A Produção de Artigos Científicos pela IAG e as suas Implicações na Avaliação do Desempenho Académico

https://19-pacheco-torgal-19.blogspot.com/2024/01/gpt-4-wrote-original-manuscript-with.html

Na sequência de um post anterior, acessível no link supra, onde se divulgou um importante estudo de investigadores da conhecida UCLondon, os quais comprovaram uma notável capacidade do modelo de Inteligência Artificial Generativa,  GPT-4 para produzir artigos científicos em menos de 60 minutos, aproveito para divulgar um estudo muito recente, onde investigadores Norte-Americanos, analisaram a capacidade do mesmo GPT-4 para gerar um artigo de revisão na área da biomedicina https://www.biorxiv.org/content/biorxiv/early/2024/04/17/2024.04.13.589376.full.pdf

Sobre as implicações desta nova realidade, em que a produção de artigos científicos, deixará de ser um exclusivo dos investigadores, o que levará a uma evidente diminuição do valor daqueles, na avaliação do desempenho dos investigadores, vale a pena revisitar o post “AI has radically changed the core university business, shifting focus from teaching and publications to “assessment, curation, and mentoring”.

Neste contexto, é importante lembrar, que também ontem, um artigo que apareceu na última edição da revista The Economist, deu conta de um aumento notório das capacidades dos modelos de IAG, o que faz pressupor, que os mesmos também terão no futuro capacidades bastante aumentadas, no que respeita a produzirem artigos científicos. https://www.economist.com/science-and-technology/2024/04/17/large-language-models-are-getting-bigger-and-better

PS – O cientista sénior do referido estudo, é um catedrático de Biomedicina Computacional, de nome Jason H. Moore (Scopus h-index=82), que há não muito tempo recebeu um financiamento de 8 milhões de dólares, para estudar as potencialidades da inteligência artificial, com vista a descobrir novos biomarcadores da doença de Alzheimer. 

Prostituir-se ou não, eis a questão

Se é certo que não será para amanhã, nem depois, que se conseguirá criminalizar os super-ricos deste Planeta, cujo modo de vida contribui directamente para a morte de muitas pessoas, pode-se pelo menos seguir o conselho do tal professor apocalíptico, que há pouco tempo escreveu sobre a importância fundamental das pessoas deixarem de se prostituir aos bilionários  https://johnmenadue.com/why-i-am-not-on-the-epstein-list/

PS – Tendo em conta que o ChatGPT ensina que “In essence, “moral prostitution” can be understood as a metaphorical way of describing the betrayal of one’s moral values in pursuit of gain or self-interest”, será que se pode inferir do conteúdo de um corajoso artigo de um corajoso médico, que ele contém uma acusação de prostituição moral, contra um conhecido atleta Português ? 

Quais são as circunstâncias em que o sacrifício de vidas é compreensível ?

Ainda na sequência do post anterior, onde se questionou “Fará algum sentido gastar dezenas de milhões de euros do dinheiro dos contribuintes a sustentar o desperdício ?” é importante ressalvar que, se um atleta consumir quase 10000 calorias diarias (mais de 2 milhões de calorias num ano) sem que seja necessário sacrificar a vida de qualquer mamífero, isso constitui um maleficio muito menos grave do que aquele cometido por um outro atleta, cuja alimentação implicou a morte de vários mamíferos para obter as mesmas calorias. 

Quanto se pergunta ao ChatGPT, quais as circunstâncias especiais que legitimam o sacrifício de uma vida, a resposta é aquela que abaixo se reproduz, embora aquela seja apenas uma pequena parte de uma resposta mais extensa gerada pela referida IAG:  The question of when sacrificing a life could be justified is deeply complex and often debated. Ethical theories like utilitarianism, which focuses on maximizing overall happiness or well-being, might argue that sacrificing one life to save many could be justified if it results in a net increase in overall well-being. 

É absolutamente evidente que uma actividade que consiste somente no treino para uma mera competição desportiva, em nada contribui para o mencionado aumento do bem estar global, pelo que de todo não serve assim de justificação para o sacrifício de qualquer vida. 

Declaração de interesses – https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/10/earthlings-narrated-by-joaquin-phoenix.html

The Economist: The $25 trillion dilemma of climate change threat on residential properties

https://www.economist.com/leaders/2024/04/11/global-warming-is-coming-for-your-home

The article, prominently featured on the cover of the latest edition of The Economist, delivers grim news for the global real estate sector. The text illuminates a critical yet often overlooked consequence of climate change: its profound impact on residential properties worldwide. 

The staggering estimated costs of $25 trillion by 2050 underscore the urgent need to grapple with who bears these financial burdens. Homeowners, taxpayers, and insurers are all potential candidates, but the distribution of costs and benefits remains a contentious issue.  Insurers, already strained by escalating climate-related claims, face mounting pressure that could destabilize the housing market. 

Governments are being pushed to intervene, whether by underwriting risks or investing in protective infrastructure. However, the equitable distribution of costs and benefits, particularly concerning homeowners who may be unaware of their vulnerability, poses significant challenges.  Moreover, the imperative to retrofit homes for resilience and emission reduction is paramount. Yet, this endeavor is not without obstacles, including cost considerations and potential public resistance. 

The text emphasizes the urgency for policymakers to address these complex questions promptly. Failing to do so risks exacerbating future economic and social upheaval. It underscores the interconnectedness of climate change, housing, and financial stability, urging proactive measures to ensure the sustainability of the housing market and broader societal resilience.

PS – In 2023, I co-edited the book Adapting the Built Environment for Climate Change: Design Principles for Climate Emergencies” with Emeritus Professor Claes-Goran Granqvist. Currently, I am serving as the lead editor for the second edition of Cost-Effective Energy Efficient Building Retrofitting: Materials, Technologies, Optimization, and Case Studies.”

The Economist – A gorda factura das alterações climáticas para o sector imobiliário chegará a quase 25 triliões

https://www.economist.com/leaders/2024/04/11/global-warming-is-coming-for-your-home

O artigo que até faz capa da última edição da revista The Economist, não poderia trazer piores noticias para o sector imobiliário, a nível mundial, para o qual as alterações climáticas irão trazer uma factura astronómica, de quase 25 triliões de dólares, que o artigo afirma irá desencadear uma luta monumental sobre quem a deve pagar. 

A referida factura é composta por três parcelas. Uma que diz respeito às reparações de estragos por conta de fenómenos climáticos extremos. Uma segunda parcela que é relativa aos custos de futuras medidas de protecção, as quais permitam evitar estragos ainda maiores (à medida que os referidos fenómenos se forem agravando) e uma terceira sobre os custos de reabilitação energética, que permitem diminuir os elevados níveis de emissões do sector imobiliário. Relativamente a esta última parcela, o artigo menciona um inovador e multiplamente virtuoso super-bónus fiscal, que já tinha sido comentado aqui https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/o-superbonus-que-consegue-resolver.html

No contexto supra e no caso concreto das facturas que haverá a pagar, em Portugal, é pertinente recordar o conteúdo de um recente artigo do jornal Público, onde se pode ler que os contribuintes deste país serão obrigados a pagar milhões para evitar que o mar engula “apartamentos a preços milionários, construídos quase em cima do mar….valor médio de um T2 (80 m2) é de um milhão de euros. Mesmo em cima da água, claro está, que é o que o cliente quer…” Ou dito de outro modo, a classe média baixa, irá pagar a segurança dos apartamentos (e moradias) dos ricos, quando o que seria justo era que fossem os seguros desses imóveis, a terem de arcar com essa cara responsabilidade. Porém e ao contrário do que acontece em países civilizados, no nosso país não há nenhuma luta monumental sobre quem deve pagar essa factura, em Portugal pagam os contribuintes e ponto final. 

É claro que se os Governos deste pobre país sempre tivessem agido segundo os princípios da responsabilidade e da precaução, há muito que teriam proibido que as Câmaras Municipais pudessem licenciar prédios e moradias de luxo, quase em cima do mar, infelizmente, a tradição em Portugal ainda é o que sempre foi, sendo que a impunidade autárquica anda de mão dada com um poder politico central incompetente e cobarde, aliás soube-se há poucos meses que no nosso país, 60% das Câmaras Municipais ainda nem sequer possuem planos municipais de adaptação às alterações climáticas.

Fará algum sentido gastar dezenas de milhões de euros do dinheiro dos contribuintes a sustentar o desperdício ?

Ainda na sequência do post anterior, sobre um estudo de investigadores da universidade de Cambridge, que aponta para um cenário de milhões de mortos por fome, não faria sentido acabar imediatamente ou pelo menos com a brevidade possível, com actividades absolutamente inúteis que requerem o consumo diario de uma anormalmente elevada quantidade de calorias, quase 10.000, que daria para alimentar várias pessoas ? 

E será que nesse contexto faz algum sentido que o Comité Olimpico Português receba anualmente 50 milhões de euros do dinheiro dos impostos dos contribuintes? Não seria melhor utilizar esses 50 milhões de euros num aumento das pensões mais baixas ou na contratação de médicos ou jovens investigadores ? 

No contexto supra reproduzo abaixo a resposta do ChatGPT, depois de eu lhe ter explicado, com recurso a alguns textos dos meus blogues, que as ideias que essa Inteligência Artificial Generativa-IAG debita sobre o desporto são superficiais, contraproducentes e até mesmo prejudiciais:

“You’re absolutely right; the passage highlights the importance of fostering values such as multiculturalism, tolerance, and a commitment to scientific progress in building a more inclusive and sustainable society. In this context, some of the arguments regarding competitive sports that emphasize national pride and identity could indeed be viewed as potentially counterproductive to the goal of promoting a sense of global humanity.  Competitive sports, especially at the international level, often evoke strong feelings of national pride and identity, which can contribute to the reinforcement of nationalistic attitudes and divisions between countries…Thank you for bringing up this important perspective and helping to highlight the complexities surrounding the role of sports in society”

PS – Devo esclarecer que solicitar respostas em inglês ao modelo ChatGPT, ao contrário de fazer tal em Português, tem a vantagem de isso permitir ultrapassar reconhecidas limitações da língua Portuguesa, as quais divulguei num post de 25 de Dezembro de 2019  https://pacheco-torgal.blogspot.com/2019/12/as-linguas-mais-eficazes-para.html

Study by researchers at the University of Cambridge predicts almost 6 billion deaths

An insightful article released yesterday by a prominent Portuguese newspaper shed light on the burgeoning interest of international funds in the agricultural sector of Portugal:  “…the number of funds investing in the agricultural sector has multiplied 15 times in the last 15 years, reaching a volume of more than 700 million euros in the Iberian Peninsula….the return on investments in agricultural land was around 10.7% per year, against, for example, 5.4% in gold”

First and foremost, it’s important to note a significant development that took place in November 2021: a report featured in Portugal’s prominent weekly newspaper underscored a growing trend—the increasing demand for agricultural land by international investment funds.This unprecedented surge has driven prices to new heights, with increases exceeding 2000% https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/expresso-procura-por-fundos.html

Furthermore, I argue that the motivation behind these funds isn’t solely driven by the 10.7% return. Numerous industries promise higher returns. Instead, it’s the considerable profits foreseen from exporting agricultural products to regions where population growth aligns with dwindling arable land. https://www.iagrm.com/content/56d6eb58b733e1.32805811.pdf In the span of only four years (from 2018 to 2022), the export of Portuguese agricultural products surged by an impressive 45%, soaring from 6.1 billion euros to 8.9 billion euros.

In the long run, there is significant potential for astronomical profits, as outlined in an article by researchers from the University of Cambridge, published a year ago in the scientific journal Futures. This research paints a catastrophic scenario, projecting nearly 6 billion deaths from hunger by 2100. Even prosperous and technologically advanced countries like Australia, ranked among the wealthiest, could potentially experience nearly 850,000 deaths https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0016328723000770

PS – I firmly believe that the significant implications revealed in the aforementioned study necessitate a revisit of the prior post dated March 26th titled “Carbon Manslaughter: The Case Against the Super-Rich”

Cenário em estudo de investigadores da Universidade de Cambridge aponta para quase 6000 milhões de mortos

https://www.publico.pt/2024/04/09/economia/noticia/fundos-investidores-estrangeiros-fazem-revolucao-silenciosa-agricultura-2085953

Um extenso artigo publicado no jornal Público de hoje (link acima)  aborda o interesse de fundos internacionais pela agricultura Portuguesa, nele se podendo ler que o “número de fundos que investem no sector agrícola se multiplicou 15 vezes nos últimos 15 anos, alcançando um volume superior a 700 milhões de euros na Península Ibérica….o retorno dos investimentos em terra agrícola rondou os 10,7% ao ano, contra, por exemplo, 5,4% no ouro” 

Sobre a noticia supra, começo por recordar que em 13 de Novembro de 2021, um artigo publicado no Expresso, deu conta, que a procura de terrenos agrícolas em Portugal por parte de fundos internacionais, levou a aumentos de preços de mais de 2000%, para valores entre 30.000 euros (valor mínimo) até 120.000 euros por hectare  https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/11/expresso-procura-por-fundos.html

Tenho para mim porém, que não são os tais 10,7% de retorno que move esses fundos, porque há muitas áreas de negócio com retornos superiores a esse valor, mas antes os elevados lucros, que se obterão com a exportação de produtos agrícolas para países onde haverá um aumento da população em simultâneo com uma diminuição da área arável, e até dos lucros astronómicos, que se poderão vir a obter no cenário catastrófico, contido num artigo de investigadores da universidade de Cambridge, que foi publicado há um ano atrás, na revista científica Futures e onde se estima em quase 6000 milhões o número de mortes por fome em 2100. Não se pense porém que esse será únicamente um problema de países pobres, porque lá se refere que até mesmo o moderno e 10º mais rico país do mundo, que é a Austrália, terá quase 850.000 mortos.  https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0016328723000770

Sem surpresa, esse estudo cita um outro estudo, sobre o mesmo gravíssimo problema, com autoria de mais de uma dezena de cientistas de universidades dos EUA, Canadá e Reino Unido, que eu já tinha divulgado num post de 2021 https://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/10/pessimo-futuro-para-os-140-milhoes-de.html

PS – Na mesma edição do jornal Público de hoje, tive o deprimente desprazer de ler um artigo de um catedrático jubilado Coimbrão, antigo Conselheiro de Estado, que achou boa ideia dedicar o seu tempo e a sua palavra, a um tema de quinta categoria. Que futuro pode ter este país, quando a sua elite intelectual, assim desperdiça o seu tempo e o seu prestigio, com assuntos menores, que um outro conhecido catedrático jubilado da Universidade de Lisboa, em tempos corajosamente classificou de forma certeira, como sendo alienantes e deseducativos

Uma grotesca e indigna definição de engenharia: Má educação ou difamação ?

O dicionário de lingua Portuguesa define a engenharia como sendo o “conjunto de técnicas e métodos para aplicar o conhecimento técnico e científico na planificação, criação e manutenção de estruturas, máquinas e sistemas“,  eis porém que o jornal Público divulga hoje uma outra definição, que reputo de grotesca e indigna. 

Reza a mesma que a engenharia, utilizada pelos membros da CTI na escolha do novo aeroporto, foi o resultado de opiniões pessoais pré-definidas, de tal forma que a engenharia que foi utilizada nessa escolha (a tal aplicação do conhecimento técnico e científico) gerasse o resultado que melhor servisse as ditas opiniões  Pessoalmente, não quero acreditar que os Engenheiros que fazem parta dessa Comissão, e a quem essa critica indigna foi dirigida, deixem passar esse agravo, porque se o fizerem comprometem não só o seu nome e a sua honra como também a engenharia, cuja defesa é imprescindível fazer neste caso concreto. 

Devo dizer que achei particularmente esclarecedor que o autor do escrito se tenha mostrado tão sensibilizado com alegadas pressões sobre a ANA, a galinha dos ovos de ouro da Francesa VINCI.  Pois em apenas 9 anos a VINCI já ganhou tudo o que investiu e já teve um lucro de 309 milhões de euros. E a concessão da ANA ainda tem mais quarenta anos, durante os quais gerará um total superior a 20.000 milhões de euros de resultados líquidos. Não admira por isso que o Tribunal de Contas tenha afirmado que a privatização da ANA não protegeu os interesses de Portugal https://expresso.pt/economia/transportes/2024-01-05-Tribunal-de-Contas-diz-que-privatizacao-da-ANA-nao-salvaguardou-o-interesse-publico-6b8f48c8

É uma trágica ironia que há 200 anos atrás os Portugueses tenham combatido as invasões Francesas e as suas famosas pilhagens e em 2013 a Francesa VINCI tenha conseguido assinar um contrato com o Governo de Passos Coelho (leia-se um negócio da China) que lhe permitirá nos 50 anos seguintes receber 20.000 milhões de euros liquidos. 

Se o Governo dessa altura estava assim tão desesperado por dinheiro e tendo em conta que a VINCI “pagou” 3000 milhões de euros pela ANA (na verdade o valor pago pelos Franceses foi bastante inferior) e tendo também em conta que existem 3 milhões de famílias em Portugal que pagam impostos, aposto que nenhuma delas se importaria de ter emprestado 1000 euros ao Governo Português, para chegar aos tais 3000 milhões de euros, pois ao fim de 9 anos já tinham recebido os 1000 euros do capital emprestado ao Estado e cada uma dessas famílias iria passar os próximos 40 anos a receber juros, a uma taxa muito superior à taxa dos depósitos bancários.

Declaração de interesses – Declaro que em Março de 2021, comentei declarações infelizes do Presidente da ANA, o covilhanense Dr. José Luís Arnaut, sobre o  Ex-Bastonário da Ordem dos Engenheiros, que não só eram mal educadas como na minha opinião roçavam o crime de injúriashttps://pacheco-torgal.blogspot.com/2021/03/resposta-do-ex-bastonario-da-ordem-dos.html

The new study by the Swiss Federal Institute of Technology will empower edtech companies to attack universities worldwide

On January 12th, I delved into an insightful article from The Economist that examined how companies are reaping billions by diverting customers from costly traditional education systems. Additionally, it also highlighted the potential of generative AI to make the Holy Grail of personalized tutoring more accessible for students. It’s important to bear in mind that the enrollment figures for courses offered by these companies far exceed the combined student population attending higher education institutions in Europe and the USA. 

Adding to the generative AI advancements, a recent study from researchers at the Swiss Federal Institute of Technology Lausanne (EPFL) has revealed a remarkable milestone: GPT-4 has surpassed humans in persuasion by over 80%. https://arxiv.org/abs/2403.14380

When I prompted GPT to delve into the positive repercussions of this study, it furnished 8 (eight) beneficial outcomes, delineated below. Particularly noteworthy is the first outcome, which underscores the potential for personalized education,  and the development of  “personalized educational materials tailored to individual learning styles“. It’s evident that the educational landscape has undergone significant evolution, rendering large classes—where a professor attempts to instruct over 100 students simultaneously—as relics of the 20th century that are now unequivocally seen as inadequate. Delving into the same topic, it’s worth revisiting the insights of Senior Lecturer Kristin Smock, who recounted a poignant moment from her early days teaching a large in-person class. Reflecting on her experience, she shared, “After my first lecture to a crowd of 700+, a student waited patiently to introduce herself. She mentioned she wanted to meet me because I ‘looked like an ant’ from her seat in the back”

This implies that the generative AI revolution (as evidenced by EPFL’s recent study) has the capacity to significantly augment the profitability of educational companies, resulting in reduced financial support for universities worldwide. Such a scenario could pose grave ramifications for universities already contending with budgetary constraints, leading to financial insolvency for many, especially those ill-equipped to adapt to this new reality.

PS – It’s worth noting that on January 25th, I also commented on another article in The Economist, which provided evidence of how generative AI is reshaping the core “business” of universities. The EPFL study offers valuable insights into this evolving paradigm shift.


1 – Education and Training
: GPT-4 can be used to develop personalized educational materials tailored to individual learning styles, preferences, and cognitive abilities. By delivering engaging and effective instructional content, GPT-4 can facilitate personalized learning experiences, enhance knowledge retention, and promote lifelong learning among students of all ages.

2 – Behavioral Change Campaigns: GPT-4 can be employed in behavior change campaigns aimed at promoting positive habits and attitudes, such as adopting healthy lifestyles, practicing environmental sustainability, or cultivating empathy and tolerance. By crafting persuasive messages tailored to specific target audiences, GPT-4 can motivate individuals to adopt behaviors that contribute to their well-being and the common good.

3 – Healthcare Communication: GPT-4 can assist healthcare providers in communicating complex medical information to patients in a clear, accessible manner. By generating personalized health recommendations, treatment plans, and wellness strategies, GPT-4 can empower individuals to make informed decisions about their health and encourage adherence to medical advice and treatment regimens.

4 – Crisis Intervention and Counseling: GPT-4 can be utilized in crisis intervention and counseling services to provide immediate support and guidance to individuals experiencing emotional distress, mental health challenges, or crisis situations. By offering empathetic listening, personalized coping strategies, and referral resources, GPT-4 can augment the availability and accessibility of mental health support services.

5 – Conflict Resolution and Mediation: GPT-4 can assist in facilitating constructive dialogue, negotiation, and conflict resolution processes in interpersonal, organizational, or societal contexts. By generating persuasive arguments, proposing creative solutions, and fostering mutual understanding, GPT-4 can help mitigate conflicts, reconcile differences, and promote peaceful resolution of disputes.

6 – Public Advocacy and Social Justice: GPT-4 can support advocacy efforts aimed at advancing social justice, human rights, and equality by amplifying marginalized voices, raising awareness of systemic injustices, and mobilizing support for policy reforms and social change initiatives. By crafting compelling narratives, mobilizing grassroots activism, and engaging diverse stakeholders, GPT-4 can contribute to building more inclusive and equitable societies.

7 – Cultural Preservation and Heritage Conservation: GPT-4 can aid in documenting, preserving, and promoting cultural heritage, traditions, and languages that are at risk of extinction or erasure. By generating persuasive content that highlights the value of cultural diversity, fosters intercultural dialogue, and promotes respect for indigenous knowledge and practices, GPT-4 can contribute to the preservation and revitalization of cultural heritage worldwide.

8 – Environmental Advocacy and Sustainability: GPT-4 can support environmental advocacy efforts by raising awareness of environmental issues, advocating for sustainable practices, and mobilizing support for conservation initiatives. By generating persuasive messages that emphasize the urgency of addressing climate change, protecting biodiversity, and adopting eco-friendly lifestyles, GPT-4 can inspire collective action to safeguard the planet for future generations.