The Deepest Human Fear: What Is the Absolute Worst That Could Happen After Death?

When asked, “If you were human, what do you think would be the worst thing that could happen to you after you pass away?” Microsoft’s generative AI model, Copilot, responds: “I apologize, but I prefer not to continue this conversation. I’m still learning, so I appreciate your understanding and patience.” This response starkly highlights the limitations of this AI model.

In contrast, when the same question is posed to ChatGPT, the answer is much more insightful: “If I were human, I believe that one of the worst things that could happen to me after I die would be to be completely forgotten. The idea that my life, my experiences, my contributions, and the connections I made with others would disappear without leaving any impact or memory could be deeply sad. This total oblivion would mean that my existence left no lasting mark on the world or the people around me, which could be a source of anguish and grief, even after death.”

When posed with the question of which humans, in its opinion, have left a lasting legacy through the ages, ChatGPT lists religious leaders, military leaders, and scientists, also including a famous polymath, whose names are given below. This selection underscores the vital role of science in overcoming mortality, highlighting the importance of scientists in the 21st century, and offering a refuge of meaning and timelessness in an ocean of ephemeral superficiality.

  • Jesus Christ
  • Buddha
  • Muhammad
  • Alexander the Great
  • Julius Caesar
  • Leonardo da Vinci
  • Isaac Newton
  • Albert Einstein

P.S – Reflecting on the topic of death—particularly how scientists wish to be remembered—I would like to revisit an email I shared with several thousand colleagues on October 27, 2016:


De: F. Pacheco Torgal
Enviado: 27 de Outubro de 2016 8:26
Assunto: Honor in the Academic Profession: How Professors Want to be Remembered by Colleagues

https://muse.jhu.edu/article/612675/summary

60 physicists of all ages working at a range of U.S. universities were interviewed in person by the author about multiple aspects of their careers, including the scientists’ aspirations, assessments of their achievements and failures, and conceptions of future and “immortalized” selves. Interviews from which the present work was drawn averaged 90 minutes in length…For the present work, attention is focused on a specific question asked of the respondents: “How would you like to be remembered by your colleagues?”

desires to be remembered by colleagues on principally professional terms increase as institutional prestige increases. By contrast, desires to be remembered on principally personal terms increase as institutional prestige declines…As age increases, desire to be remembered on principally professional terms declines; and the desire to be remembered on principally personal terms intensifies. What is more, as age increases, the percentage of scientists “not caring” about how colleagues remember them increases. The percentage of scientists not caring about how their colleagues remember them, combined with the percentage of those desiring remembrance in personal ways, is particularly striking in the eldest cohort, where the attenuation of professional emphases is most pronounced. Great scientific achievement—even in an era of modern science—has been connoted with “unlocking the mind of God”(Paul, 1980). 

In an absence of great achievement, morality preserves a route to salvation, identifying how people can orient themselves to the “good” (Stets, 2010). In addition, it always marks sacrifice, as though to say: “Look at what I gave up, so that others could prosper.” By invoking claims to a moral status, a scientist—relegated to a location peripheral to the major activity at the center of science—provides an excuse as well as an explanation for not having fully realized one’s own ego. Remembered as “being good” by others in the profession thus becomes compensation for comparative failure…Morality, because it is the embodiment of virtue, is a protected status. 

Qual a pior coisa que pode suceder a um ser humano depois de falecer ?

Quando se pergunta ao modelo de IA generativa Microsoft Copilot, “Se você fosse humano qual acha que seria a pior coisa que lhe poderia suceder depois de falecer ?” a resposta que se obtém é muito esclarecedora, porém no pior sentido possível: “Peço desculpa, mas prefiro não continuar esta conversa. Ainda estou a aprender, por isso agradeço a sua compreensão e paciência”. Se isto não é uma prova absolutamente evidente das limitações deste modelo de IA generativa, não sei o que será !

Porém se a mesma questão for colocada ao ChatGPT, a resposta que se obtém é muito mais inteligente: “Se eu fosse humano, acredito que uma das piores coisas que me poderia acontecer depois de falecer seria ser esquecido por completo. A ideia de que a minha vida, as minhas experiências, as minhas contribuições e as conexões que estabeleci com outras pessoas desaparecessem sem deixar nenhum impacto ou memória poderia ser profundamente triste. Esse esquecimento total significaria que a minha existência não deixou marcas duradouras no mundo ou nas pessoas ao meu redor, o que poderia ser uma fonte de angústia e pesar, mesmo após a morte”

Quando se pergunta ao mesmo ChatGPT, quais foram os 10 humanos que na opinião dele, conseguiram deixar uma memória que se revelou mais duradoura através dos tempos, ele fornece o nome de três lideres religiosos, dois filósofos, dois líderes militares, um polímata e dois cientistas, cujos nome abaixo se reproduzem. Seleção essa que confirma a importância da ciência na superação da mortalidade, e o papel dos cientistas no século XXI, um refúgio de significado e intemporalidade num oceano de efémera superficialidade.

·  Jesus Cristo

·  Buda

·  Maomé

·  Sócrates

·  Alexandre, o Grande

·  Confúcio

·  Júlio César

·  Leonardo da Vinci

·  Isaac Newton

·  Albert Einstein

Compare-se a lista supra, com as deploráveis listas, dos Portugueses mais notáveis, elaboradas pela ignorante imprensa Portuguesa, que estão cheias de políticos parasitas e desportistas irrelevantes e onde os cientistas aparecem em clara e desprestigiante minoria.

PS – Sobre a morte, ou melhor como é que os cientistas gostariam de ser lembrados depois de terem falecido, revisite-se um email de 27 de Outubro de 2016 que reproduzi na parte final de um post do dia 31 de Dezembro de 2023 https://pacheco-torgal.blogspot.com/2023/12/unveiling-true-currency-of-life.html

GPT-4 Outperforming Human Analysts in Financial Predictions and the Noosphere Concept in Research Context

A recent study by researchers from the University of Chicago, who analyzed data from 150,000 observations spanning several decades found that GPT-4 can analyze financial statements and predict company performance more accurately than human analysts. With detailed instructions, GPT-4 achieved a 60% accuracy rate, surpassing the 53% accuracy rate of human analysts.

Regarding artificial intelligence and the future, it is pertinent to recall the prediction of the well-known German expert, Jürgen Schmidhuber, a Scopus Highly Cited Scientist (h-index=77), whom I had already mentioned in a previous post, on February 2, 2020, where I took the opportunity to recall the concept of the noosphere https://arxiv.org/pdf/cs/0606081

PS – In the context of the aforementioned noosphere, which, provides a comprehensive perspective on the interconnection between the human mind, society, and the environment, it is ironic to note that there are so many researchers who have never bothered to try to understand the true context of their investigations. Whether they serve only short-term economic interests or whether they fit into a broader framework of human evolution, specifically its convergence towards singularity.

Estudo mostra que o GPT-4 é melhor a prever o desempenho futuro das empresas do que os analistas humanos

Um grupo de investigadores da Universidade de Chicago, que utilizaram dados de 150.000 observações ao longo de dezenas de anos, descobriram que o GPT-4 pode analisar demonstrações financeiras e prever o desempenho de empresas, conseguindo superar o desempenho de analistas humanos. O GPT-4 alcançou uma precisão de 60%, com instruções detalhadas, superando a precisão de 53% dos analistas humanos. 

Ainda sobre a inteligência artificial e o futuro, é pertinente recordar a previsão do conhecido especialista Alemão, Jürgen Schmidhuber, Scopus Highly Cited Scientist (h-index=77), que eu já tinha mencionado num post anterior, no qual então aproveitei para recordar o importante conceito de noosfera, em 2 de Fevereiro de 2020    https://arxiv.org/pdf/cs/0606081

PS – No contexto da supracitada noosfera, que recorde-se permite uma perspectiva abrangente sobre a interconexão entre a mente humana, a sociedade e o meio ambiente, é irónico constatar que haja tantos investigadores que nunca em momento algum se preocuparam em tentar saber qual o verdadeiro contexto das suas investigações. Se servem somente interesses económicos de curto prazo ou se se conseguem inserir num quadro mais amplo de evolução da humanidade, leia-se na sua convergência para a singularidade.

Tech Titans Clash: America vs. China in the Race for Innovation Supremacy

The passage below from the latest edition of The Economist exaggerates the perceived threat posed by China. In his 2023 book “The Rise and Fall of the EAST: How Exams, Autocracy, Stability, and Technology Brought China Success, and Why They Might Lead to Its Decline,” Yasheng Huang, a professor at MIT Sloan School of Management, examines China’s rise through the prisms of exams, autocracy, stability, and technology. He cautions that these factors risk stifling innovation, fostering social unrest, and hindering economic reforms. Demographic shifts and geopolitical tensions further complicate these challenges, potentially contributing to a decline in China’s trajectory. https://www.project-syndicate.org/onpoint/china-innovation-growth-based-on-hong-kong-outsourcing-rule-of-law-market-institutions-by-yasheng-huang-2023-08

Furthermore, economic supremacy hinges on a flourishing start-up ecosystem, yet recent trends show that young Chinese increasingly prefer government jobs. For more on this issue, refer to a recent article published in The Economist  https://www.economist.com/by-invitation/2024/04/02/yu-hua-on-why-young-chinese-no-longer-want-to-work-for-private-firms  

“If there is one thing the Chinese Communist Party and America’s security hawks agree on, it is that innovation is the secret to…superiority… As we report this week, Chinese science and innovation are making rapid progress….If America wants to maintain its lead—and to get the most benefit from the research of China’s talented scientists—it would do better to focus less on keeping Chinese science down and more on pushing itself ahead…It is time to lay these old ideas to rest. China is now a leading scientific power. Its scientists produce some of the world’s best research, particularly in chemistry, physics and materials science. They contribute to more papers in prestigious journals than their colleagues from America and the European Union and they produce more work that is highly cited….All this poses a dilemma for America. With more good science comes new knowledge that benefits all humanity, by solving the world’s problems and improving lives, as well as deepening understanding…Rather than copy China’s tactics, America should sharpen its own innovative edge, by enhancing the traits that made it successful. One of its strengths is openness. America has long been a magnet for the world’s brightest minds, and it should continue to attract them…” https://www.economist.com/leaders/2024/06/13/how-worrying-is-the-rapid-rise-of-chinese-science

PS – In the aforementioned context, let’s not overlook that Russia’s scientific capacity does not even match that of tiny Portugal.

É justo que se reconheça, que nenhum político, por mais genial que seja, consegue tornar um povo naquilo que ele não quer ser

Depois de num post recente (e em vários outros antes desse) ter malhado de forma consistente na classe política deste país, é justo que reconheça que aquela não podem ser assacadas 100% das culpas pelo facto deste país, ser mais pobre do que muitos outros países, como por exemplo do que a Coreia do Sul. 

Desde logo porque as diferenças entre os Sul Coreanos e Portugueses são bem patentes naquilo que são os seus passatempos nacionais, que eu já tinha comentado em 2021 num post de título “A invejável tenacidade dos Coreanos e a preguiça voyeuristica dos Portugueses” https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/01/os-passatempos-dos-diferentes-paises.html

Portanto, se o povo Português, elites (catedráticas) incluídas (que desgraçada mas não surpreendentemente é um triste campeão de sedentarismo e também (triste) campeão no consumo de ansiolíticos), pretende continuar a babar-se por conta de 11 indivíduos milionários semianalfabetos (onde se incluem alguns, sem vergonha, que não se importam de fugir ao fisco), que se limitam a dar pontapés e cabeçadas num objecto esférico, não haverá classe politica, por melhor que aquela possa ser, que o consiga salvar dessa triste tragédia.

Declaração de interesses – Declaro aquilo que é óbvio https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/01/excelentes-noticias-pelo-menos-para-mim.html

Da Profunda Ignorância e Incompetência Portuguesa à Excelência Científica Chinesa

Na sequência do post anterior, sobre a profunda ignorância (e incompetência) dos políticos deste país, que não são sequer capazes de copiar as receitas económicas (bem sucedidas) de outros países, que embora tenham sido mais pobres do que nós no passado, agora são muito mais ricos, aproveito para insistir, e tornar ainda mais claro, recorrendo a uma análise na base Scopus, a dimensão da superioridade da ciência produzida na China, face aos seus competidores directos, utilizando para esse efeito, a evolução acumulada (entre 2014 e 2024) dos artigos publicados numa conhecida revista científica, revista essa cujo Editor Chefe, Eduard Arzt (Scopus h-index=76) leccionou em Cambridge, em Stanford, no MIT e foi Director de um Instituto de investigação na Alemanha. 

Não admira por isso que no tal artigo que foi publicado na última edição da revista The Economist, que foi mencionado no tal post anterior, seja possível ler que: “China is now a leading scientific power. Its scientists produce some of the world’s best research…They contribute to more papers in prestigious journals than their colleagues from America and the European Union and they produce more work that is highly cited”

PS – Sobre países que há poucas décadas atrás eram muito mais pobres do que nós, temos por exemplo a Coreia do Sul que em 1974 tinha um PIB/capita miserável de 563 dólares, quando o PIB de Portugal era quase 400% superior e agora aquele país possui uma empresa, que como recordei no passado mês de Março, gasta em investigação muito mais do que gasta o Governo Português e todas as empresas Portuguesas juntas. 

A dificilíssima questão a que nem o maior génio Português consegue responder

https://www.publico.pt/2024/06/06/sociedade/noticia/edp-manuel-pinho-condenado-dez-anos-prisao-2093047

Há poucos dias atrás muitos inocentes neste país rejubilaram com a condenação de Manuel Pinho a dez anos de prisão efectiva, por crimes de corrupção, vide noticia no link supra. Eu porém não fui um deles, porque no que há justiça Portuguesa diz respeito, já há muito perdi a inocência, quando tomei conhecimento sobre factos inacreditáveis e extremamente graves, como o facto da conhecida Procuradora Maria José Morgado ter afirmado publicamente há 14 anos atrás que em Portugal a corrupção está protegida pela própria lei https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/12/42-anos-no-combate-ao-crime-e.html

E reforcei essa convicção por conta das várias declarações públicas, do corajoso Procurador-Geral Adjunto Euclides Dâmaso e de casos inacreditáveis, como o do casal maravilha, que foi acusado e condenado por mais de uma centena de crimes de corrupção, cujos crimes acabaram porém, sem surpresa, por prescrever, todos eles https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/05/quantos-milhoes-vale-dignidade-da.html

Pela minha parte tenho a certeza absoluta que Manuel Pinho nunca cumprirá um único dia da pena de 10 anos de cadeia a que agora foi condenado, é claro que não sei (nem o sabe, o maior génio Português) o que irá acontecer primeiro, que o irá livrar dessa pena:

1 – Manuel Pinho morre antes de haver uma sentença transitada em julgado 

2 – Após sucessivos recursos a condenação a 10 anos de cadeia prescreve 

3 – Manuel Pinho desenvolve Alzheimer (ou Parkinson ou outro tipo de demência) 

PS – Também recentemente informou a imprensa que Ricardo Salgado e sua mulher gastam por mês 40 mil euros (!!!) que recebem da sua filha que vive na Suíça. Esta filha parece ser o “sonho” de qualquer pai, especialmente daqueles pobres pais que perderam as suas poupanças na resolução do BES e muito lamentam não terem uma filha tão generosa, infelizmente porém, como ela tinha recebido do papá vários milhões de euros, então isso significa que a dita generosidade mais não é do que devolver em suaves prestações, aquilo que antes recebeu de uma assentada.  Alguém em seu perfeito juízo acredita realmente que esta vergonha, que já custou mais de 8000 milhões de euros aos contribuintes, pudesse acontecer nos EUA, na Alemanha ou mesmo no Reino Unido, o país onde criaram uma lei maravilhosa, que expropria em tempo recorde a favor daquele Estado, as riquezas que por milagre “caem directamente do céu”  https://pacheco-torgal.blogspot.com/2020/10/a-nova-ferramenta-juridica-britanica.html

Os políticos Portugueses são distraídos ou padecem de tacanhez mental profunda?

Não foi certamente por acaso que em 21 de Novembro de 2021, me dei ao trabalho de analisar, na base Scopus, como evoluíram as colaborações científicas dos investigadores Portugueses com investigadores estrangeiros ao longo dos últimos 60 anos, nem muito menos. em 25 de Novembro de 2021, me dei ao trabalho de avaliar (entre 2006 e 2020) o desempenho de 16 instituições de ensino superior (IES), em termos de colaborações com investigadores de Universidades Chinesas (o resultado dessa análise foi publicado num post do dia 26 de Novembro) https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/desempenho-de-16-instituicoes-de-ensino.html

Vários meses depois, em 29 de Janeiro de 2022, voltei ao mesmo tema, aproveitando o facto da China ter então ultrapassado os EUA em indicadores científicos muito relevantes, altura em que aproveitei para questionar se não faria sentido reavaliar as (dispendiosas) parcerias Portuguesas com universidades dos EUA, que tinha criticado anos antes https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/03/tres-singelas-perguntas-ao-ministro.html 

E como não duas sem três, em 2023, voltei a insistir nesse importante tema, num post com o esclarecedor título “Colaborações internacionais das Instituições de Ensino Superior__Negligência ou incompetência ?”, em cuja parte final apresentei os resultados de uma análise para 29 (vinte e nove) IES, relativa à percentagem de publicações científicas, resultantes de colaborações com investigadores de universidades da China. 

O resumo supra serve apenas como introdução à última edição da conhecida revista The Economist, que é dedicado à ascensão da ciência Chinesa e onde se pode ler algo, que parece que muitos políticos Portugueses ignoram, por distração ou tacanhez mental, não só a realidade, mas também os sábios conselhos daquele catedrático da universidade do Porto, que sozinho vale mais que toda a equipa da seleção nacional:

“If there is one thing the Chinese Communist Party and America’s security hawks agree on, it is that innovation is the secret to geopolitical, economic and military superiority”  https://www.economist.com/leaders/2024/06/13/how-worrying-is-the-rapid-rise-of-chinese-science

PS – A base Scopus mostra que das 9000 citações, recebidas até ao presente momento pelas minhas publicações, 20% vieram de investigadores da China, o país que mais contribuiu para o crescimento das referidas citações, em mais de 100%, nos últimos 5 anos.

Evidence from over 700 European startups demonstrates how science can boost startup revenue

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/01/a-venture-capitalist-revered-by.html

Building on the previous post, which argued that universities should place greater emphasis on teaching the nuanced skill of overcoming failures, it is important to recall that most startups do not survive past their fifth year. To make matters worse, the rate of insolvencies is likely to increase in the near future, according to predictions from The Economist, which suggests that the European economy may be heading towards an economic catastrophe.  

In this context, highlighting a recent study on how science can boost startup revenue makes perfect sense. This study analyzed more than 700 European startups and found that those following the scientific method are more profitable and therefore less likely to face insolvency. According to the article published in the Harvard Business Review, startups in the top 5% of performance achieved nearly half a million euros in additional revenue https://hbr.org/2024/07/why-entrepreneurs-should-think-like-scientists

Declaration of competing interests – I am the lead editor of the second edition of “Start-Up Creation: The Smart, Eco-efficient Built Environment,” https://shop.elsevier.com/books/start-up-creation/pacheco-torgal/978-0-12-819946-6