Um caso grave de ejaculação precoce

Concordo com aquilo que escreveu hoje no Público o jornalista João Miguel Tavares, no sentido que a Policia Judiciária se precipitou na prisão do estudante da Universidade de Lisboa, que alegadamente iria cometer um massacre.

No mínimo dos mínimos a Policia Judiciária deveria ter esperado para confirmar se ele saia realmente de casa com as armas. Senão qualquer dia basta a alguém ir colocar uma arma e uma folha com uma descrição de um plano de um hipotético massacre na casa de outra pessoa e depois enviar uma mensagem anónima à Policia Judiciária para aquela o ir prender por planeamento de ataque terrorista. 

O conhecido ex-seleccionador de futebol de Portugal, António Oliveira, que há pouco tempo esteve para ser candidato do PSD à Câmara Municipal de Gaia, disse um dia publicamente “Se eu soubesse que morria amanhã, pegava numa metralhadora e limpava uma data de gajos!”. Será que essas declarações também não exprimiam uma vocação terrorista ? E porque é que a PJ na altura não fez uma busca à casa dele para saber se lá tinha alguma arma ilegal ?

Infelizmente o jornalista supracitado esqueceu-se de mencionar um outro caso de precipitação da mesma Policia Judiciária, que reputo de muito mais grave,porque envolvia a possível corrupção de uma juíza e que comentei aqui https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/09/policia-judiciariaprecipitacao.html

Há duas semanas atrás a Policia Judiciária também foi noticia por maus motivos, já que segundo a imprensa a juíza que trata do caso Rendeiro, ditou que fosse aquela policia e não como é normal um qualquer solicitador de execução a ir buscar as mobílias e outros bens móveis à casa onde vive a mulher do ex-banqueiro Esperemos por isso que essa estranha moda não pegue e a Policia Judiciária deixe de investigar a criminalidade grave para andar a fazer trabalhos de penhora de mobílias.  

Na verdade o que era óptimo era que a Policia Judiciária perdesse menos tempo com hipotéticos terroristas e com penhoras de mobílias e tivesse conseguido evitar que aquele individuo que deixou um calote de mil milhões de euros para os contribuintes pagarem agora tenha uma vida de luxo no Brasil. 

PS- Ainda sobre penhoras de mobílias, esperemos também que alguém faça o favor de mandar penhorar as mobílias (e outros bens móveis) da casa do Dr. Ricardo Salgado, porque ninguém neste país consegue perceber como é que o Salzheimer que atacou o ex-DDT impede a referida penhora. Em boa verdade no estado de inimputabilidade em que ele alegadamente se encontra nem dará pela falta delas. Muito embora com os 700 mil euros que o senhor juiz Ivo Rosa (o tal que passa o tempo a olhar para o seu próprio umbigo) hoje mandou devolver à sua esposa ele possa muito rapidamente ir comprar nova mobília, ou passar a viver num hotel, para assim ficar a salvo de qualquer penhora https://www.rtp.pt/noticias/pais/ivo-rosa-devolveu-700-mil-euros-a-mulher-de-ricardo-salgado_v1384108

Um humilde pedido ao Governo

“Vão ser quatro anos de festa socialista, sendo evidente que aqueles que tem o cartão desse partido e os seus familiares e amigos tem o futuro garantido”

Quando no dia imediatamente a seguir às eleições escrevi as palavras acima estava longe de esperar ler esta semana na revista Sábado que alguém que fez carreira como assessor “na orla do PS” iria ter a capacidade de facturar, mais de 300.000 euros em apenas 18 meses, pagos obviamente com os impostos dos contribuintes. O que prova que tal na frase que inicia o presente post eu pequei por modéstia e deveria ter escrito “festança” em vez de “festa”.

Eu peço por isso encarecidamente ao Governo, que contrate imediatamente este senhor, para dar uns cursos aos muitos Portugueses que estão inscritos nos centros de emprego e que andam a perder o seu precioso em formações inúteis, quando poderiam estar a aproveitar o precioso know-how deste craque para conseguirem ganhar depressa e bem. E se não for pedir muito, sugiro ainda que o Governo faça o obséquio de contratar igualmente como formadora, aquela antiga deputada que conhece a receita secreta para fazer negócios com lucros superiores a 500%.

Pacheco Torgal pede desculpa

Depois das inúmeras vezes, que critiquei de forma muito pouco amável, os senhores deputados, como por exemplo no post de título “O bilionário Português e o Parlamento amigo de burlões, vigaristas e corruptos” ou no post mais recente, do passado mês de Novembro de título “Deputados aprovam lei que impede que a polícia os possa prender” devo hoje reconhecer que fui longe demais nas minhas criticas, pois não é verdade que os deputados andem sistematicamente a prejudicar os Portugueses. 

Na verdade ficou-se hoje a saber por um interessante artigo que abre o jornal Público, que os deputados foram muito generosos quando aprovaram a tal lei da nacionalidade, que permite que qualquer judeu sefardita em qualquer parte do mundo possa muito rapidamente adquirir a nacionalidade Portuguesa, mediante o pagamento de uma certa quantia, que essa bondosa lei contribuiu para tornar milionários vários Portugueses na zona do Porto, o que mostra que os nossos deputados também se preocupam que outros dos seus conterrâneos vejam imensamente melhorada a sua conta bancária ao ponto se tornarem milionários.  Para se perceber até que ponto a lei Portuguesa é extrema e invulgarmente generosa basta atentar na forma como ela é publicitada na internet por escritórios de advogados:

“A lei portuguesa (ao contrário da lei espanhola) não exige exames linguísticos ou culturais em português, nem é obrigatória a presença física em Portugal. Pode tratar de tudo através de uma procuração para um dos advogados da nossa firma.”

PS – Quem não gostou nada da referida lei foi o conhecido Paulo de Morais, que certamente por pura inveja, não gosta de ver outros Portugueses a tornarem-se milionários https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/06/legalizacao-de-judeus-sefarditasa-tia.html ou quem sabe talvez suceda que ele esteja absolutamente certo nas suas criticas. 

France wants the European Union to wage war against bibliometrics

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/evaluating-researchers-in-fast-and.html

Building on the previous discussion regarding the thought-provoking Koltun presentation (posted in the link above), I invite you to explore an article recently published in Science Business. This article delves into a concept dubbed as a ‘disruptive’ strategy for reshaping research assessment. https://sciencebusiness.net/news/france-helps-brussels-move-ahead-disruptive-plan-research-assessment

In fact, there´s absolutely nothing truly disruptive about it. Instead, is just a way to spend more money on peer review rather than harnessing bibliometrics to enhance the peer-review process. This could potentially result in significant cost savings amounting to millions of dollars, which could then be directed towards supporting research endeavors and recruiting researchers. As Peter Drucker used to say “You can’t manage what you can’t measure”

Indeed, as Koltun rightly emphasized, every scientist recognizes the necessity of thoroughly delving into a researcher’s work to evaluate it effectively. This entails not only comprehending the intricacies of the work but also understanding the underlying context in which it was conducted and, ideally, possessing the capability to reproduce it. Regrettably, the constraints of both time and financial resources often preclude such a comprehensive examination.

Allow me to provide you with some insights into my homeland, Portugal, which has experimented with both approaches. In a prior Portuguese research assessment conducted in 2013, the international experts serving on the evaluation panels enjoyed complete autonomy. They had the freedom to evaluate research units through on-site visits and also had access to a comprehensive bibliometric analysis, utilizing data from Scopus, which was expertly conducted by Elsevier and generated a range of valuable metrics (Publications per FTE, Citations per FTE, h-index, Field-Weighted Citation Impact, Top cited publications, National and International Collaborations).

However, in recent years, we experienced a shift in perspective, with a Science Minister who shared similar sentiments with those critical of bibliometrics in France. During the most recent research assessment in 2018, which involved the evaluation of 348 research units comprising nearly 20,000 researchers, the Evaluation Guide clearly dictated that absolutely no metric could be used by the panels (note that all panels were composed by international experts, 51 from UK, 21 from USA, 17 from Germany, 17 from France, 11 from The Netherlands, 8 from Finland, 8 from Ireland, 7 from Switzerland, 6 from Sweden, 5 from Norway and also from other countries).

Nonetheless, once the research assessment had concluded, I conducted an extensive search through all the reports across various scientific areas. What I discovered was that the reviewers assigned significant importance to the quantity of publications and the perceived “quality” of journals, even though such considerations were expressly prohibited by the Evaluation Guide. I found that “publications”, “quartiles” and even “impact factors” were mentioned in the assessment reports more than 500 times. Meaning that in the absence of any metric the international experts (somewhat ironically) decide to use the worst of them all.

PS – Could it be that France’s hatred of metrics is due to the fact that it has a low number of highly cited articles and a low number of highly cited scientists, such that it cannot even appear in this group of 17 countries of Scopus Highly Cited Scientists per million inhabitants? https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/switzerland-denmark-and-sweden-has.html Furthermore, when evaluating France’s research performance through the lens of funding efficiency, as proposed by both Wohlrabe et al. 2019 and also by de Marco 2019) it becomes evident that France’s performance falls even further below expectations.

O cinismo do advogado estrela volta a atacar

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/02/o-cinismo-do-advogado-estrela-em-todo-o.html

O tal cínico advogado estrela, comentado no post acima, saiu das profundezas onde habita, para escrever hoje um artigo eivado de cinismo no jornal Público, onde no seu papel de advogado do Benfica, tenta fazer passar a ideia que o ataque cibernético que recentemente foi levado a cabo contra a Vodafone, foi rigorosamente o mesmo que o Rui Pinto fez contra o Benfica. 

Assim muito convenientemente se esquecendo que o ataque contra a Vodafone prejudicou milhões de pessoas, ao contrário daquilo que fez o Rui Pinto, que não só deu um importantíssimo contributo na exposição da infindável corrupção do futebol tanto a nível nacional como mundial, mas também mostrou ao mundo toda a podridão do império da princesa Isabelinha de Angola, por conta  dos milhares de milhões que aquela desviou de Angola, um país onde 18 milhões dos seus conterrâneos vivem em pobreza extrema

É pena porém que o cinico advogado estrela não explique aos Portugueses porque é que até mesmo os Alemães não se importam de pagar milhões de euros por listas roubadas com nomes de clientes Alemães em bancos Suiços (e noutros paraísos fiscais), alegando que essa é a única forma de conseguirem que eles paguem os impostos que devem ao fisco daquele país. E também é pena que ninguém explique aos Portugueses, porque é que um advogado que defendeu tantas pessoas que foram acusadas por crimes de corrupção foi (irónicamente) logo o advogado convidado para pertencer a um organismo que (alegadamente) visa combater a corrupção. 

Situação bizarra tipica de países do terceiro mundo, que mereceu da Joana Amaral Dias, em 2020, um irónico comentário https://portugalglorioso.blogspot.com/2020/02/rui-patricio-jura-que-nossa-justica-esta-fresca-joana-amaral.html E que seria o mesmo que  convidar um advogado que passou a vida a defender pessoas que fugiram ao fisco, para integrar um organismo que tenha como missão combater a fuga ao fisco. É o mundo de pernas para o ar ou simplesmente a cínica forma como este país tem andado a ser empobrecido (leia-se roubado). 

PS – Sobre o Rui Pinto existe a (muito parcial e desqualificada) opinião do tal advogado estrela, conhecido defensor de corruptos, mas felizmente existem também e em sentido contrário várias opiniões, como por exemplo a opinião do conhecido Paulo Morais, ou a muito elogiosa opinião de uma magistrada francesa e fundamentalmente a não menos elogiosa opinião da conhecida e muito corajosa Ana Gomes, que não teve pejo em afirmar que ele “prestou um extraordinário serviço público” pelo que cada um saberá escolher qual a opinião que acha que está mais próxima da verdade dos factos. 

A desgraça de um país também se pode avaliar pela cobardia dos seus Académicos

Na parte final do post, acessível no link abaixo, escrevi que não percebo, o que é que a comunidade académica a nível mundial está à espera, para criticar duramente certos académicos cobardes https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/02/study-by-researchers-of-several.html que como escreveu Goethe (famoso poeta Alemão cujas palavras recordei a propósito de uma polémica envolvendo o ex-Bastonário da Ordem dos Engenheiros), mais valia que nem sequer tivessem nascido !

Há umas décadas atrás foram expulsos das universidades Portuguesas muitos professores universitários, por terem tido a coragem de dizer, aquilo que quem então mandava neste país não suportou ouvir, corajosos professores esses que elogiei há alguns anos atrás, por conta do seu elevado sacrifício pessoal, no final deste post aqui https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/07/prostituicao-universitaria.html

Infelizmente nos dias que correm, com raríssimas excepções, muito poucos são os professores universitários que correm o risco de perder o emprego por delito de opinião, pois vivem aterrorizados, por antecipação, com a mera possibilidade de lhes levantarem um processo disciplinar, pelo que é evidente, que se António Oliveira Salazar, governasse nos dias de hoje nada teria a temer por parte desta mansa Academia.

Rich world hypocrisy

https://www.theguardian.com/world/2022/feb/06/death-of-moroccan-boy-rayan-oram-in-well-draws-sympathy-from-around-world

It was quite hypocritical to see so many people worried about the tragedy of the Moroccan child Rayan Oram that was stuck in a deep well and died a few days ago thus forgetting the hundreds of children that die in the Mediterranean sea or the millions that die from preventable causes worldwide. On this issue check the worldwide distribution of child deaths in Fig 1 of the document below:

https://www.who.int/maternal_child_adolescent/documents/pdfs/lancet_child_survival_10mill_dying.pdf

It would be much better if those rich countries stop “worrying” and start preparing to receive their share of the (200 million by 2050) climate refugees as mentioned in the paper: “Australia and the USA each should take sole responsibility for 10 out of every 100 climate refugees a year, followed by Canada and Saudi Arabia 9, South Korea 7; Russia, Germany and Japan 6; and so on, as shown in Table IV” https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/IJCCSM-10-2016-0149/full/html

Como os milionários devoraram o mundo

A revista The Economist já não é o que costumava ser, uma defensora feroz do liberalismo. Em vez disso em 2020, foi possível ver o punho socialista da capa de uma das edições. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/05/the-economist-surrenders-to.html

E na edição da semana passada até foi possível ler sobre como os bilionários estão arruinando a nossa civilização, contribuindo para um mundo com muito mais ressentimento e ódio. Uma das partes mais bizarras (mas mais esclarecedoras) do artigo é aquela em que se reproduz um pequeno diálogo com um habitante do Norte da Inglaterra, que descreveu o Brexit com as seguintes cruas palavras:

“Nós apenas sabíamos que as pessoas em Londres há muito tempo que nos andavam a foder…Foi a nossa oportunidades de os fodermos a eles” https://www.economist.com/culture/2022/01/29/davos-man-is-a-passionate-denunciation-of-the-mega-rich

PS – Na edição de há duas semanas da mesma The Economist os bombos da festa foram os Venture Capitalists, que foram designados como filhos do diabo, violadores desajeitados, gananciosos, cobardes etc etc etc. Porém aquilo que achei mais interessante nessa edição (que também ajuda a provar que a referida revista sofreu uma revolução de 180 graus), e que facilmente se percebe tendo em contao teor deste post aqui, foi o artigo “The art of fasting“, um tributo à frugalidade (e a um quase ascetismo que teria agradado ao recentemente falecido monge budista Thich Nhat Hanh, irónicamente homenageado na revista The Economist) que não se esperaria encontrar numa tal revista e cuja conclusão é de certa forma bastante inspiradora: “Fasting is not just a mortification or denial; it is a reminder of the value and joy of food”

Um bom currículo académico é como o azeite, acaba sempre por vir ao de cima

A mim não me surpreenderam as famosas declarações da senhora ex-vice-presidente do PSD, Isabel Meirelles, que curiosamente achou boa ideia atribuir culpas ao povo Português pela maioria absoluta do partido socialista, porque em Janeiro de 2019, já tinha dedicado alguns minutos ao seu curioso currículo, vide email abaixo.  Também acho curioso que ela, com o seu portentoso currículo académico, tenha andado a avaliar candidatos a juízes, mas nessa parte convém lembrar que as exigências quanto ao currículo dos avaliadores nunca foram muito elevadas, muito antes pelo contrário, como se percebe pela aceitação até mesmo de avaliadores com cadastro, inclusive por crimes de sangue, como já se tinha comentado aqui. 

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De: F. Pacheco Torgal

Enviado: 12 de Janeiro de 2019 7:15

Assunto: É possivel prestar actividade docente no canal do Dr. Balsemão ?

https://www.publico.pt/2019/01/11/politica/noticia/direccao-psd-acusa-montenegro-golpe-estado-asseguravai-cumprir-estatutos-risca-1857512

pesquisando no Google o nome da senhora Vice-Presidente do PSD, de que se fala no artigo acima apuram-se dois interessantes ficheiros

http://www.psd.pt/ficheiros/ficheiros/ficheiro1523547394.pdf

http://dcc.ulusofona.pt/wp-content/uploads/sites/58/2015/10/cv-isabel-meirelles.pdf

O segundo ficheiro da Universidade Lusófona diz que ela é autora de 13 artigos na revista Front Line, revista que se afirma de “Lifestyle and Business”. Nenhum deles aparece porém no Google académico. É verdade que ela afirma ser autora de vários livros, embora não diga quem os publicou nem sequer quantas páginas tem cada um deles. Note-se que também nenhum deles aparece no Google académico. Já a Base Nacional de Dados Bibliográficos credita-lhe um DVD e um livro de titulo “Senhora Europa”. Mas a parte realmente interessante é a rubrica “Actividade Docente” com os items que abaixo reproduzo. E daí as perguntas:

– É possivel prestar actividade docente na SIC e depois colocar isso nessa condição num currículo académico ?

– Afinal quantos políticos em Portugal andam por aí orgulhosos por terem no currículo serviço docente efectuado num canal de televisão ?

Vogal no júri dos exames de acesso ao CEJ- Centro de Estudos Judiciários;Docente no curso de Estágio da Ordem dos Advogados;Professora convidada da Disciplina de Sistemas Europeus de Direito Comparado, na Universidade Lusófona;Professora auxiliar da Disciplina de Direito Comunitário na UAL – Universidade Autónoma de Lisboa;Docente do M.B.A. em Gestão Internacional de Negócios da Disciplina de Direito Europeu das Sociedades, na UAL – Universidade Autónoma;Professora auxiliar da disciplina de Teorias e Modelos de Integração, na Universidade Moderna; Professora convidada no Mestrado de Economia, na Disciplina de Direito Económico Europeu, na Universidade Lusíada;Professora de Políticas Comuns Europeias na Pós-Graduação em Jornalismo no ISCTE;Professora de Integração Europeia na Escola Superior de Comunicação Social;Professora Convidada na Universidade Atlântica nas disciplinas de Direito Europeu e Internacional, Direito da Comunicação e Introdução ao Direito;Professora de Questões Europeias na SIC, SIC Notícias e SIC on-line

Novo estudo revela que o facto de haver pessoas com maior ou menor ligação à natureza é explicado pela herança genética

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/09/artigo-de-investigadores-alemaes-ajuda.html

Já tinhamos tido um estudo de investigadores Alemães sobre ciclones, vide link acima (e também o post de Setembro passado), que sem dúvida contribuiu para que houvesse mais Portugueses a aderir ao tal programa do Governo, que dava incentivos financeiros aqueles que decidissem mudar-se para o Interior de Portugal, dessa forma fugindo das consequências dos ciclones. 

E agora por incrível que pareça há um novo e recente estudo de investigadores de vários países (cujas interessantes conclusões mais uma vez ajudam o tal programa do Governo Português) estudo segundo o qual foi descoberta uma contribuição genética na ligação há natureza https://journals.plos.org/plosbiology/article?id=10.1371/journal.pbio.3001500 o que pode significar que no futuro poderá haver filhos a culparem os seus pais, pelo facto daqueles não terem tido a sensatez de aderirem ao tal programa do Governo, e dessa forma serem responsáveis pelo facto dos seus filhos não terem genes com uma ligação à natureza e dessa forma serem mais depressivos e terem mais problemas de saúde.  https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/all.13763

E o facto é que, por conta do referido programa (da pandemia e também da asfixiante especulação imobiliária) há de facto uma tendência que inverte um conhecido e antigo padrão de fuga do Interior do país https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/03/a-prioridade-deixou-de-ser-vida.html

PS – No contexto do tal recente estudo vale a pena recordar o post “Traços de personalidade mais associados à consciência ambiental e os psicopatas empresariais”