Unveiling the Crucial Role of Divergent Thinking Among Early-Career Scientists

Building upon the insights presented in the earlier post from February 2nd, titled “10 Practical Pieces of Advice for Reversing the Decline in Scientific Disruption”, an in-depth exploration of a paper published in the journal Thinking Skills and Creativity offers valuable insights. This paper provides a comprehensive examination of the pivotal role of divergent thinking (DT) in fostering creativity, particularly among early-career scientists. Its findings emphasize the importance of bolstering DT through exercises that promote cognitive flexibility and deliberate engagement with specific cognitive processes. The study also suggests that customizing creativity training to match individual creativity attitudes could lead to more positive creative outcomes for all students. This underscores the limitations of a one-size-fits-all approach and underscores the potential advantages of personalized interventions tailored to individual characteristics and attitudes toward creativity.  https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1871187123002183#sec0021

However, in my view, a significant oversight is evident. The term “polymath” is notably absent from the entirety of the paper, despite some authors acknowledging the link between polymathy and creativity. Furthermore, a notable paper from last year by Ulrich A.K.Betz underscored that “a new golden age for the polymath is dawning”.

O inesperado interesse mediático do enxovalho catedrático

Reproduzo abaixo a lista dos 10 posts que conseguiram obter mais visualizações durante 2024. Merece destaque um post muito recente, que em pouco tempo já conseguiu tornar-se o terceiro mais visto, qual deu conta do enxovalho público, que é o facto de no nosso país o topo remuneratório da carreira académica estar abaixo do salário médio que se pratica no Banco de Portugal. Nos países do Norte da Europa, sem qualquer surpresa, o topo da carreira académica, recebe um valor superior ao topo da magistratura, e em Portugal assim também sucedeu, durante muitas décadas. A partir do 25 de Abril os vencimentos dos magistrados começaram a aproximar-se dos vencimentos dos professores universitários e no final da década de 80 conseguiram inclusive a equiparação salarial no topo da carreira (Decreto-Lei n.º 145/87 de 24 de Março): “Art. 74.º – 1 – O vencimento base dos professores catedráticos em regime de dedicação exclusiva é igual ao vencimento base de juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça”. E de lá para cá, os magistrados nunca mais pararam de receber cada vez mais do que os professores universitários (e investigadores), actualmente o topo da magistratura recebe 3000 euros mensais acima do topo da carreira académica, pior do que isso, até já se chegou ao extremo absurdo, de um catedrático no último escalão, ganhar menos do que um funcionário de nível médio do Banco de Portugal.

Top 10 dos posts com mais visualizações desde 1 de Janeiro de 2024:

  1. Universidades que lideram, universidades que se arrastam e politécnicos que humilham
  2. GPT-4 projecta, planeia e executa experiências complexas sem qualquer ajuda
  3. Até quando aguentarão os catedráticos este permanente enxovalho público ?
  4. Prostituir-se ou não, eis a questão
  5. Suborno de editores de revistas científicas
  6. A canalha político-mediática e a corja político-partidária
  7. Artigo 19º – Uma redução do número de alunos pode determinar a redução da remuneração dos professores
  8. Studying scientists’ productivity through the AK principle
  9. Sobre a decência e a coragem
  10. GPT-4 consegue reduzir custos com advogados em 99% (excepto em Portugal)

PS – Qual será o absolutamente nada brilhante futuro da Academia Portuguesa (e por arrasto do nosso pobre e endividado país) se a mesma não tem capacidade (e cada vez terá menos) de conseguir reter talento (já nem sequer falo em conseguir atrair talento) no contexto de uma feroz competição internacional, (hoje mesmo se ficou a saber que os investigadores em inicio de carreira nos EUA passarão a receber 61.000 euros/ano) quando os catedráticos em Portugal ganham metade do que ganha um professor-auxiliar em muitas universidades estrangeiras e ganham quatro vezes menos do que ganham os professores catedráticos nessas universidades estrangeiras ?

The 11th criterion for implementing a (highly disruptive) policy for recruiting researchers

In continuation of a earlier post, accessible via the provided link, where I delineated 10 criteria for implementing a (highly disruptive) policy for recruiting researchers, I acknowledge the necessity of incorporating an additional criterion. This new criterion involves prioritizing researchers who either own cats or maintain frequent interactions with them. This adjustment is supported by a study conducted by Australian researchers and published in the Schizophrenia Bulletin. It’s imperative to consider this alongside another study by researchers from the United Kingdom, the Netherlands, and Sweden, which unveiled a correlation between schizophrenia and the number of Nobel Prizes awarded. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/university-gives-preference-to.html

A proposta para tomar posse automática do dinheiro dos corruptos designada por “Ação Cível para Extinção de Domínio”

Dois professores universitários da Universidade do Porto são hoje autores de um artigo no jornal Público sob o título Combate à corrupção: assim haja vontade política” no qual levam a cabo uma análise breve dos “principais pontos de convergência dos programas eleitorais das várias forças políticas”. Nesse artigo merece destaque uma importante medida, que lá aparece referida como sendo uma alternativa ao enriquecimento ilícito, que prevê a criação legal de mecanismos para permitir que o Estado recupere bens adquiridos ilicitamente como a “Ação Cível para Extinção de Domínio” ou “unexplained wealth orders”.

No presente contexto, entendo como pertinente recordar que foi no feriado do dia 1-11-2019, que pela primeira vez mencionei num post do meu primeiro blogue a nova ferramenta jurídica Britânica para esvaziar os bolsos dos burlões, vigaristas e corruptos, designada por “Unexplained Wealth Orders“, facto esse que recordei recentemente num post onde comentei o facto de pela primeira vez ter lido uma conhecida (e corajosa) constitucionalista a mencionar as tais  “Unexplained Wealth Orders“.

Curiosamente o artigo tem zero, sobre a necessidade de impedir que o sistema de justiça continue a permitir, que os políticos ricos que foram apanhados nas malhas da justiça possam inundar os tribunais com recursos, uma generosa benesse que permite que os advogados (incluindo o poderoso lobby dos deputados-advogados, que o catedrático jubilado Vital Moreira em 2021 acusou de terem capturado o Estado) possam encher o bolso. E também nada tem sobre os curtos prazos de prescrição que já permitiram no passado que o santinho Isaltino Morais não tivesse sido julgado pelo crime de corrupção, os mesmos curtos prazos de prescrição que agora irão permitir que José Sócrates não seja julgado pelo crime de falsificação associado à casa de Paris  https://www.publico.pt/2024/04/16/sociedade/noticia/caso-socrates-prescricao-falsificacao-ligada-casa-paris-quase-certa-2087137

PS – Ironicamente o jornal Público de hoje leva na capa a noticia sobre a absolutamente inútil Agência Anticorrupção, que ainda tem metade do quadro de pessoal por preencher e ainda nem sequer aplicou qualquer multa, o que mostra bem como é que neste país se brinca com o combate à corrupção. Nada de novo porém, se atentarmos no facto da Agência que foi criada para controlar o património dos políticos, há pouco tempo nem sequer tinha  acesso à internet, eletricidade ou sequer mesas e cadeiras, vide post anterior de título “A “estratégia” moralmente ordinária e intelectualmente reles”

Até quando aguentarão os catedráticos este permanente enxovalho público ?

https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/06/infames-luxos-salariais.html

Corria o ano de 2020, quando a revista Sábado divulgou um artigo choque, que eu na altura divulguei e comentei no post acessível através do link supra, acerca dos luxos remuneratórios que se praticavam no Banco de Portugal, incluindo várias outras regalias, como empréstimos com juros muito reduzidos.

Contudo nessa altura ainda havia a “desculpa” de se poder dizer que esse escândalo remuneratório, era de certa forma mitigado pelo facto do Banco de Portugal apresentar contas anuais positivas, que permitiam pagar à República Portuguesa uma parte dos “lucros”. Sucede porém, que como foi possível ler ontem na secção de Economia do Expresso, o Banco de Portugal apresentou um prejuízo de 1054 milhões de euros, pelo que faz assim todo o sentido questionar, fará algum sentido que uma instituição Portuguesa, com um défice superior a mil milhões de euros, possa pagar salários médios mensais de 6000 euros (além de outras regalias), que fazem com que a conta anual com vencimentos seja de quase  200 milhões de euros ?

Tenha-se presente que um salário mensal de 6000 euros é superior aquilo que recebe um catedrático que esteja no último escalão, escalão esse onde a maioria dos catedráticos não consegue sequer chegar, uma situação indigna que não pode deixar de constituir-se com um permanente enxovalho público daqueles e por arrasto de toda a Academia, que não é alheio ao facto dos professores universitários (e investigadores) terem nos últimos anos assistido à evaporação de 25% do seu nível remuneratório.

PS- Depois que o Tribunal da Relação se pronunciou sobre o processo Influencer, defendendo que a prova produzida não contém indícios do crime de tráfico de influências, houve muitos inomináveis hipócritas que se apressaram a tentar crucificar o Ministério Público, desde logo e como não podia deixar de ser o inqualificável José Sócrates. Esses devem achar perfeitamente inocente o facto de Vítor Escária (que já tinha no currículo 83 citações num processo de corrupção e fraude, quando foi convidado por António Costa para ser seu Chefe de Gabinete) ter uma estante cheia de envelopes com dezenas de milhares de euros.

Neste contexto torna-se assim importante recordar que nos últimos 50 anos a justiça condenou um único politico por tráfico de influências. https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/10/lucrar-atraves-do-trafico-de-influencias.html  Há assim duas hipóteses para tentar explicar esse exíguo e bizarro acontecimento. Ou os políticos Portugueses são os mais honestos e íntegros de toda a Europa e quiçá do mundo (acredita quem é débil mental) ou nos últimos 50 anos o PS e o PSD legislaram de forma que a fosse praticamente impossível criminalizar um político pelo crime de tráfico de influências. 

Recordo também que há poucos meses um corajoso Procurador Geral Adjunto Jubilado, que por diversas vezes mencionei nos meus blogues,  escreveu que a punição das acções criminosas levadas a cabo pelas elites deste país, nunca se alcançará, enquanto não houver no nosso país instrumentos legais, que sejam capazes de tornar a justiça eficaz e dissuasória.

Para terminar, recordo ainda que há poucos meses num post de título “O que é que falta a Portugal para conseguir ser como a Suécia ?” escrevi que tinha entrado em vigor naquele rico país Nórdico, uma estratégia nacional para combater o crime organizado, que inclui a redução de penas dos criminosos que colaborarem com a justiça, a famosa delação premiada. Também aqui Portugal necessita de copiar a Suécia, pois já há muito que se sabe que a delação premiada é uma das formas de combate mais eficaz contra o crime organizado, não sou eu que o digo, é isso que aparece escrito numa tese de Direito Penal que foi orientada pelo conhecido Catedrático Germano Marques da Silva.

A Produção de Artigos Científicos pela IAG e as suas Implicações na Avaliação do Desempenho Académico

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/01/gpt-4-wrote-original-manuscript-with.html

Na sequência de um post anterior, acessível no link supra, onde se divulgou um importante estudo de investigadores da conhecida UCLondon, os quais comprovaram uma notável capacidade do modelo de Inteligência Artificial Generativa,  GPT-4 para produzir artigos científicos em menos de 60 minutos, aproveito para divulgar um estudo muito recente, onde investigadores Norte-Americanos, analisaram a capacidade do mesmo GPT-4 para gerar um artigo de revisão na área da biomedicina https://www.biorxiv.org/content/biorxiv/early/2024/04/17/2024.04.13.589376.full.pdf

Sobre as implicações desta nova realidade, em que a produção de artigos científicos, deixará de ser um exclusivo dos investigadores, o que levará a uma evidente diminuição do valor daqueles, na avaliação do desempenho dos investigadores, vale a pena revisitar o post “AI has radically changed the core university business, shifting focus from teaching and publications to “assessment, curation, and mentoring”.

Neste contexto, é importante lembrar, que também ontem, um artigo que apareceu na última edição da revista The Economist, deu conta de um aumento notório das capacidades dos modelos de IAG, o que faz pressupor, que os mesmos também terão no futuro capacidades bastante aumentadas, no que respeita a produzirem artigos científicos. https://www.economist.com/science-and-technology/2024/04/17/large-language-models-are-getting-bigger-and-better

PS – O cientista sénior do referido estudo, é um catedrático de Biomedicina Computacional, de nome Jason H. Moore (Scopus h-index=82), que há não muito tempo recebeu um financiamento de 8 milhões de dólares, para estudar as potencialidades da inteligência artificial, com vista a descobrir novos biomarcadores da doença de Alzheimer. 

Prostituir-se ou não, eis a questão

Se é certo que não será para amanhã, nem depois, que se conseguirá criminalizar os super-ricos deste Planeta, cujo modo de vida contribui directamente para a morte de muitas pessoas, pode-se pelo menos seguir o conselho do tal professor apocalíptico, que há pouco tempo escreveu sobre a importância fundamental das pessoas deixarem de se prostituir aos bilionários  https://johnmenadue.com/why-i-am-not-on-the-epstein-list/

PS – Tendo em conta que o ChatGPT ensina que “In essence, “moral prostitution” can be understood as a metaphorical way of describing the betrayal of one’s moral values in pursuit of gain or self-interest”, será que se pode inferir do conteúdo de um corajoso artigo de um corajoso médico, que ele contém uma acusação de prostituição moral, contra um conhecido atleta Português ? 

Quais são as circunstâncias em que o sacrifício de vidas é compreensível ?

Ainda na sequência do post anterior, onde se questionou “Fará algum sentido gastar dezenas de milhões de euros do dinheiro dos contribuintes a sustentar o desperdício ?” é importante ressalvar que, se um atleta consumir quase 10000 calorias diarias (mais de 2 milhões de calorias num ano) sem que seja necessário sacrificar a vida de qualquer mamífero, isso constitui um maleficio muito menos grave do que aquele cometido por um outro atleta, cuja alimentação implicou a morte de vários mamíferos para obter as mesmas calorias. 

Quanto se pergunta ao ChatGPT, quais as circunstâncias especiais que legitimam o sacrifício de uma vida, a resposta é aquela que abaixo se reproduz, embora aquela seja apenas uma pequena parte de uma resposta mais extensa gerada pela referida IAG:  The question of when sacrificing a life could be justified is deeply complex and often debated. Ethical theories like utilitarianism, which focuses on maximizing overall happiness or well-being, might argue that sacrificing one life to save many could be justified if it results in a net increase in overall well-being. 

É absolutamente evidente que uma actividade que consiste somente no treino para uma mera competição desportiva, em nada contribui para o mencionado aumento do bem estar global, pelo que de todo não serve assim de justificação para o sacrifício de qualquer vida. 

Declaração de interesses – https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/10/earthlings-narrated-by-joaquin-phoenix.html

The Economist: The $25 trillion dilemma of climate change threat on residential properties

https://www.economist.com/leaders/2024/04/11/global-warming-is-coming-for-your-home

The article, prominently featured on the cover of the latest edition of The Economist, delivers grim news for the global real estate sector. The text illuminates a critical yet often overlooked consequence of climate change: its profound impact on residential properties worldwide. 

The staggering estimated costs of $25 trillion by 2050 underscore the urgent need to grapple with who bears these financial burdens. Homeowners, taxpayers, and insurers are all potential candidates, but the distribution of costs and benefits remains a contentious issue.  Insurers, already strained by escalating climate-related claims, face mounting pressure that could destabilize the housing market. 

Governments are being pushed to intervene, whether by underwriting risks or investing in protective infrastructure. However, the equitable distribution of costs and benefits, particularly concerning homeowners who may be unaware of their vulnerability, poses significant challenges.  Moreover, the imperative to retrofit homes for resilience and emission reduction is paramount. Yet, this endeavor is not without obstacles, including cost considerations and potential public resistance. 

The text emphasizes the urgency for policymakers to address these complex questions promptly. Failing to do so risks exacerbating future economic and social upheaval. It underscores the interconnectedness of climate change, housing, and financial stability, urging proactive measures to ensure the sustainability of the housing market and broader societal resilience.

PS – In 2023, I co-edited the book Adapting the Built Environment for Climate Change: Design Principles for Climate Emergencies” with Emeritus Professor Claes-Goran Granqvist. Currently, I am serving as the lead editor for the second edition of Cost-Effective Energy Efficient Building Retrofitting: Materials, Technologies, Optimization, and Case Studies.”

The Economist – A gorda factura das alterações climáticas para o sector imobiliário chegará a quase 25 triliões

https://www.economist.com/leaders/2024/04/11/global-warming-is-coming-for-your-home

O artigo que até faz capa da última edição da revista The Economist, não poderia trazer piores noticias para o sector imobiliário, a nível mundial, para o qual as alterações climáticas irão trazer uma factura astronómica, de quase 25 triliões de dólares, que o artigo afirma irá desencadear uma luta monumental sobre quem a deve pagar. 

A referida factura é composta por três parcelas. Uma que diz respeito às reparações de estragos por conta de fenómenos climáticos extremos. Uma segunda parcela que é relativa aos custos de futuras medidas de protecção, as quais permitam evitar estragos ainda maiores (à medida que os referidos fenómenos se forem agravando) e uma terceira sobre os custos de reabilitação energética, que permitem diminuir os elevados níveis de emissões do sector imobiliário. Relativamente a esta última parcela, o artigo menciona um inovador e multiplamente virtuoso super-bónus fiscal, que já tinha sido comentado aqui https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/o-superbonus-que-consegue-resolver.html

No contexto supra e no caso concreto das facturas que haverá a pagar, em Portugal, é pertinente recordar o conteúdo de um recente artigo do jornal Público, onde se pode ler que os contribuintes deste país serão obrigados a pagar milhões para evitar que o mar engula “apartamentos a preços milionários, construídos quase em cima do mar….valor médio de um T2 (80 m2) é de um milhão de euros. Mesmo em cima da água, claro está, que é o que o cliente quer…” Ou dito de outro modo, a classe média baixa, irá pagar a segurança dos apartamentos (e moradias) dos ricos, quando o que seria justo era que fossem os seguros desses imóveis, a terem de arcar com essa cara responsabilidade. Porém e ao contrário do que acontece em países civilizados, no nosso país não há nenhuma luta monumental sobre quem deve pagar essa factura, em Portugal pagam os contribuintes e ponto final. 

É claro que se os Governos deste pobre país sempre tivessem agido segundo os princípios da responsabilidade e da precaução, há muito que teriam proibido que as Câmaras Municipais pudessem licenciar prédios e moradias de luxo, quase em cima do mar, infelizmente, a tradição em Portugal ainda é o que sempre foi, sendo que a impunidade autárquica anda de mão dada com um poder politico central incompetente e cobarde, aliás soube-se há poucos meses que no nosso país, 60% das Câmaras Municipais ainda nem sequer possuem planos municipais de adaptação às alterações climáticas.