Ex-professor da universidade de Lisboa paga 10.000 euros para não ser julgado

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/pacheco-pereira-ataca-faculdade-de.html

Chegou finalmente ao fim o caso daquele ex-professor, que eu já tinha comentado, no post acessível no link acima e que era especialista em disseminar falsidades. Como se pode ler hoje na edição impressa do jornal Público, o referido ex-professor aceitou pagar 10.000 euros ao conhecido Pacheco Pereira, para assim evitar ser julgado no processo por difamação que aquele lhe moveu, no qual exigia uma indemnização de 70.000 euros. https://www.publico.pt/2023/09/12/sociedade/noticia/lemos-esteves-admite-inventou-indemniza-pacheco-pereira-2063069

Infelizmente, há outros professores neste país que se dedicam a nocivas actividades de desinformação, https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/05/professorengenheiro-do-partido-chega.html porém isso não é crime tipificado no Código Penal Português, pois não ofende os direitos particulares de alguém, ainda assim dificilmente se percebe que a desinformação (leia-se intoxicação informativa) levada a cabo por um funcionário público, de forma pública e lida por milhares de pessoas, possa não constituir uma violação dos deveres a que aquele está obrigado, já que evidentemente não serve o superior interesse público. 

Na parte das conclusões, de uma dissertação de Mestrado intitulada “Fake News: Os Desafios para o Direito Penal“, que foi defendida na Faculdade de Direito da Universidade Católica, sob a Orientação do Catedrático Germano Marques da Silva, pode ler-se que:

“…a desinformação…asfixia o próprio direito à liberdade de expressão na medida em que desvirtua a sua própria essência….contaminando o debate público…ao disseminar conteúdos falsos e danosos para a construção de uma sociedade verdadeiramente livre, bem como contendo um potencial efeito corrosivo da democracia…julgamos que deverá ser criminalizada a conduta de produção e divulgação de fake news”

More than 100 schools and public buildings are at risk of collapsing in the UK. An explanatory hypothesis based on γ-aminobutyric acid

More than 100 schools and public buildings in the UK were identified as having autoclaved cellular concrete (RAAC) in poor condition. “It’s the famous chocolate cement”, describes Adrian Tagg (associate professor of building surveying at Reading University), in reference to the well-known Aero chocolates, which have air bubbles in the middle. “This concrete, used since World War II, mainly because it is cheaper and easier to use, is not a danger in itself, but, like all materials, it has a useful life span”. 

Unfortunately, for the population of the United Kingdom and also for the population of almost the entire Planet, those individuals, who run for and are elected to political positions and make decisions about public works, share among them a very peculiar characteristic: their brain is absolutely unable to understand the concept of useful life span. And it was because of this that in Italy, just 5 years ago, the Morandi bridge, which was not built with the so-called “chocolate” cement, reached the end of its (useful) life, taking with it the lives of four dozen people. lives of Italian citizens.

I therefore hope that the scientific community can fully explain why politicians’ brains are absolutely incapable of understanding the concept of useful life. Who knows, perhaps part of the explanation lies in that study by researchers from the universities of Oxford and Loughborough, which showed that certain academic training, such as those attended mostly by politicians, exhibited a reduction in a critical brain chemical,  γ-aminobutyric acid, which is fundamental for reasoning. and problem-solving https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2013155118#sec-5

PS – A few months ago, more precisely on June 13th, I published a post on this blog about the aforementioned Morandi bridge. This post was titled “ChatGPT teaches how to design a concrete capable of lasting 1000 years” https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/06/chatgpt-teaches-how-to-design-concrete.html

Expresso – Dezenas de edifícios públicos em risco de ruir devido ao cimento-chocolate

“…incerteza e receio, pelo menos nas 156 escolas identificadas como tendo betão celular autoclavado em mau estado. “É o famoso cimento-chocolate”

O extracto supra diz respeito a um artigo do Expresso, que foi ontem colocado online. A frase que mais apreciei no referido artigo, foi aquela proferida por um investigador, que perguntado sobre o assunto em questão disse de forma bastante sintética: “Este betão, usado a partir da II Guerra Mundial, sobretudo por ser mais barato e fácil de empregar, não é um perigo em si, mas, como todos os materiais, tem um prazo útil de vida”.

Infelizmente, para a população do Reino Unido e também para a população de quase todo o Planeta, aqueles indivíduos, que se candidatam e são eleitos para cargos políticos e tomam decisões sobre obras públicas, partilham entre eles uma característica assaz peculiar, o seu cérebro é absolutamente incapaz de compreender o conceito de vida útil. E foi por causa disso que na Itália, há apenas 5 anos atrás, a ponte Morandi, que não foi construída com o tal cimento dito de “chocolate”, chegou ao fim da sua vida (útil) levando consigo as vidas de quatro dezenas de vidas de cidadãos Italianos. 

Faço por isso votos que a comunidade científica consiga explicar de forma cabal porque é que o cérebro dos políticos é absolutamente incapaz de compreender o conceito de vida útil. Quem sabe talvez parte da explicação, esteja naquele estudo de investigadores da universidades de Oxford e de Loughborough, que mostraram que certas formações académicas (como aquelas maioritariamente frequentadas por políticos), estão associadas a uma grave redução de uma substância cerebral crítica, o ácido gama-aminobutírico, que é fundamental para o raciocínio lógico e a resolução de problemas. https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2013155118#sec-5

PS – Há poucos meses atrás, mais precisamente no dia 13 de Junho, publiquei um post sobre a referida ponte Morandi https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2023/06/chatgpt-ensina-como-projectar-um-betao.html

ChatGPT explica o inconseguimento da universidade da Ministra da Ciência

Ficou-se a saber há menos de um mês, que a universidade onde a actual Ministra Elvira Fortunato foi curiosamente a Vice-Reitora responsável pela investigação, e também uma das universidades que recebeu e continua a receber mais dinheiro dos contribuintes, por via da Fundação para a Ciência e Tecnologia-FCT, não foi capaz de produzir o suficiente para se manter entre as 500 melhores universidades do Planeta, listadas no prestigiado ranking Shanghai.

Maior mistério é descobrir através de uma analise na plataforma Scopus, das 25.890 publicações científicas, produzidas por investigadores Portugueses durante o corrente ano de 2023, que relativamente ao rácio (total de publicações/total de docentes doutorados) por instituição, que a universidade da Ministra Elvira Fortunato produziu menos do que a UALG e a UBI, que recorde-se, receberam muito menos dinheiro da FCT do que aquela. Será que alguém consegue explicar porque é que quem mais recebe produz menos

Quando se pergunta ao ChaGPT sobre esse inconseguimento, ele enumera várias razões, sendo que a primeira delas é a “ineficiência na gestão de recursos“. Ou seja, logo na universidade que possui a super-hiper excelente unidade orgânica de negócios e economia NovaSBE, é que existe uma gestão de recursos ineficiente !

PS – Será que a ineficiência científica da Universidade Nova também se fica a dever ao facto de muitos dos directores daquela universidade não terem uma mentalidade subtrativa ?

The Economist – The minus mindset key skill

The emergence of ChatGPT raised great expectations of significant productivity improvements. Those have been confirmed by the scientific community, for example in a study by MIT researchers, where it can be read that: “Our results show that ChatGPT substantially raised productivity: The average time taken decreased by 40% and output quality rose by 18%”, https://www.science.org/doi/10.1126/science.adh2586 

However, it’s worth noting that substantial productivity gains can also be achieved through straightforward methods, as elucidated in a recent article featured in The Economist. A brief excerpt from that article is presented below:

“…The best bosses are those who take things away…That means clearing time for employees to get work done…Shopify, an e-commerce firm, began the year by deleting 12,000 recurring meetings from corporate calendars, and asking everyone to think carefully before reinstating them. The company reports a rise in productivity as a result of the cull….Minus-minded managers will give employees permission not to attend if they are not needed…getting rid of work ought to be a vital part of the managers toolkit…” https://www.economist.com/business/2023/08/31/the-best-bosses-know-how-to-subtract-work

The Economist __a batalha para meter as mãos nos 100 triliões de dólares dos super-ricos

https://www.economist.com/finance-and-economics/2023/09/05/the-100trn-battle-for-the-worlds-wealthiest-people

No contexto de um recente (leia-se indecente) artigo publicado na conhecida revista The Economist, sobre a batalha pelos 100 triliões de dólares dos super-ricos do Planeta, vide link acima, é pertinente revisitar o post anterior sobre a infame estratégia socialista, que tira dinheiro aos Portugueses (milhares de milhões de euros) para o dar a vários milhares de ricos estrangeiros. 

É no mínimo mal informada (e no máximo um evidente sinal de estupidez) uma estratégia que faz exactamente o contrário, daquilo que foi defendido por conhecidos académicos, e que deveria passar antes por criar urgentemente impostos que tirem dinheiro aos super-ricos para o transferir para aqueles que possuem rendimentos baixos ou médios. 

Ou seja, já não nos bastavam os milhares de milhões de euros, que neste país sempre se perderam para a santa corrupção (que dizem está protegida pela própria lei), já não nos bastavam as centenas de milhões que se perderam nas empresas públicas geridas por boys incompetentes, https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/12/estado-portugues-paga-milhares-de.html já não nos bastavam os muitos milhões que se perderam em insuportáveis subvenções vitalícias ou no elevado número de tachos de parasitas políticos, que recorde-se foram recentemente aumentados por uma vergonhosa decisão socialista, de colocar os vários Presidentes das CCRs a ganhar o mesmo que ganha o Primeiro-Ministro e como se tudo isso ainda não bastasse, agora ainda temos que gastar milhares de milhões de euros, em incompreensíveis subsídios fiscais a estrangeiros ricos!

Aditamento em 8 de Setembro –  Para tentar travar a enorme fuga de jovens licenciados para o estrangeiro, o Primeiro-Ministro socialista, diz agora que vai devolver o valor das propinas, aqueles jovens que ficarem a trabalhar em Portugal. Essa medida porém não se destina a ajudar os jovens que querem fugir dos salários de miséria que se praticam em Portugal, pois nenhum deles deixará de emigrar por conta de um valor que corresponde a apenas 1 mês de salário no estrangeiro, essa medida irá isso sim dar dinheiro aos boys e girls socialistas, que obviamente não tem nenhum intenção de sair de Portugal, pois só aqui é que conseguem ganhar muito mais do que aquilo que merecem. 

A singularíssima paixão dos investigadores da Univ. do Porto e a quase aversão dos investigadores da Univ. do Minho

Em Novembro de 2020, num post sobre um idolatrado cientista (campeão mundial do número de artigos nas revistas Plos One), agora a braços com uma mais do que merecida investigação criminal. manifestei a minha incredulidade pelo facto de um país pobre como Portugal, ter dinheiro para (proporcionalmente) estar quase ao mesmo nível dos EUA, em gastos de processamento de artigos das referidas revistas, conhecidas que são por serem de aceitação quase garantida, bastando para isso que o artigos não tenham erros, para seram aceites automaticamente, mesmo que nada tenham de inovador:

“…o rácio número de artigos nas revistas Plos One, por 100.000 habitantes que é 22 para Portugal e 24 para os Estados Unidos, ou seja um país pobre como é Portugal gasta proporcionalmente quase tantos milhões em APCs como um país rico como são os EUA (que tem um PIB/capita que é 270% superior ao de Portugal) https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/11/um-cientista-de-etica-muito-rasteira-e_2.html

De lá para cá, desde 2021, Portugal pagou os custos de mais 332 artigos naquelas revistas, o que no mínimo teve um custo global de quase 700.000 euros, no caso dos artigos em causa terem custado o valor mínimo (2100 dólares) ou então mais de 1 milhão de euros, se bastantes desses artigos, tiverem sido daqueles que pagam custos de processamento de 5500 dólares (Plos One Biology) ou de 6300 dólares (Plos One Medicine).

Uma analise na plataforma Scopus revela que a Universidade do Porto, ainda continua a ser a universidade Portuguesa que mais publica nas revistas Plos One. Reproduzo abaixo um ranking ordenado pelo rácio de artigos publicados em revistas Plos One, desde 2021, por cada 100 docentes doutorados. 

UPorto………..6,7 rácio de artigos por cada centena de doutorados

UAveiro………4,7

UTAD…………4.6

UNova………..4,6

UALG…………4,6

UÉvora……….3.8

ULisboa………3,5

UBI…………….3,4

UCoimbra……2,9

ISCTE………..2,6

UMinho………2,0 

Pela minha parte registo com satisfação a quase aversão dos investigadores da Universidade do Minho pelas revistas Plos One. Já a a unidade orgânica, de todo o ensino universitário, onde a atracção pelas revistas Plos One atinge niveis estratosféricos é a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, que tem um rácio de (artigos/centenas de doutorados) de 23. 

PS – A informação relativa ao número de docentes doutorados por instituição foi obtida num documento da DGEEC, de Março de 2023, sobre endogamia académica https://www.dgeec.mec.pt/np4/385/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=847&fileName=EndogamiaAcademica_20212022.pdf

If “You are what you eat”, but also “what your mother ate and your grandmother ate before her” what does it mean that the Czechs consume 500% less fish than the Portuguese?

“They say you are what you eat, but in all likelihood, you are also what your mother ate and your grandmother ate before her.

Australian researchers have recently uncovered evidence (published in the journal Nature Cell Biology) suggesting that females can transmit increased brain protection to their descendants when they consume particular types of food. In the context of these research findings, what does it mean that the Czech diet is heavily reliant on smoked meats and Czechs eat 500% less fish than the Portuguese (60kg/capita)?

When asked about the above question, ChatGPT responded: The Portuguese, with their higher fish consumption, may be more likely to pass on a richer nutritional profile to their descendants, potentially affording them greater neuroprotective advantages…Conversely, the Czech population’s lower fish consumption may result in a diminished transmission of these beneficial nutrients, potentially influencing the cognitive and brain health outcomes in subsequent generations.

PS – Today an article titled “Rethinking human excellence in the AI age“, was published in the Elsevier journal “Personality and Individual Differences“. It involved a total of 943 participants, and its author measured intellectual humility by using Krumrei-Mancuso and Rouse (2016) 22-item Comprehensive Intellectual Humility Scale. It can be read that “Individuals with higher intellectual humility show more positive attitudes toward ChatGPT”

Engenheiros que cobram quase 200 euros por cada instrução e a produção científica de Portugal abaixo da do Bangladesh

Depois de uma anterior edição alarmista, que critiquei no post de título A falta de rigor da revista Visão acerca das putativas “20 profissões mais suscetíveis de serem substituídas pelo ChatGPT” a mesma revista Visão volta novamente ao tema, “jurando” que há 75 milhões de postos de trabalho que estão em risco. E isso muito embora logo no inicio do artigo se possa ler que “as projecções apocalipticas contrastam com números (de destruição de empregos) pouco impressionantes no terreno”. Mais interessante do que esses alarmismos estéreis, é ler na página 39 do mesmo artigo que “…disparou a procura por especialistas em fazer a pergunta “certa” à máquina, para tirar o máximo proveito das suas respostas. Estes engenheiros podem cobrar 200 dólares por cada comando…”. Curiosamente, quando se pergunta ao próprio ChatGPT, sobre qual a melhor forma de criar os tais bem pagos, comandos de texto (prompts), para assim conseguir obter respostas de alta qualidade dos modelos de IA, obtém-se a resposta que se reproduz no final deste post. 

Pena é porém que a revista Visão, ao invés de se dedicar a produzir artigos com títulos alarmistas, sem adesão à realidade, não se empenha antes em divulgar o atraso Português no campo da IA, como seja por exemplo o facto da Academia portuguesa ter produzido até hoje metade das publicações científicas sobre o ChatGPT (indexadas pela Scopus), que no mesmo período foram produzidas pela Grécia, e muito pior do que isso que até são em menor número do que as produzidas por países pobres como as Filipinas, o Peru e o Bangladesh. Tendo em conta que 42% das quase 1500 publicações indexadas na Scopus sobre o ChatGPT pertencem à área da medicina, resulta daqui que os investigadores Portugueses que trabalham naquela área, são os primeiros responsáveis pelo referido mau (leia-se indigente) desempenho internacional de Portugal. Recordo que uma pesquisa que levei a cabo na referida base Scopus no dia 10 de Junho, mostrou que no grupo dos países com mais publicações sobre o ChatGPT, Portugal aparecia então somente na 44ª posição, infelizmente de lá para cá caiu para a desgraçada 57ª posição!

Declaração de interesses – Declaro que, de tempos a tempos, me vejo obrigado a criticar a revista Visão, como por exemplo aqui https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/01/o-falacioso-artigo-da-revista-visao.html ou muito antes disso por exemplo aqui https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/12/a-maquina-de-estupidificar-os.html

  1. Seja Claro e Específico: Certifique-se de que seus prompts sejam claros e específicos ao expressar o que deseja da IA. Evite ambiguidades para obter respostas precisas.
  2. Forneça Contexto: Inclua contexto relevante ou informações de fundo, se necessário, para que a IA compreenda e responda adequadamente.
  3. Use Palavras-Chave: Use palavras-chave relevantes que se relacionem com o seu tópico ou pergunta. Palavras-chave ajudam a guiar a compreensão da IA sobre a sua consulta.
  4. Faça Perguntas Abertas: Formule suas perguntas de forma a exigir respostas detalhadas e informativas, em vez de respostas simples de sim ou não.
  5. Especifique Formato e Comprimento: Se você tem requisitos específicos para o formato da resposta (por exemplo, um resumo, uma lista, uma história) ou comprimento (por exemplo, um parágrafo curto, uma explicação detalhada), deixe isso claro no seu prompt.
  6. Defina o Tom e o Estilo: Especifique o tom desejado (formal, informal, informativo, persuasivo, etc.) e o estilo (por exemplo, explicar, debater, comparar) para a resposta.
  7. Forneça Exemplos: Se aplicável, inclua exemplos para ilustrar o seu pedido. Por exemplo, “Você pode fornecer um exemplo de…” ou “Explique esse conceito com um caso da vida real, como…”
  8. Use Múltiplos Prompts: Às vezes, perguntas complexas podem exigir uma série de prompts ou uma conversa interativa para obter respostas abrangentes.
  9. Itere e Experimente: Não hesite em refinar e experimentar com diferentes prompts se a resposta inicial não for satisfatória. Você pode reformular ou esclarecer seu pedido.
  10. Evite Perguntas Tendenciosas: Certifique-se de que seus prompts sejam neutros e imparciais, especialmente ao lidar com tópicos sensíveis ou controversos.
  11. Verifique a Clareza e Erros: Revise seus prompts para eliminar erros de digitação, erros gramaticais ou qualquer outro problema que possa confundir a IA.
  12. Compreenda as Capacidades do Modelo: Esteja ciente das capacidades e limitações do modelo de IA. O ChatGPT é habilidoso na geração de respostas baseadas em texto, mas pode não ter acesso a dados em tempo real ou fontes externas.
  13. Respeite Diretrizes Éticas: Evite gerar conteúdo prejudicial, ofensivo ou que viole diretrizes éticas.
  14. Envolver-se em Conversas: Em vez de prompts isolados, considere envolver-se em uma conversa com a IA, fornecendo contexto e respondendo às mensagens anteriores. Isso pode levar a respostas mais coerentes e relevantes.
  15. Fornecer Feedback: Após receber uma resposta, você pode fornecer feedback e pedir à IA para esclarecer ou expandir pontos específicos, se necessário.
  16. Adaptar-se a Diferentes Casos de Uso: Adapte seus prompts ao caso de uso específico. Seja para obter informações, conteúdo criativo ou assistência em uma tarefa, ajuste seus prompts de acordo.
  17. Testar e Refinar: Teste e refine continuamente seus prompts para melhorar a qualidade das respostas geradas pela IA ao longo do tempo.

1º livro indexado sobre reciclagem de resíduos de plástico – Segunda edição

Depois de em 2018 ter sido publicada a primeira edição de um livro sobre a reciclagem de resíduos de plástico em betão, que recorde-se foi, a nível mundial, o primeiro livro dedicado aquela temática, que foi selecionado para indexação na conhecida base Scopus, sou por este meio a reproduzir abaixo o resumo do capítulo introdutório, que estou quase a terminar, para a segunda edição, que será publicada daqui a alguns meses:

Abstract: This chapter delves into various challenges linked to the paramount problem of plastic waste, which totals a staggering 400 million tons annually, with a shocking 11 million tons ending up in our oceans. It examines data related to plastic production and waste. The excessive hopes pinned on the plastic-digesting enzyme’s potential are discussed. In the European context, directives, recycling targets, and the worrying prospect of smuggling plastic waste are addressed. Emphasis is placed on the importance of incorporating recycled plastics into concrete solutions that could potentially help recycle almost 25 million tonnes of plastic waste per year. Additionally, a glimpse into the book’s organization and structure is also provided.