Conhecidos professores universitários “apanhados em falcatruas”

O semanário “Nascer do Sol” acaba de produzir um artigo com um título nada meigo, inclusive com recurso à palavra “falcatruas“, que também utilizei no título deste post, onde acusa a Ministra Elvira Fortunato e ainda outros conhecidos professores universitários, que quando exerceram funções governativas ou de gestão universitária, viram crescer “nalguns casos exponencialmente, as suas publicações científicas”. https://sol.sapo.pt/artigo/798020/professores-envolvidos-em-falcatruas

E isso logo quando era suposto que por terem passado a dedicar menos tempo à investigação a sua produçáo científica passasse a ser bastante menor, como aconteceu com o ex-Ministro Heitor que deixou de publicar quando exerceu funçóes governativas, ou como também sucedeu com os Reitores das universidade do Minho e de Aveiro, mencionados no referido artigo.  

Neste contexto, entendo pertinente recordar que em Abril de 2021, divulguei a sensata opinião de um grupo de investigadores da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, sobre o regulamento de avaliação de desempenho daquela unidade orgânica, opinião essa que apontava para a necessidade de valorizar muito mais três conhecidas posições na autoria dos artigos, pois essa é uma forma de combater, a prática de enfiar “a martelo” o nome de cientistas em publicações para as quais nada contribuíram. Post esse onde também comparei o escasso desempenho da catedrática Elvira Fortunato, em termos de percentagens de artigos nessas posições, face a outros investigadores https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/04/avaliacao-de-desempenho-e-importancia.html

Recordo também que é exactamente por causa disso, que o ranking de Stanford, que é o único ranking credível de investigadores (porque é o único que cumpre três condições fundamentais, a da desambiguação, a da remoção de auto-citações e a da utilização da contagem fraccionada, que permite anular a vantagem artificial dos artigos com centenas ou milhares de co-autores) também valoriza mais apenas algumas posições dos autores nos artigos.

Os cientistas que “alugam a sua afiliação” a ricas universidades Sauditas

Afinal a recente noticia sobre o tal cientista Espanhol, altamente prolifico, que foi despedido porque parece que andou a meter dinheiro Saudita ao bolso, por conta de ter andado a “ajudar” uma universidade daquele país a subir no ranking Shanghai destapou uma panela de segredos, que agora permitem que se saiba, que no país vizinho ele está longe de ser caso único e que até há muitos como ele. Porém é justo que se diga, que pelo menos um desses, tem uma defesa (reproduzida abaixo) que não é hipócrita, muito pelo contrario. Afirma esse cientista, que não só não tem um contrato em exclusividade, mas mais do que isso, que ao mesmo tempo que era investigador em tempo integral, ainda teve de arranjar um part-time como professor do ensino secundario para poder ter um vencimento decente

“However, Jordi Sardans blames the Spanish scientific system for forcing him to affiliate falsely with King Abdulaziz University. According to his website, Sardans has “a doctorate in biology, two master’s degrees in terrestrial ecology and chemical analysis, and two bachelor’s degrees in pharmacy and chemistry.” He has published over 110 studies, including many in prestigious journals like Nature..However, Sardans says that for seven years he had to juggle a part-time job as a high school teacher with a full-time job at the Center for Ecological Research and Forestry Applications (affiliate with the Autonomous University of Barcelona). “My contract has no exclusivity provision. I’m free to work for anyone and the Spanish government hasn’t given me anything. I’m doing top-flight science and my wallet is empty. So, if I can earn a few bucks because I’m on the Clarivate list and opportunities come my way, then I feel morally justified in accepting them,” he said” https://english.elpais.com/science-tech/2023-04-18/saudi-arabia-pays-spanish-scientists-to-pump-up-global-university-rankings.html

Em Portugal, embora não se conheçam casos de “aluguer de afiliação“, a situação dos investigadores não é melhor do que os da Espanha, e se é verdade que os investigadores em inicio de carreira ganham apenas o mesmo que ganha um motorista (do Gabinete do Primeiro-Ministro) já os investigadores no geral recebem agora menos 25% do que aquilo que recebiam há alguns anos atrás, o que é o mesmo que dizer, que a cada ano que passa não recebem o subsidio de férias, nem o subsidio de Natal e nem sequer o vencimento do mês de Dezembro, https://pachecotorgal.com/2023/04/11/a-peticao-pela-valorizacao-dos-salarios-de-investigadores-e-professores-de-ensino-superior-chegou-a-6000-assinaturas/ o que é também quase o mesmo que estarem em exclusividade de funções, mas sem receberem o respetivo subsidio. Será que essa omissão de pagamento aos investigadores, por parte do Estado Português (a quem nunca falta dinheiro para pagar elevados salários aos boys e girls das empresas públicas) significa que também eles podem ir “alugar a sua afiliação” a universidades Sauditas ?

Declaração de interesses – Em 18 de Julho de 2021, recusei um convite que recebi de um Director de uma conhecida Universidade Saudita, através de um email com o título “STAR Faculty Search – Top Saudi Arabia university search for scientists with “excellent publications and a high h-index“.

PS – Nem todos na Academia Portuguesa se podem queixar do seu vencimento, como por exemplo aquele catedrático da universidade Nova, que teve autorização do Reitor daquela universidade, para acumular com o vencimento anual de 143 mil euros, enquanto Administrador não executivo no banco Santander. https://www.dn.pt/poder/diretor-da-nova-sbe-tem-exclusividade-mas-ganha-143-mil-euros-no-santander-12407318.html Quem também não se pode queixar, são aqueles catedráticos de Direito, que mesmo em exclusividade, facturam anualmente várias centenas de milhares de euros em pareceres juridicos.  

As elevadas capacidades do GPT-4 na resolução de importantes desafios médicos

Ainda na sequência do post anterior, de título ChatGPT na UMinho e o que podem ensinar as universidades num futuro sem empregos, acessível no link supra, sou por este meio a divulgar abaixo o extracto do resumo de um recente artigo, de investigadores da Microsoft, sobre as elevadas capacidades da versão GPT-4, na resolução de desafios médicos:

“GPT-4 is significantly better calibrated than GPT-3.5, demonstrating a much-improved ability to predict the likelihood that its answers are correct. We also explore the behavior of the model qualitatively by presenting a case study that shows the ability of GPT-4 to explain medical reasoning, personalize explanations to students, and interactively craft new counterfactual scenarios around a medical case. Implications of the findings are discussed for potential uses of GPT-4 in medical education, assessment, and clinical practice…” https://www.microsoft.com/en-us/research/uploads/prod/2023/03/GPT-4_medical_benchmarks.pdf

Muito mais interessante é porém o também recente artigo, de 17 investigadores, da China e da Coreia, baseado em mais de 500 referências bibliográficas, que evidencia o potencial do GPT-4 e do seu futuro sucessor GPT-5. https://arxiv.org/pdf/2303.11717.pdf O referido artigo apresenta porém uma importante lacuna, já que entre as milhares de palavras que enchem as quase 56 páginas do mesmo, nem uma única vez se encontra a palavra “desinformaçáo“, que em breve se pode tornar infinita, como foi afirmado, por uma responsável de um observatório da Universidade de Stanford, na página 16 do último número da conhecida revista The Economist, num artigo com um título nada modesto  https://www.economist.com/essay/2023/04/20/how-ai-could-change-computing-culture-and-the-course-of-history

The high capabilities of GPT-4 in solving important medical challenges

Still following on the previous post, concerning opportunities, challenges, and possibilities of ChatGPT in education, I am hereby disclosing below an extract from the abstract of a recent article, by Microsoft researchers, on the high capabilities of the GPT-4 version, in solving medical challenges:

“GPT-4 is significantly better calibrated than GPT-3.5, demonstrating a much-improved ability to predict the likelihood that its answers are correct. We also explore the behavior of the model qualitatively by presenting a case study that shows the ability of GPT-4 to explain medical reasoning, personalize explanations to students, and interactively craft new counterfactual scenarios around a medical case. Implications of the findings are discussed for potential uses of GPT-4 in medical education, assessment, and clinical practice…” https://www.microsoft.com/en-us/research/uploads/prod/2023/03/GPT-4_medical_benchmarks.pdf

However, much more interesting is the also recent article, by 17 researchers from China and Korea, based on more than 500 bibliographical references, which highlights the potential of GPT-4 and its future successor GPT-5 https://arxiv.org/pdf/2303.11717.pdf That article, however, has an important gap, since among the thousands of words that fill its almost 56 pages, not once does the word “disinformation” appear. This is strange because disinformation could soon become infinite, as was recently stated by a head of an observatory at Stanford University, on page 16 of the latest issue of The Economist https://www.economist.com/essay/2023/04/20/how-ai-could-change-computing-culture-and-the-course-of-history

A infame estratégia socialista que tira dinheiro aos Portugueses para o dar a estrangeiros abastados

O Director do Expresso, queixa-se no seu último artigo, que inicia o 1º caderno daquele semanário, do regime fiscal criado pelo partido socialista, que ao mesmo tempo que acaba de bater o recorde de captação de impostos (36% do PIB), vergonhosamente permite que os estrangeiros no activo paguem em Portugal apenas  20% de IRS (mesmo que ganhem vários milhões de euros por ano) e os estrangeiros aposentados paguem apenas 10%. Por conta dessa borla, os referidos estrangeiros pouparam no último ano fiscal a quantia total de 2.000 milhões de euros. Ou seja são altamente subsidiados (porque uma borla fiscal é um subsidio), e pior do que isso, são eles os maiores responsáveis pelo aumento brutal dos custos da habitação. 

Recordo que em 2021 já tinha mencionado o infame facto de em Portugal os Professores universitários e os investigadores pagarem mais IRS do que as famílias super-ricas https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/professores-universitarios-e.html Recordo também que antes disso, em Setembro de 2020, o Catedrático Luís Cabral, sugeriu eliminar todas as contribuições para segurança social e para compensar os 40% que ficam a faltar no Orçamento da Segurança Social, ele sugeriu em alternativa, um aumento do IVA, a criação de um imposto sobre o carbono e ainda  uma melhoria do sistema de cobrança de impostos para impedir que os ricos consigam fugir ao seu pagamento https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/09/uma-proposta-radical-para-acabar-com-o.html

PS – E nem vale a pena falar do muito dinheiro gasto pelos contribuintes Portugueses no Serviço Nacional de Saúde, mais de 15.000 milhões de euros por ano, para pagar inclusive gastos de turistas de países ricos, que como revelou um artigo do Expresso, viajam para Portugal unicamente para vir buscar medicamentos (caros) de borla.

A Ministra que quando era aluna se casou com um catedrático (seu Orientador de tese)

A tal corajosa professora da Universidade Nova de Lisboa, que no dia 7 de Abril criticou de forma muito incisiva a bandalheira socialista na TAP, critica hoje a Ministra Elvira Fortunato:

“A pergunta óbvia — que o jornal não fez — era se há códigos de conduta que desaconselhem ou proíbam relações entre docentes e estudantes…Em 2016, num artigo sobre Elvira Fortunato e o seu marido, o Expresso relatava que se casaram durante o doutoramento da cientista, orientado pelo professor-marido. Parece evidente, com a exigência de hoje, que o orientador devia ter abdicado do seu papel formal no percurso da jovem cientista depois do casamento… ou a ministra anda muito distraída, ou está tão acomodada ao statu quo que prefere mantê-lo” https://www.publico.pt/2023/04/21/opiniao/opiniao/sacudir-agua-capote-2046921

Declaração de interesses – Declaro que em 2021 manifestei dúvidas sobre a autoria da famosa invenção da agora Ministra Elvira Fortunato https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/04/uma-duvida-sobre-invencao-da.html declaro também, que antes disso, em 2020, critiquei as fake news do Expresso vertidas numa noticia que dava conta que a mesma Elvira Fortunato era candidata ao prémio Nobel https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/08/estara-o-expresso-viciado-em-fake-news.html

Revista universitária Portuguesa defende romance (leia-se sexo) entre docentes universitário(a)s e aluna(o)s !!!

É no mínimo estranho (e no limite indecente) que no rescaldo das várias acusações de assédio sexual (e moral), feitas contra o catedrático jubilado (leia-se esquerdomacho) Boaventura Sousa Santos (que hipócrita e cinicamente se tentou defender dessa acusações dizendo que apenas se limitou a ter conversas adultas com alunas adultas) se tente enquadrar (leia-se branquear) o referido caso ou outros similares, como sendo apenas inocentes “romances” entre docentes universitário(a)s e aluna(o)s, como o faz o último número da revista Minerva universitária, divulgado ontem, onde se pode ler o seguinte: 
“…E trazemos Callard para lembrar simplesmente isto: a filósofa, sendo ainda casada, iniciou um romance, a princípio do tipo “platónico“ mas depois concretizado em casamento com um estudante de doutoramento de uma faixa etária significativamente mais jovem…tratam-se de pessoas adultas.”  https://www.revistaminerva.pt/edicao-abril-2023/

Declaração de interesses – Declaro que, como afirmei anteriormente reprovo qualquer “romance” entre docentes universitário(a)s e aluna(o)s, pela simples e evidente razão, que neles sempre subsistirá a dúvida de se saber se essa aluna ou aluno teve por conta disso uma avaliação menos imparcial por parte desse ou dessa docente, face aos seus colegas do mesmo curso, https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/04/o-caso-problematico-leia-se-grave-dos.html e é exactamente por essa razão que essas relações não são permitidas em mais países mais desenvolvidos do que o nosso (seja em contexto universitário ou mesmo em contexto empresarial): “the biggest risk when dating your boss is the belief — whether it’s true or not — that you get special treatment” . Nesses países não há, como infelizmente acontece em Portugal, namorados de Governantes, nomeados para cargos públicos bem pagos (3000 euros líquidos) como acontece neste Governo https://www.publico.pt/2023/01/12/politica/noticia/namorado-secretaria-estado-nomeado-cargo-area-tutela-2034831

A sonsa

Na parte final de um post recente, escrevi sobre “mulheres sonsas, manhosas, mentirosas e até mesmo algumas santinhas do pau oco…, um exemplo de uma sonsa, é o daquela advogada que escreve na página final do jornal Público, onde hoje não consegue esconder a sua alma comunista, bem patente em declarações, como quando diz que o verdadeiro poder que interessa está nas ruas (e não nos votos que são a essência da democracia) https://www.publico.pt/2023/04/19/opiniao/opiniao/lula-silva-porteiros-25-abril-2046608 um pouco à semelhança do que defendia o comunista-chefe Álvaro Cunhal, que não se coibiu de afirmar, que se dele dependesse em Portugal nunca haveria sequer eleições:

“Nós, os comunistas, não aceitamos o jogo das eleições…não me importam nada as eleições…. Para mim, democracia significa liquidar o capitalismo…E ainda lhe digo mais: Portugal já não tem qualquer hipótese de estabelecer uma democracia…Garanto-lhe que em Portugal não haverá um parlamento…Portugal não será um país com as liberdades democráticas…”. https://www.publico.pt/2014/12/15/politica/opiniao/alvaro-cunhal-e-a-magna-carta-de-1215-1679397

Declaração de interesses – Declaro que sentindo manifesto repúdio pelo comunismo, porque nunca houve um único país em todo o Planeta, onde o comunismo pudesse dar uma vida decente a quem quer que fosse, excepto claro aos dirigentes comunistas (como o Fidel Castro, o Nicolas Maduro, o Kim Jong Un e muitos outros dirigentes comunistas que nunca se importaram de consumir luxo capitalista),  tão pouco porém sou apologista de um liberalismo sem freios, como bem se percebe pelo post de 2019, onde critiquei o partido Iniciativa Liberal https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/10/o-anjinho-presidente-da-iniciativa.html

PS – Trata-se da mesma sonsa que queria que a República Portuguesa homenageasse um terrorista de papel passado, https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/04/reabilitacao-mediatica-de-um-ex.html que foi condenado com sentença de tribunal, transitada em julgado, para cumprir 15 anos de cadeia, que não cumpriu, e nem sequer teve de indemnizar as muitas vitimas causadas pelas suas acções terroristas https://onovo.pt/pais/otelo-saraiva-de-carvalho-nunca-pagou-as-vitimas-das-fp-25-CC1037217 E também a mesma sonsa que gostaria de obrigar todos os Portugueses a aprender a novilíngua dos Todes, Muites, Elus, Aquelus.

The Economist: Stanford’s most famous MBA courses and the lucky sperm club

Still following the previous post about useless degrees check the link below that concerns an interesting article in the April 8th-14th edition of The Economist. It examines the most popular Stanford MBA courses, which they call “the world´s most selective MBA program” because it rejects 94% of the applicants (Harvard MBA rejects 90%). https://www.economist.com/business/2023/04/05/what-the-worlds-hottest-mba-courses-reveal-about-21st-century-business

The most popular courses are “Paths to Power“, “Touchy Feely” and “Managing Growing Enterprises“. The third one is not as its name suggests about business accounting but about to “deal tactfully in sensitive situations“. The last paragraph of the article is about the four pillars of the corner office (ruthlessness, self-awareness, and tact). The fourth pillar, the article explains no course can teach is steely determination

Another interesting article on a previous page (58) of the same The Economist edition concerns family businesses. On it is possible to read the scornful expression lucky sperm club coined by Warren Buffet to describe those managers “that never had to jump through the same hoops as everybody else”.

Declaration of Competing Interests – I declare that i believe the world badly needs more engineers (to help deliver the United Nations’ sustainable development goals) and far fewer managers. I also declare that several years ago, in December of 2018, I shared an email with an excerpt from a very critical text about MBAs by Prof. Martin Parker, which I now reproduce again below:

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De: F. Pacheco Torgal
Enviado: 10 de Dezembro de 2018 7:28
Assunto: Prof. Martin Parker___”Why we should bulldoze the business schools”

“There are 13,000 business schools on Earth. That’s 13,000 too many. And I should know – I’ve taught in them for 20 years… schools have huge influence, yet they are also widely regarded to be intellectually fraudulent places, fostering a culture of short-termism and greed. (There is a whole genre of jokes about what MBA – Master of Business Administration – really stands for: “Mediocre But Arrogant”, “Management by Accident”, “More Bad Advice”, “Master Bullshit Artist” and so on.) Critics of business schools come in many shapes and sizes…Since 2008, many commentators have also suggested that business schools were complicit in producing the crash…If we want to be able to respond to the challenges that face human life on this planet, then we need to research and teach about as many different forms of organising as we are able to collectively imagine. For us to assume that global capitalism can continue as it is means to assume a path to destruction…”https://www.theguardian.com/news/2018/apr/27/bulldoze-the-business-school

ChatGPT na UMinho e o que podem ensinar as universidades num futuro sem empregos

Ainda na sequência do post anterior, intitulado “UCambridge – Oportunidades, desafios e possibilidades do ChatGPT na educação” entendo pertinente divulgar abaixo as datas das sessões sobre o ChatGPT, que contam com intervenções de especialistas convidados, realizadas no âmbito da  iniciativa “O futuro da aprendizagem com IA na UMinho: partilhando experiências” 

20 de abril | Impacto e desafios éticos da IA/ChatGPT: partilha de experiências

25 de maio |  IA/ChatGPT na avaliação: partilha de experiências

22 de junho | IA ChatGPT: lições para o futuro

Faço notar que uma visita ao site da Universidade de Estugarda, revela que há apenas três dias eles criaram um fórum de discussão e que a primeira sessão (interna) ocorrerá em 12 de Junho sob o título “Assistente de Ensino ou Escritor Fantasma ?Trabalho Académico na Era dos Chatbots de IA” https://www.uni-stuttgart.de/en/university/news/all/ChatGPT-discussion-forum-launched/

Já sobre a capacidade do GPT-4 para substituir dezenas de empregos e sobre a missão da universidade num contexto “jobless”, cada vez menos longínquo, revisite-se o artigo de Moscardini et al. sobre a missão da universidade numa sociedade moderna que foi recentemente mencionado no final do post aqui

E no referido contexto mais pertinente é revisitar um post do dia 25 de Abril de 2022 e também um outro de 19-11-2019 https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/11/primeiro-curso-para-morrer-melhor.html