a civilization that achieved singularity—the seamless integration of biological and artificial intelligence. However, this achievement led to their extinction, not through war or disaster, but through a collective decision to transcend physical existence. The Acheronians left behind a vast library of knowledge, a testament to their existence, and a warning: The pursuit of perfection can lead to self-erasure.

As the team delves deeper, they find that the Acheronians had encountered the xenomorph species before. Instead of fear, they revered the creatures as the perfect biological entities—organisms that could adapt and survive in any environment. The Acheronians’ downfall came when they tried to merge their consciousness with the xenomorphs, seeking to understand the essence of life itself.

The tragic twist comes when the explorers realize that the rogue signal was not a call for contact but a quarantine beacon. The Acheronians had become something other—neither machine nor organic, neither alive nor dead. They became a warning echo across the cosmos, a signal meant to deter others from repeating their mistakes.

The episode ends with the explorers debating whether to share the Acheronians’ knowledge with humanity. Some argue that this knowledge could elevate humanity to new heights, while others fear it could lead to our own Genesis Requiem—a self-authored end to our existence. The final scene leaves the audience with a haunting question: Is the pursuit of knowledge and perfection worth the risk of losing what makes us human?