O catedrático arauto de péssimas noticias para a saúde mental dos Portugueses

Se a saúde mental dos Portugueses já não estava nada boa, vide noticia, onde se dá conta que Portugal, é o país com o pior resultado da OCDE em termos de saúde mental, irá por certo ficar bastante pior com a recessão económica que vem a caminho. 

Recordo a este respeito, que no seu último artigo no caderno principal do Expresso, o conhecido catedrático de economia da universidade do Minho, Aguiar-Conraria, escreveu sobre o facto da economia americana estar a entrar em recessão técnica, mas em comparação Portugal ter sofrido “um trambolhão sete vezes mais violento do que o americano“. Nesse artigo ele mostra-se bastante surpreendido por essa péssima noticia ter tido até ao momento muito pouco destaque mediático e nem sequer estar a penalizar as intenções de voto da coligação que suporta o Luís Montenegro, PSD, CDS e também a IL, o partido do capitalismo selvagem que quer fazer em Portugal aquilo que Milei fez na Argentina https://www.rtp.pt/noticias/politica/convencao-il-partido-elogia-politicas-do-presidente-argentino-javier-milei_v1631604

PS – O único aspecto “positivo” (porque é melhor ter alguma ajuda do que não ter nenhuma), é que ao contrário do que sucedia no passado, pelo menos agora aqueles muitos que não tem recursos financeiros para pagar a um psicólogo, podem sempre recorrer à ajuda gratuita da IA generativa, como já fazem centenas de milhões por esse mundo fora, tema esse que por uma estranha e quiçá premonitória coincidência mereceu um artigo no último número da revista do Expresso https://expresso.pt/semanario/revista-e/-e/2025-05-08-o-meu-psicologo-e-um-robot-percebe-realmente-o-que-estamos-a-sentir-e-esta-sempre-disponivel.-da-um-apoio-que-um-ser-humano-nao-da-fbd2c3b5

Sondagem sobre as maiores figuras da história Portuguesa – A honra do convento salva pela zona Norte e pelas mulheres

A última edição da revista Sábado publicou os resultados de uma sondagem sobre os maiores vultos de todos os tempos da longa história de Portugal, sondagem essa que a referida revista encomendou à Intercampus. 

Quando se olha apenas para os três primeiros classificados, são louváveis os resultados obtidos na zona Norte de Portugal, que entregaram o pódio a Afonso Henriques, Ramalho Eanes e Luís de Camões e são igualmente louváveis, os resultados que agregaram as respostas das mulheres deste país, que colocam Ramalho Eanes em 1º lugar, o único politico que este país algum dia teve, que ao contrário de muitos outros que enriqueceram na politica, recusou receber mais de 1 milhão de euros, a que tinha legalmente direito. https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/ramalho-eanes-recusou-pagamento-de-13-milhoes-de-euros-em-retroativos-a-que-tinha-direito

Já o são menos as respostas dos homens, que acharam boa ideia colocar no pódio o Ronaldo, esquecendo que esse individuo tem no currículo a desonrosa medalha da fuga ao fisco, de ter feito um acordo para evitar uma acusação de violação e ainda de andar receber dinheiro sujo, para ajudar a lavar a imagem de um regime inominável. https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2025/03/a-ligacao-entre-um-portugues-hipocrita.html

Já sobre as respostas da região de Lisboa, é lamentável saber que por aquelas bandas acham o Ronaldo mais importante do que o Ramalho Eanes, ficando assim ao mesmo nível do Alentejo, a região mais pobre do país e a única a colocar o Ronaldo em 1º lugar do pódio. Uma dupla pobreza.

Pior mesmo só o Algarve que foi a única região a colocar o Salazar no pódio, o que porém é facilmente entendível através do mapa de Portugal, com os resultados das últimas eleições legislativas, onde o CHEGA foi o partido mais votado no distrito de Faro. https://visao.pt/atualidade/politica/legislativas-2024/2024-03-11-este-e-o-novo-mapa-por-cor-do-pais-apos-os-resultados-das-eleicoes/

As fragilíssimas explicações (“políticas”) do mui inteligente quase catedrático Ministro

https://pachecotorgal.com/2025/05/06/a-analise-do-poligrafo-sobre-as-falsidades-da-execucao-financeira-da-fct-e-o-conselho-do-catedratico-jubilado-robert-reich/

Relativamente às queixas de 78 centros de investigação, mencionadas no post acessível no link supra, que denunciaram cortes de até quase 70% no financiamento, veio o senhor Ministro (quase catedrático) que tutela essa área, alegar em sua defesa, que a explicação passa por uma opção política que defende o mérito (!) “definiu-se que as unidades com “Excelente” teriam quatro vezes mais financiamento do que as com “Muito Bom”https://www.publico.pt/2025/05/08/ciencia/noticia/ministro-responde-cortes-ciencia-premiar-merito-cientistas-falam-cosmetica-2132343

Essa opção, política, até podia no limite e com muito boa vontade ser entendível se tivesse tido lugar uma avaliação rigorosa do mérito de todas as unidades de investigação. Não foi porém isso que se passou. Uma avaliação onde quase 50% das unidades foram classificadas como Excelentes, não avalia o mérito, antes se avalia a si própria e essa avaliação é claramente negativa, porque mistura no mesmo saco excelências reais, que já o eram (como a do maior centro de investigação na área da ciência e engenharia dos materiais, cujo Director publicamente se queixou dessa avaliação), com alegadas excelências, que nunca o tinham sido e agora só o são no papel. 

Como recordou alguém no jornal Público, o físico Niels Bohr terá declarado que “nada existe até que possa ser medido”, porém a referida pseudoavaliação das unidades de investigação, gerou excelências sem nada ter medido, assim violando o prudente principio que dita que não é possível gerir aquilo que não se consegue medir. A dita esgotou-se na leitura dos relatórios de auto-avaliação (dos próprios interessados) e nas visitas ás unidades. Mas como bem explicou um conhecido catedrático jubilado da Universidade do Porto, nesse modelo de avaliação, são favorecidas as unidades de maior dimensão, especialistas em concursos de beleza https://observador.pt/opiniao/ciencia-avaliacao-das-unidades-ou-concurso-de-beleza/

E de facto uma análise, cruzando as unidades que obtiveram Excelente e a sua dimensão, aferida pelo seu número de doutorados, ponderados para o financiamento, mostra que a maioria delas tinha mais de 50 investigadores, já em sentido radicalmente oposto, entre aquelas unidades de investigação que foram classificadas com Bom, mais de 80% tinha menos de 50 investigadores, assim se concluindo que, bastou o facto de terem uma pequena dimensão para se habilitarem a uma maior probabilidade de menor classificação. Um resultado paradoxal em face daquilo que a ciência já demonstrou, que a disrupção (de que a ciência Portuguesa necessita desesperadamente) ocorre com maior probabilidade, precisamente nas pequenas unidades e não nas grandes https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/02/o-grande-laboratorioou-como-os.html

Learning Under Fire: The Ambush Teaching Method (ATM) Revolutionizing Education

Rooted in the most progressive theories of learning, the ATM emerges as a bold, future-forward model for 21st-century higher education—particularly in fields demanding sharp critical thinking, rapid-fire decision-making, and deep collaborative reflection. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1931720425001023

The ATM blends five educational theories into concise, high-impact sessions that turn standard lectures into immersive experiences. Based on Kolb’s Experiential Learning Cycle, it starts with rapid clinical scenarios that engage junior doctors in fast decision-making. Learners then review anonymous peer responses, reflect on different approaches, and receive expert feedback that connects cases to key neurosurgical concepts. They mentally rehearse applying insights in real after-hours situations. Cognitive Load Theory shapes ATM by reducing distractions, adjusting difficulty to the learner’s level, and introducing twists that deepen understanding. Vygotsky’s Social Constructivism supports peer review as a scaffold for co-constructing knowledge just beyond solo ability. Self-Determination Theory informs its design through immediate feedback, anonymous participation, and shared reflection. A 360-degree feedback loop—combining self, peer, and instructor input—provides a well-rounded view of performance. 

PS – By integrating advanced AI technologies, the ATM is poised to elevate learning even further—personalizing pathways, generating adaptive real-time scenarios, and delivering precise, data-driven feedback that accelerates mastery. As researchers from University College London and MIT highlight in the Elsevier journal Current Opinion in Psychology, learning from AI may outpace human-to-human teaching: “human learning from AI (‘hyper learning’) may be faster and more efficient than from other humans due to greater signal-to-noise ratio in the input of the AI, its ability to process large amounts of data and clearly compose arguments, and (in some domains) people’s belief that AI systems are more knowledgeable than humans.” https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2352250X24001131

Update on May 10 — A study published today in the Elsevier journal Learning and Motivation shows AI-driven personalized feedback is a total game-changer for college students. In 1,079 participants (682 undergrads, 253 master’s and 144 PhD candidates), tailored feedback sharpened objectives, boosted confidence and locked in engagement. In summary, greater personalization of AI-generated feedback is positively associated with enhanced student motivation, increased engagement, and improved academic performance. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0023969025000451

A análise do polígrafo sobre as falsidades da execução financeira da FCT e o conselho do catedrático jubilado Robert Reich

A análise do polígrafo concluiu que são falsas as declarações do Primeiro-Ministro Luís Montenegro, sobre a execução financeira da FCT. E falsa é também a acusação daquele a Pedro Nuno Santos sobre o corte de 70 milhões da FCT para 2025 https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/debates-2025-luis-montenegro-a-execucao-financeira-da-fct-subiu-mais-de-50-em-2024/ 

Ironicamente, hoje, o artigo do jornal Público, página 28, onde a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou um novo pacote de 500 milhões de euros (2025–2027) para atrair cientistas à Europa, incluindo uma “super-subvenção” de sete anos pelo Conselho Europeu de Investigação (ERC) e onde também a mesma Ursula von der Leyen reforça a intenção de que os Estados-membros da UE invistam 3% do produto interno bruto (PIB) em investigação e desenvolvimento, é precedido de um outro artigo em sentido radicalmente oposto, onde as unidades de investigação Portuguesas se queixam de cortes no financiamento e exigem um aumento mínimo de 50 milhões para conseguirem trabalhar. 

Tendo em conta que o supracitado Luís Montenegro pretende gastar um valor superior aos tais 50 milhões em protocolos com universidades do país do senhor Trump, logo numa altura em que os cientistas fogem desse país para a Europa, seria mais prudente, gastar essa verba com as unidades de investigação nacionais, o que é o mesmo que seguir o conselho do catedrático jubilado Robert Reich, que disse que a melhor maneira de ajudar a combater o referido Trump passa por evitar financiar o seu país https://pachecotorgal.com/2025/03/18/como-e-que-os-portugueses-podem-ajudar-a-combater-as-canalhices-do-criminoso-trump/

O catedrático que critiquei e a servidão voluntária (troca da liberdade por prazer)

Depois de por diversas vezes no passado ter criticado algumas opiniões do catedrático Arlindo Oliveira, antigo presidente do IST, pautadas por um nada prudente excesso de optimismo quanto à capacidade da ciência em conseguir resolver problemas graves, criando nas pessoas o péssimo “sentimento” de que podem consumir e poluir à vontadinha, vejo-me agora forçado a recomendar a leitura do seu último artigo, que hoje aparece na página 8 da versão impressa do jornal Público, onde aquele compara a realidade que vivemos actualmente com a famosa distopia imaginada por Aldous Huxley   https://www.publico.pt/2025/05/05/opiniao/opiniao/admiravel-mundo-novo-2131877

PS – Recordo que em Janeiro deste ano divulguei um interessante e importante artigo de opinião, onde o mesmo supracitado catedrático Arlindo Oliveira, enumerou algumas das causas do atraso de Portugal https://pachecotorgal.com/2025/01/05/o-triunfo-de-newton-e-a-tragedia-de-darwin-licoes-para-os-investigadores-do-sec-xxi/

Reis e Sousa, Miguel B.Araújo e Paula Moreira no novo pódio dos 100 primeiros lugares do ranking de cientistas da Universidade de Stanford após correcção da vantagem do tempo de carreira

https://pachecotorgal.com/2024/09/29/portugal-os-100-investigadores-mais-citados-segundo-o-ranking-elsevier-stanford/

Tendo em conta que não é absolutamente rigoroso comparar directamente cientistas com diferentes tempos de carreira, quando uns já levam 40 anos da mesma, enquanto que outros ainda vão apenas em metade desse valor, beneficiando assim os primeiros de uma janela temporal de citações mais alargada, apresento abaixo o índice-K (o qual tem a vantagem de não ser influenciado por artigos que receberam poucas citações), índice esse já normalizado pelos diferentes tempos de carreira, dos investigadores listados nos primeiros 100 lugares do ranking (carreira) da universidade de Stanford, ranking esse que recordo é muitíssimo mais rigoroso do que o ranking da Clarivate Analytics, por razões várias, referidas anteriormente, desde logo porque contabiliza mais de 90% dos prémios Nobel, enquanto que o segundo ranking contabiliza apenas 10% desses prestigiados prémios  https://pachecotorgal.com/2025/01/24/whats-the-value-of-a-scientist-ranking-that-excludes-90-of-nobel-laureates/

Uma análise expedita sobre o desempenho dos investigadores Portugueses entre 38.852 artigos científicos publicados nos últimos 20 anos

Nos últimos 20 anos, a conhecida revista científica Construction and Building Materials, que é a  “mais influente na área da ciência dos materiais de construção”, publicou 38.852 artigos. Quando se ordenam esses artigos de forma decrescente, em termos das citações que eles receberam da comunidade científica, constata-se que o artigo mais citado a nível mundial, tem como título “Carbon dioxide equivalent (CO2-e) emissions: A comparison between geopolymer and OPC cement concrete”. o mesmo compara as emissões de carbono do material mais usado no Planeta Terra e um seu concorrente, que não por acaso foi tema de um livro que editei há pouco mais de uma década e que se tornou o mais citado, entre mais de 1500 (mil e quinhentos), de todas as áreas científicas que foram produzidos em Portugal ao longo da última década. https://pachecotorgal.com/2024/05/18/top-10-dos-livros-mais-citados-publicados-na-ultima-decada-indexados-na-scopus/

Os resultados mostram também qie Portugal tem 14 artigos entre os tais 200 artigos mais citados a nível mundial (Top 0.5%). As universidades Portuguesas com mais artigos são a Universidade do Minho e a Universidade de Lisboa. Estranhamemte a Universidade do Porto tem zero. Já em termos de investigadores com mais artigos, o meu nome aparece em 8 e o catedrático Jorge de Brito da U.Lisboa tem o nome em 5. 

  1. Alkali-activated binders: A review. Part 1. Historical background, terminology, reaction mechanisms and hydration products
  2. Properties and composition of recycled aggregates from construction and demolition waste suitable for concrete production
  3. Effect of nano-silica on rheology and fresh properties of cement pastes and mortars
  4. Use of plastic waste as aggregate in cement mortar and concrete preparation: A review
  5. Cementitious building materials reinforced with vegetable fibres: A review
  6. Alkali-activated binders: A review. Part 2. About materials and binders manufacture
  7. Nanotechnology: Advantages and drawbacks in the field of construction and building materials
  8. Earth construction: Lessons from the past for future eco-efficient construction
  9. Reusing ceramic wastes in concrete
  10. Mechanical properties and abrasion behaviour of concrete containing shredded PET bottle waste as a partial substitution of natural aggregate
  11. Properties and durability of concrete containing polymeric wastes (tyre rubber and polyethylene terephthalate bottles): An overview
  12. Durability of alkali-activated binders: A clear advantage over Portland cement or an unproven issue?
  13. Mechanical properties of brick aggregate concrete
  14. Mechanical properties of concrete produced with recycled coarse aggregates – Influence of the use of superplasticizers

PS – O ficheiro de 23 páginas com os 200 artigos mais citados pode ser descarregado no link https://drive.google.com/file/d/1wMqrV_nQmlIIbfAlynfahTESa1f2C96m/view?usp=sharing

Apagão – O que vale a palavra do Primeiro-Ministro Luís Montenegro? Pouco ou nada ?

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/apagao-primeiro-ministro-fala-ao-paismad

Em declarações ao país, falando sobre o apagão, o Primeiro-Minstro “garantiu que não é uma questão de autonomia elétrica“. Acredita quem quiser. Eu, seguramente que não. O facto é que há algumas décadas atrás Portugal nunca precisou da electricidade de Espanha e agora com tantos milhões de painéis solares e com milhares de aerogeradores (turbinas eólicas), estamos totalmente dependentes de Espanha. 

Não sou eu que o digo, foi o Vice-Coordenador da Comissão de Energia da Ordem dos Engenheiros, que há 2 anos atrás, escreveu que Espanha pode cortar a luz a Portugal, a qualquer instante, basta que lhe apeteça https://pachecotorgal.com/2022/08/02/a-possibilidade-da-espanha-colocar-portugal-as-escuras-e-o-aumento-brutal-do-preco-da-electricidade/

Declaração de interesses – Declaro que tenho pouco respeito pelo Primeiro-Ministro Luís Montenegro, por conta do anormalmente elevado corte de verbas na área da investigação, que pasme-se foi superior inclusive ao corte feito pelo Governo de Passos Coelho, mas esse ao menos ainda teve a desculpa das exigências da Troika https://pachecotorgal.com/2024/11/28/o-trio-de-inimigos-declarados-da-ciencia-psd-cds-e-chega/

PS – Portugal já tinha em comum com Cuba o facto das gerações mais jovens dos dois países terem de emigrar para países mais ricos e agora desgraçadamente passou também a ter em comum com aquele miserável país, os apagões gerais da rede elétrica https://sicnoticias.pt/mundo/2025-03-16-cuba-esta-mais-uma-vez-sem-energia.-mas-afinal-o-que-se-passa–74a455a1

“Porque é que a riqueza é um problema para o ambiente construído?”

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2022/07/a-dimensao-organica-para-uma.html

Ainda na sequência do post anterior, sobre arquitectos espanhóis e também sobre arquitectos italianos, que acharam boa ideia citar livros de um investigador Português, aproveito para divulgar um capítulo publicado ontem, por investigadores do departamento de arquitectura, da universidade de Auckland, da Nova Zelândia, que são culpados do mesmo vício.

Na referida publicação, os seus autores acusam os arquitectos mais famosos do Planeta por estarem viciados na arquitectura do luxo e por conta disso estarem a prejudicar a arquitectura sustentável  https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-031-81954-4_3

PS – Entre os graves desafios que o ambiente construído terá que enfrentar nas próximas décadas está o estratosférico custo de 25 biliões (25 triliões no sistema de numeração Americano) por conta das alterações climáticas https://pachecotorgal.com/2024/04/14/the-economist-the-25-trillion-dilemma-of-climate-change-threat-on-residential-properties/