Musk and Thiel: Epic Ambitions, Striking Contradictions, and Superficial Narratives

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2025/02/the-perils-of-self-preservation.html

Following up on my previous post (linked above) about how Silicon Valley Tech Bros are hell-bent on screwing Europe, I want to highlight a recent publication that exposes how Elon Musk and Peter Thiel cherry-pick classical references to wrap their ambitions in grand historical narratives. But their shallow, self-serving appropriation of these traditions only highlights their striking contradictions.

Musk, for instance, evokes Virgil’s Aeneid to liken space colonization to the journey of Trojan exiles landing on Italian shores, positioning himself as a visionary leader. Yet, his occasional confusion between the Odyssey and the Iliad suggests a superficial engagement with the texts he seeks to wield. Thiel, meanwhile, eagerly drapes himself in the mantle of classical mythology, invoking figures like Romulus and Remus to lend an air of historical inevitability to his vision of a technocracy ruled by an elite cadre of “highly competent men.” In his narrative, leadership is not merely a function of circumstance or politics but an almost sacred appointment reserved for those deemed intellectually superior. The dissonance between his rhetoric and reality is striking: while he crafts a tale of enlightened governance, the mechanisms he supports point instead to a world where authority is less about brilliance and more about who holds the keys to an omnipresent, unblinking apparatus of control.  https://nul.repository.guildhe.ac.uk/id/eprint/2356/ 

Declaration of Competing Interests – In 2019, I exposed Peter Thiel’s blatant hypocrisy—most notably in a post critiquing his article “Competition Is for Losers,” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/10/the-numbers-of-admissions-in.html Back then, I concluded that post by referencing Professor Robert Reich. In that spirit, I’d like to take this opportunity to share some inspiring words from one of his recent posts, Decency in the Time of Monsters,” published yesterday,  “We can maintain our ideals by demonstrating them whenever and wherever we can — showing courage in the face of fear, protecting the vulnerable in the face of brutality, practicing kindness in the face of cruelty, and preserving what is left of our democracy in the face of tyranny. We can maintain decency in the time of monsters. We must  https://robertreich.substack.com/p/surviving-in-a-time-of-monsters 

PS – Ricardo Reis, a Portuguese professor at the London School of Economics, has recently evaluated Europe’s optimal response to tariffs imposed by President Trump. He contends that implementing retaliatory tariffs would be counterproductive, stating, “Trump’s tariffs are a tax that falls on American consumers, and it would be crazy to raise our own taxes whenever a country raises theirs.” Professor Ricardo Reis advocates for maintaining zero tariffs as the most effective strategy. Alternatively, he suggests imposing taxes on U.S. social media companies—specifically targeting platforms like Musk’s X—due to concerns about their detrimental effects on the quality of democracy and internal security in Europe. https://expresso.pt/opiniao/2025-02-13-a-tarifa-ideal-sobre-os-eua-c8c072f7

Um povo sujo

“…os Palestinianos serão em qualquer lugar os mesmos:…sujos”

As infames palavras supra foram retiradas de um artigo escrito pelo antigo editor da Gradiva, Guilherme Valente, que foi publicado no semanário Nascer do Sol. Não as irei comentar como realmente merecem, porque elas comentam-se a si próprias, num claro tributo à intolerância, ao preconceito e ao ódio. Entendo porém, que no mínimo dos mínimos, merecem ser comparadas, com as inspiradoras palavras do falecido Nobel Saramago, sobre os mesmos Palestinianos, que coloquei no final deste post aqui https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2025/02/the-perils-of-self-preservation.html

Uma solução simples com impacto orçamental nulo que permitirá contratar centenas de investigadores

No inicio de 2023 o conhecido catedrático jubilado Alberto Amaral, doutorado pela prestigiada universidade de Cambridge, que foi Reitor da Universidade do Porto, e posteriormente Presidente da A3ES, falou publicamente sobre a necessidade de fusão e até mesmo fecho de algumas instituições de Ensino Superior Públicas. https://pachecotorgal.com/2023/02/02/presidente-da-comissao-de-avaliacao-do-ensino-superior-vaticina-a-fusao-e-ate-mesmo-o-fecho-de-instituicoes/

Passaram dois anos e porém nada, absolutamente nada, sucedeu a esse respeito, sendo legitimo questionar, se houve fusões de instituições de Ensino Superior Públicas na rica Noruega porque é que não há em Portugal ?

Na Noruega há poucos anos, 17 instituições de Ensino Superior Públicas desapareceram para dar origem a 6 novas instituições, o que significa que no mínimo dos mínimos, conseguiram poupar o equivalente aos custos de 11 reitorias/presidências  https://link.springer.com/article/10.1007/s10734-025-01409-z#Sec10

Pelo contrário, no pais comprovadamente pobre que é Portugal, com um PIB/capita muito inferior ao da Noruega, que se não fossem as avultadas ajudas que recebe da União Europeia, numa média anual de milhares de milhões de euros, já tinha falido, há 30 instituições de Ensino Superior Públicas (sem contar com as militares), em média quase duas por distrito, enquanto que a rica Noruega tem apenas 21 instituições de Ensino Superior Públicas. 

Se tivermos em conta que a fusão da Universidade Técnica e a Universidade de Lisboa em 2013, permitiu poupar vários milhões de euros, então é óbvio que se houver uma redução de uma dezena de instituições de Ensino Superior Públicas, será possível poupar anualmente, várias dezenas de milhões de euros, que permitirão contratar várias centenas de investigadores. 

PS – Hoje no jornal Público, o antigo Presidente da AE3S, avisa que as intenções do Governo, de retirar à A3ES, o exclusivo da avaliação instituições de Ensino Superior Públicas, uma antiga reivindicação das universidades privadas, vai permitir que doravante qualquer instituição de ensino superior nacional, pode correr todas as agências estrangeiras, até encontrar uma pouco exigente que lhe aprove os seus cursos. 

O almirante Gouveia e Melo e as leis que permitem a impunidade absoluta de quem pode pagar para não ser condenado

Só mesmo por absoluta ingenuidade, é que há quem tenha ficado surpreendido, com a recente sentença do Tribunal da Relação, que declarou prescrita, a coima de 225 milhões de euros, em que tinham sido condenados 11 bancos por “conluio” sobre os spreads a aplicar nos empréstimos, leia-se por conta de práticas de cartelização, que parece que são o modo de vida de muitas empresas Portuguesas, como o prova o facto de há alguns anos atrás, o Presidente da Autoridade da Concorrência, ter estimado em dezenas de milhares de milhões de euros, aquilo que os Portugueses pagam em evidente excesso, por conta da cartelização múltipla que parasita este país, leia-se por conta de um roubo permanente.  

Num país  onde a prescrição é a regra, como se viu por exemplo, no caso daquele famoso casal de “Reis do Norte”, condenados a mais de uma centena de crimes de corrupção activa, todos eles prescritos, jamais alguém será condenado pela justiça Portuguesa, desde que tenha dinheiro suficiente para litigar até que a prescrição ocorra. 

A quem é que devemos este lindo serviço legislativo ? Aos senhores advogados-deputados do PSD e do PS, que assim arranjaram uma excelente fonte de rendimento para eles e para os seus Colegas. Sobre esta pouca vergonha, não teve o catedrático jubilado Vital Moreira, meias palavras quando há poucos anos, no seu blogue, a classificou como representando a  “captura do Estado por um grupo profissional poderoso”.

Sobre a referida captura, recordo que já depois dessa palavras e quando o Parlamento teve de transpor para a ordem jurídica interna, uma directiva europeia, no sentido de facilitar ao Estado Português tomar posse dos bens dos corruptos, os senhores deputados acharam boa ideia “introduzir novas exigências legais ao congelamento” dos bens, mais parecendo que  estavam preocupados em garantir que esses corruptos pudessem ficar com dinheiro suficiente para poderem pagar aos seus advogados, os muitos recursos que serão necessários para impedir a sua condenação. https://pachecotorgal.com/2022/02/23/revista-sabado-revela-como-mais-uma-vez-os-deputados-dao-uma-ajudinha-aos-corruptos-deste-pais/

PS – Tudo seria diferente se a legislação Portuguesa copiasse a rapidez da legislação dos EUA, que sentenciou o Sr. Bernie Madoff em tempo recorde e em especial a legislação daquele país que inclui penas até 10 anos de cadeia aos CEOs das empresas envolvidas em práticas de cartelização, infelizmente os senhores deputados do PSD e do PS, em especial os advogados, tem muito mais a ganhar com uma justiça lenta, em que os processos se arrastem anos a fio, pois quanto mais os processos durarem mais os advogados ganham. Contudo, como a paciência dos Portugueses já se acabou, esse comportamento vergonhoso, ajuda a explicar os resultados da última sondagem do Expresso, sobre as eleições presidenciais, que colocou os candidatos do PSD e do PS muito abaixo do Almirante Gouveia e Melo, e inclusive até mesmo abaixo do André Ventura https://expresso.pt/politica/2025-01-30-sondagem-presidenciais-gouveia-e-melo-destacado-ventura-pode-ir-a-segunda-volta-3041752a

Um recorde miserável: Portugal é o novo campeão europeu da pobreza energética

“…Quando exposto ao frio, “a primeira resposta do corpo humano é a vasoconstrição”, ou seja, os vasos sanguíneos contraem-se para defender os órgãos vitais. Uma protecção que tem um preço: “O sangue flui com maior dificuldade”, refere Boris Kingma. Isto significa que, se a exposição às baixas temperaturas for prolongada, o organismo estará a fazer um grande esforço para garantir a circulação sanguínea. Em grupos vulneráveis, este “exercício” fisiológico extra pode constituir um risco grave…”

O extracto supra, foi retirado de um artigo de título “Por que razão viver em casas frias faz tão mal à saúde?” que hoje aparece na página 27 da edição impressa do jornal Público. Na página 26 do mesmo jornal, pode ler-se que há milhões de europeus que passam frio, simplesmente porque não tem dinheiro para pagar o aquecimento da sua habitação, devendo-se tal ao facto, do preço médio da electricidade na Europa, ter aumentado quase 50% entre 2019 e 2022, e desgraçadamente, Portugal é actualmente o país, com a maior percentagem de pobreza energética.

Não admira por isso, que um estudo recente tenha concluído, que logo a seguir à saúde, os problemas de energia (leia-se o seu elevado custo) constituem o tema que uma maioria das pessoas acha que devia constituir uma prioridade da comunidade científica https://pachecotorgal.com/2025/02/04/estudo-em-quase-70-paises-revela-quais-os-temas-mais-importantes-que-a-sociedade-espera-que-os-cientistas-deem-prioridade/

Quando se faz uma pesquisa na Scopus, acerca das publicações dos últimos 10 anos, sobre a eficiência energética de edifícios, produzidos pelos investigadores das seis irmãs (as 6 universidades públicas mais credenciadas) o resultado mostra que em termos do rácio de publicações por cada centena de docentes ETI, a Univ. de Aveiro e a Univ. do Minho lideram destacadas, muito à frente da Univ. do Porto e da Univ. de Lisboa:

U.Aveiro…….17 publicações indexadas por cada 100 docentes ETI     

U.Minho…….16     

U.Coimbra…..13   

U.Porto………10     

U.Nova…….…8         

U.lisboa………7     

Publicidade – No dia 11 de Janeiro foi publicado um livro do qual fui primeiro editor, conjuntamente com vários catedráticos estrangeiros, sobre materiais e tecnologias para reabilitação energética de edificios com minimização de custos https://shop.elsevier.com/books/cost-effective-energy-efficient-methods-for-refurbishment-and-retrofitting-of-buildings/pacheco-torgal/978-0-443-23974-8

PS – Recordo que um recente estudo sobre quase meio milhão de certificados de eficiência energética, mostrou que o distrito de Braga é o único a nível nacional, com uma maioria de certificados pertencentes às categorias entre (A+, A, B e B-) https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/12/braga-e-o-unico-distrito-de-portugal.html

A solução de um conhecido Catedrático da U.Minho para avaliar os alunos cujas teses de mestrado foram escritas pelo ChatGPT

https://pachecotorgal.com/2024/09/22/catedratico-da-u-minho-apelida-de-tolos-os-professores-que-tem-medo-que-os-alunos-facam-trabalhos-usando-o-chatgpt/

O mesmo Catedrático da Universidade do Minho que há alguns meses atrás publicamente não teve qualquer pejo em rotular de tolos, todos professores que tem medo que os alunos façam trabalhos usando o ChatGPT, vide post acessível no link supra, vem novamente pronunciar-se sobre o impacto da referida ferramenta de inteligência artificial generativa, desta vez na avaliação das teses de mestrado, num artigo no primeiro caderno do semanário Expresso:

“…como avaliar uma tese de mestrado? Tipicamente, o júri lia a tese, dava-lhe uma nota e, consoante corresse a defesa, subia ou baixava-lhe um valor. Mas que sentido faz isso quando o ChatGPT já escreve teses de mestrado melhores do que a maioria ? A solução não será o contrário ? Fazer uma boa discussão e dar a nota com base na defesa oral, dando pouco peso ao trabalho escrito ?”

A tese (embora peque por favorecer os alunos com um “ADN” de picareta-falante) faz efectivamente algum sentido, especialmente para as teses de mestrado dos cursos de caneta e papel (relativamente aos quais até pode ser estendida inclusive aos doutoramentos), já faz pouco para as teses que envolvam uma parte experimental em contexto laboratorial. Seja como for a solução proposta pelo supracitado catedrático assenta numa premissa interessante que pode suscitar outras importantes interrogações.

Se como ele escreveu “o ChatGPT já escreve teses de mestrado melhores do que a maioria”, então porque é que um dos elementos do júri de mestrado, não é o próprio ChatGPT, na versão integral paga, que é mais inteligente do que a versão gratuita, desde logo, porque há muitos professores que sabem menos do que essa ferramenta de inteligência artificial generativa, situação essa que é agravada em Portugal onde ao contrário de outros países, não existem mínimos de desempenho científico, para se fazer parte de um júri académico, mas principalmente porque ao contrário dos jurados humanos, a IA não padece da limitação de que padecem muitos deles, de fazerem arguições de favor a certos candidatos ? 

Faço notar que a minha dúvida supra, deve ser lida no contexto, da primeira questão que formulei no final de um post de 2020: “será que um Professor que participa activamente na viciação de um procedimento concursal, ou que seja o beneficiário directo dessa viciação, reúne suficientes condições de ética, isenção e imparcialidade, para poder avaliar os seus alunos de forma rigorosa, sem que se corra o risco de favorecer alguns ou algumas, com ou sem troca de contrapartidas ?” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/06/endogamia-academica-e-viciacao-concursal.html

PS – Uma questão diferente, e seguramente não menos importante, mas que o catedrático Aguiar-Conraria não mencionou no seu artigo, tem que ver com o facto das universidades andarem a formar diplomados, que até podem ter feito excelentes teses, mesmo sem a ajuda do ChatGPT, mas que mesmo assim não possuem as capacidades básicas fundamentais, que há cinco anos atrás, um professor de educação de uma universidade Norueguesa, definiu como aquelas que podem contribuir para forjar um mundo mais justo e mais humano https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/12/pisa-best-students-in-world.html

Clarivate’s Report on Global Innovation Arrives Just in Time to Comfort the Buffoon Emperor Trump and his Greedy Tech Bros

A recent report from the Institute for Scientific Information (ISI) at Clarivate analyzes citations from patents issued between 2018 and 2022—encompassing over 61 million inventions that reference academic research. This analysis highlights the 50 universities whose academic papers have received the highest number of citations from patents granted to companies and organizations featured on the Clarivate 2024 Top 100 Global Innovators list. Notably, the distribution of these leading institutions is predominantly from the USA (30 universities), followed by the EU (12 universities), with China contributing just 1 university. https://clarivate.com/academia-government/lp/the-top-50-universities-powering-global-innovation/

The glaring disparity in results between the United States and China—China being the powerhouse behind Deepseek, which reportedly erased over $1 trillion in market value for U.S. tech giants—strongly suggests that the study’s metrics are skewed toward institutions with entrenched industry affiliations overwhelmingly benefiting U.S.-based universities. 

But let´s talk about the timing. The Clarivate report was published just three days after Deepseek blindsided Wall Street, triggering one of the worst market bloodbaths in tech history. It reads less like an objective assessment and more like a hastily assembled PR stunt crafted to soothe the bruised egos of the  Buffoon Emperor Trump – the same Trump, whose vile Republican minions are now offering a $1,000 bounty to any American who reports an undocumented immigrant – and his greedy Silicon Valley Tech-Bros, scrambling to recover from a seismic shift they never saw coming.

Declaration of Competing Interests – https://pachecotorgal.com/2024/11/07/should-scientists-working-for-an-anti-science-government-be-ostracized-by-the-scientific-community/

PS – If you think this is just a rough week for U.S. tech, think again. In a recent paper, American Emeritus Professor David Krause took it a step further, predicting that Deepseek could ignite a sharp decline in the intrinsic valuations of the so-called “Magnificent 7“—Apple, Microsoft, Alphabet, Amazon, Meta, Nvidia, and Tesla.

 

A campanha de altos salários oferecidos pela arqui-inimiga das sete magníficas

A empresa Chinesa de IA Deepseek, que recentemente foi noticia a nível mundial por ter provocado um prejuízo catastrófico na bolsa dos EUA (de mais de 1.000.000 milhões de dólares), acaba de divulgar que pretende contratar especialistas talentosos com salários superiores a 144.000 euros/ano. https://www.publico.pt/2025/02/05/economia/noticia/deepseek-lanca-campanha-recrutamento-altos-salarios-responder-procura-2121400

É claro que apelidar de alto, um salário anual de 144.000 euros, é algo que só pode ser feito por jornalistas Portugueses, que parece que desconhecem que na Suíça há universidades públicas onde até os professores-auxiliares recebem anualmente mais do que isso https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/09/os-luxuosos-salarios-de-professores.html

E sobre esse miserabilismo Português, aconselho a revisitação de alguns posts anteriores, como por exemplo aquele onde se fala da inevitável fuga do talento Português: Definição de “Outstanding Achievement” segundo o maior centro de investigação na área de ciência e engenharia dos materiais

PS – A referida e muito minúscula empresa Deepseek, é a mesma que que há poucos dias atrás, um Professor Emérito de Finanças, de uma universidade Norte-Americana, David Krause, previu que poderá levar a um declínio substancial do valor das 7 (sete) magníficas (Apple, Microsoft, Alphabet, Amazon, Meta, Nvidia, and Tesla).

Estudo em quase 70 países revela quais os temas mais importantes que a sociedade espera que os cientistas priorizem

Num aditamento, colocado na parte final de um post do passado mês de Janeiro, dei conta de um estudo que envolveu dezenas de milhares de pessoas em quase 70 países. Nesse post comentei apenas um único aspecto do referido estudo, o nível de confiança da sociedade nos cientistas. https://pachecotorgal.com/2025/01/19/the-economist__the-twin-forces-leaving-many-universities-struggling-to-remain-relevant-or-even-facing-financial-ruin/

Aquilo que na altura não mencionei foi que esse estudo mostra que a maioria das pessoas inquiridas pretende que os cientistas deem especial atenção à investigação em duas áreas muito especificas, saúde e energia, “..A majority of the public wants scientists to prioritize research on public health and solving energy problems”. 

Porém e muito embora os referidos dois temas pareçam à primeira vista levar à futura secundarização de muitas áreas cientificas, especialmente o tema da energia, o facto é que há poucos dias atrás, na universidade alemã de Muenster, se podia ler sobre uma abordagem multidisciplinar para lidar com o problema da energia, envolvendo cientistas de química, de biologia, economia e até mesmo de humanidades  https://www.uni-muenster.de/news/view.php?cmdid=14533

PS – No referido texto achei particularmente interessantes as declarações do catedrático de filosofia Michael Quante, “…Every single one of us bears an individual responsibility to become aware of the consequences of our own activities and to take an approach to using energy guided by the idea of sustainability“, que curiosamente vão precisamente ao encontro daquilo que há um ano atrás escrevi neste post aqui https://pachecotorgal.com/2024/02/16/new-moral-obligations-of-university-professors-and-researchers/

The Hidden Equations Behind Scientific Progress: The Art of Engineering Serendipity

Building upon a series of previous discussions on innovation—ranging from the 2023 exploration of game-changing breakthroughs in science and technology, to the in-depth analysis presented in early 2024 on practical strategies for reversing the decline in scientific disruption,  and most recently, the December 19 piece that examined the crucial role of polymathy in balancing competitiveness, economic growth, and sustainability— it is particularly relevant to highlight a newly published study that provides valuable insights into the mathematical foundations of discovery and innovation.

This recent research employs mathematical mapping to shed light on the intricate mechanisms that drive the process of discovery, revealing that innovation is not merely a product of chance or randomness. Instead, it follows structured and predictable patterns governed by Heaps’ law. This fundamental principle suggests that the emergence of novel ideas and discoveries adheres to mathematical relationships, reinforcing the notion that scientific and technological advancements unfold through identifiable, quantifiable processes rather than occurring arbitrarily. https://www.qmul.ac.uk/maths/news-and-events/news-/items/mapping-the-mathematics-behind-creation-and-innovation-.html

By leveraging these findings, scientists and researchers have the opportunity to refine their approach to discovery, shifting their focus from the mere pursuit of entirely new elements to the strategic recombination of existing knowledge. Rather than viewing innovation solely as the result of isolated breakthroughs, this perspective encourages a deeper exploration of how known concepts, technologies, and methodologies can be synthesized in novel ways, ultimately leading to more meaningful and impactful advancements across various fields of research.